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Enquanto dezembro não chega, já se especula até onde o filme do inventivo diretor J. J. Abrams pode chegar. A anotar: efeitos visuais, as duas categorias de som, edição, e quem sabe em diretor e filme.
As especulações dão como certo a sua presença nestas mesmas categorias.
É claro que o retorno e a continuidade das histórias enchem as salas de cinema, te deixa interessado e até bastante ansioso. Um exemplo? Jurassic World. Quatorze anos separam o então último filme da franquia do lançado, pelo agora produtor Spielberg, neste ano, que arrecadou mais de 1,5 bilhões de dólares ao redor do mundo e já é a terceira maior bilheteria da história do cinema, atrás de Titanic e Avatar. As premiações se comportam com certa dualidade neste quesito, não há uma tendência a premiá-las ou não, é algo um tanto quanto relativo. Infelizmente a maioria dos filmes não mantém a mesma qualidade de seus originais, pode ser pela perda do fôlego narrativo, a troca de atores ou mesmo a ganância dos grandes estúdios. Leva o público ao cinema porque é entretenimento, mas não são necessariamente bons para os padrões que a Academia e críticos cobram. Coppola foi o responsável por conseguir o maior dos feitos neste sentido, estamos falando de "O Poderoso Chefão". Contado em três partes, ganhou 9 estatuetas e foi indicado em mais 19 categorias em três edições do Oscar, levando de melhor filme por 2 vezes. Sucesso total! No ano de 2015, alguns podem figurar nas premiações da temporada, principalmente nas categorias técnicas. Confira abaixo:
Os grandes roteiros de Coppola, Kubrick, Brooks, Allen, Bertolucci e dentre outros “grandes” marcaram gerações. Tarantino, Kaufman, Fincher ou os irmãos Cohen continuam produzindo maravilhosamente para deixar plateias atônitas, chorosas ou em meio a crises de risos. Entretanto, nunca Hollywood sofreu tanto com a falta de criatividades dos roteiristas e estúdios como agora. A julgar pela quantidade de anúncios e lançamentos de reebots, remakes, spin-offs e sequências, das duas uma: ou os estúdios estão apostando na comodidade do retorno financeiro garantido, já que trabalham com histórias conhecidas do grande público, ou as academias não estão mais formando roteiristas como antigamente. Nos últimos anos, as produtoras norte americanas anunciaram uma infinidade de sequências, versões e novas filmagens de filmes passados. Jurassic World, filmes do universo Marvel, filmes do universo DC Comics, os Avatar, O Exterminador do Futuro, Férias Frustradas, Mad Max, O vingador do Futuro, Toy Story 4, Procurando Dory, O Segredo dos Seus Olhos, Missão Impossível, mais um episódio de Star Wars, Independence Day, Indiana Jones, Planeta dos Macacos, e muitos, muitos outros. Desconfiando ou não desta crise criativa hollywoodiana, o ano de 2015 reserva muito filme trash, mas também a volta de grandes clássicos. A temporada de premiações promete ser nostálgica para os fãs de cinema e da cultura pop.
A julgar do desempenho de seu predecessor e do destaque da crítica, pode-se esperá-lo disputando o prêmio de melhor efeito visual. No final desse ano, Hollywood vai lançar um remake, para estrear junto com os outros filmes esperados para o Oscar e com um elenco ótimo: Julia Roberts, Nicole Kidman, Chiwetel Ejiofor. Um roteiro primoroso, todos esses atores de primeira linha, se a direção trabalhar corretamente, esse remake tem tudo para conquistar a academia.
Talvez seja o filme que de fato tenha mais chances de sair com estatueta em mãos, junto com Star Wars, principalmente nas categorias de melhor atriz coadjuvante (apesar de ser protagonista, o estúdio vai tentar colocar nesta categoria) para Charlize Theron, fotografia, design de produção, efeitos visuais e figurino. Não se espante se aparecer em melhor filme ou melhor direção para George Miller.
Não somente para o ator britânico, mas ainda nas categorias relacionadas a arte, som e canção. Afinal, quem não se lembra da belíssima e premiada apresentação de Adele em 2013 por Skyfall? E não podemos esquecer de Christoph Waltz, que pode roubar a cena como vilão e levar uma indicação a melhor ator coadjuvante. Juliana Leão - EQUIPE CETI! Desde então, outros 2 filmes foram lançados, mas não alcançaram o sucesso do segundo longa.
Nesse ano temos "Exterminador do Futuro: Gênesis", as críticas foram um pouco dividas, mas não tira a qualidade técnica do filme, que pode chegar no Oscar nas mesmas categorias do segundo filme de mais de 20 anos atrás.
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