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Todo cinéfilo tem um filme da Glenn Close para chamar de seu. Afinal, é simplesmente incrível o quanto ela é versátil e talentosa em seus projetos. Ela está no grupo de atrizes queridas, que todos admiram e que revisitam sempre os seus filmes. Depois de seis indicações ao Oscar e (ainda!) nenhuma vitória, a atriz tem mais uma oportunidade de chegar a sonhada estatueta com "A Esposa". Conheça abaixo Os Cinco Motivos que darão o Oscar para Glenn Close: "A Esposa" é um filme inglês e sueco de modestas pretensões e dirigido por Björn Runge. O filme parecia tão fora do radar de premiações que na verdade ele estreou em 2017 em alguns festivais, e só voltou a cena em agosto de 2018. Podemos afirmar que o resgate da produção se deu por conta da perfeita atuação de Glenn Close, pois é dela o principal nome associado ao longa. Essas características não são estranhas a Academia, que recentemente premiou Julianne Moore por "Para Sempre Alice" sem o filme sequer ter outra nomeação para o filme. A força do trabalho de Close pode impulsiona-la sozinha até o Oscar. Glenn Close também faz parte daquele seleto grupo de estrelas de Hollywood que há muito tempo merecia um Oscar, os famosos injustiçados. Todos nós sabemos que a Academia de tempos em tempo busca se reparar com estes atores e premia-los. Se acontecer desta vez com Glenn, ninguém vai poder dizer que ganhou um prêmio injusto, "A Esposa" é um de seus melhores trabalhos em muitos anos! "A Esposa" traz uma curiosidade muito interessante em sua produção, a personagem Joan Castleman, que é vivida por Glenn Close na fase adulta, também é interpretada por sua filha quando nas cenas de juventude. Annie Starke tem poucos trabalhos como atriz, mas aceitou o desafio de defender a mesma personagem junto com sua mãe. Já vimos uma dobradinha de mãe e filha dar certo no cinema. Em "Os Últimos Passos de um Homem", Susan Sarandon e sua filha Eva Martino interpretaram a mesma personagem. Sarandon ganhou, no ano seguinte, o Oscar de Melhor Atriz. Para aqueles que acreditam em estatísticas, este motivo pode ser um bom presságio. Se indicada nesta temporada, Glenn Close chegará a marca de sete indicações ao Oscar, juntando-se ao grupo das maiores recordistas. Suas seis primeiras indicações foram por: - O Mundo Segundo Garp (1983); - O Reencontro (1984); - Um Homem Fora de Série (1985); - Atração Fatal (1988); - Ligações Perigosas (1989); - Albert Nobbis (2012). Quando olhamos para este grupo, notamos que todas as atrizes não passaram da sétima indicação sem ter pelo menos uma vitória. O que leva a crer, quando confiamos nos números, que desta vez a nomeação será seguida de vitória. Glenn Close interpreta Joan Castleman, uma mulher que avalia as suas escolhas de vida durante uma viagem com o marido à Estocolmo. Na ocasião, ele, um escritor de sucesso, receberá o Prêmio Nobel de Literatura. Atrizes que interpretam esposas de proeminentes homens de sucesso nas artes ou nas ciências são sempre lembradas com indicações pela Academia. Destaca-se as vitórias de Alicia Vikander por "A Garota Dinamarquesa" (esposa da pintora Lili Elber), Reese Whiterspoon por "Johnny e June" (esposa do cantor Johnny Cash) e Jennifer Connelly por "Uma Mente Brilhante" (esposa do matemático John Nash). Juliana Leão - Equipe CETI
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1 Comentário
FERNANDO JOSÉ VASCONCELOS SAMPAIO
20/11/2018 19:27:49
Glen Close deveria estar se encaminhando para a Quarta Estatueta, pois ela estava inigualável em O Mundo Segundo Garp, Atração Fatal e Ligações Perigosas. Esta primeira estatueta com A Esposa é no mínimo um direito adquirido pela relevância deste novo desempenho e pelo conjunto da obra
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