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O diretor Benjamin Ree estreou em Sundance esse ano com "The Painter and the Thief". O longa fez parte da competição de documentários internacionais e saiu com o prêmio Especial do Júri para histórias criativas. Foi nesse momento, lá em Sundance, que os primeiros burburinhos de uma temporada de premiações começaram a aparecer. No longa, quando duas das pinturas mais valiosas da artista Barbora Kysilkova são roubadas de uma galeria em Frogner, em Oslo, a polícia consegue encontrar o ladrão depois de alguns dias, mas as pinturas não estão em lugar algum. Barbora vai ao julgamento na esperança de encontrar pistas, mas acaba perguntando ao ladrão se pode pintar um retrato dele. Este é o começo de uma amizade muito incomum.
Quando o filme foi exibido em Sundance, Kysilkova aproveitou seu momento no centro das atenções, mas Karl não pôde comparecer por causa de seu histórico criminal. Então Ree disse à multidão: “ele queria que você soubesse que ele tem músculos ainda maiores e ainda mais tatuagens no rosto. Você pode encontrá-lo no Instagram. Ele está solteiro hoje". O longa foi adquirido pela Neon, com a promessa de campanha para a temporada de premiações. Como sempre falamos, os documentários funcionam de uma forma um pouco diferente, pois pouco importa ter estreado no começo do ano, desde que crítica tenha aclamado e faça uma boa campanha. Pois bem, "The Painter and the Thief" parece ter tudo o que precisa. Danilo Teixeira - equipe CETI!
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