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Especialista em motion capture, o ator Andy Serkis consedeu uma entrevista recentemente em que comentou sobre a sua carreira voltada a interpretação de personagens criados por computador. Ele já foi o temido Caesar na saga "Planeta dos Macacos", o ambiguo Gollun de das trilogias "O Senhor dos Anéis" e "O Hobbit", além do gigantesco gorila Kong de "King Kong". Apesar do sucesso por estes personagens, Serkis criou polêmica ao afirmar que não apoia a entrada da categoria de Melhor Ator em Motion Capture no Oscar. A técnica surgiu ao passo da modernização da indústria cinematográfica, que consiste em gravar digitalmente ações e movimento de atores trajados com uma roupa especial que contem pontos de referencias presos nela, como também na face. A partir daí, completa-se em modernos softwares as feições e características dos personagens. A técnica foi usada pela primeira vez no filme "Star Wars - Episódio I" (1999), entretanto os conceitos básicos já eram usados pelo cinema desde "Branca de Neve e os Sete Anões" (1937). A discussão da entrada da categoria não é absurda e vem sendo amplamente debatida em Hollywood. Tanto que a Associação de Críticos de Washington D.C. premiaram neste ano na categoria em questão, o ator Mark Rylance por seu papel em "O Bom Gigante Amigo", completamente gravado em motion capture. Segundo Serkins: “O ponto que importa é que somos atores interpretando papéis que, neste caso, são macacos [referindo ao novo longa "Planeta dos Marcacos: A Guerra" . Mas não há diferença. Se fossemos bloquear cenas de atores com figurinos, não seria diferente, o processo não é diferente. Você está incorporando o personagem, criando a parte psicológica e física, está vivendo o momento”. “Claro que existe todo um debate por conta dos animadores, porque tem a responsabilidade final sobre o personagem, mas sem dúvida, e eu vou fundo ao dizer isso, esses personagens são de autoria dos atores que estão no set e não dos animadores. Eles fazem um trabalho incrível traduzindo e intercalando os personagens e as performances faciais. Mas, se você não consegue isso no dia, no momento, no set, na frente da câmera com o diretor, os atores e a parte emocional, se isso não está lá nesse dia, nunca estará no filme", completou Andy Serkins. Mesmo conhecido por seus personagens animados, o inglês Andy Serkins tem uma carreira que já soma quase trinta anos e bastante diversificada, interpretanto persongens complatemente humanos de comédias de sucesso, dramas épicos e longas de terror. Foi indicado a Melhor Ator uma vez no BAFTA por "Sex & Drugs & Rock & Roll". Sem dúvidas o assunto da criação de uma nova categoria no Oscar para contemplar atores que interpretam personagens animados ainda voltará muito em questão e discussão em Hollywood e em toda comunidade de amantes do cinema. E você, o que acha? A cerimônia do Oscar está saturada de categorias? Concorda com Andy? Ou acredita que a junção de animadores e atores merecem prêmios? Comente! E continue acompanhando aqui no CETI!. Juliana Leão - Equipe CETI!
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