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Olivia Colman vêm de uma ótima temporada, onde desde o começo parecia que seria indicada em Melhor Atriz Coadjuvante por "Meu Pai". A indicação realmente veio, mas ela era uma opção pouco provável de vitória. Agora ela chega em Veneza ao lado de Maggie Gyllenhaal, que faz sua estreia na direção e logo de cara em uma díficil missão: adaptar para as telonas o bestseller de Elena Ferrante, "The Lost Daughter". No filme, uma professora de férias conhece uma família em uma praia e, em meio ao sumiço de uma boneca, relembra sua vida, questionando principalmente sua relação com suas filhas e seu papel como mãe. Olivia Colman mostra que é uma das grandes atrizes da atualidade em mais um papel de peso. Mas, o maior destaque e que podemos ficar de olho também, é o sucesso de Maggie na direção e o acerto logo na estreia! O longa trabalha com tranquilidade entre as cenas de tensão e o drama, encontrando em seu ponto mais forte a visão crua e sincera da maternidade (que é onde Olivia Colman brilha ao fazer um papel realmente complexo). Nesta notável estreia na direção, Maggie Gyllenhaal desafia o pensamento convencional sobre a maternidade, apresentando suas ideias mais subversivas. É um drama psicológico ousado! Olivia Colman ilumina o psicodrama de Elena Ferrante! Em sua excelente estreia na direção, Maggie Gyllenhaal conjura o romance original de Elena Ferrante de 2008 em um cinema tenso e sensual. Artistas como Ed Harris, Dakota Johnson e Paul Mescal fornecem a The Lost Daughter ótimos coadjuvantes. Mas este é o palco de Colman e sua tragédia. Você não consegue tirar os olhos dela por um segundo. Olivia Colman e Dakota Johnson apresentam algumas de suas melhores performances. Olivia Colman é extraordinária em The Lost Daughter, a ousada estreia na direção de Maggie Gyllenhaal! Buckley também é incrível, seu desempenho combinando tão perfeitamente com o de Colman, que é fácil ver a mulher mais velha dentro da mais jovem, e vice-versa. Tanto Colman quanto Buckley são talentosas e habilidosas, mas os temas do filme são exigentes e complicados; Eu poderia imaginar algumas pessoas sendo repelidas por eles. Gyllenhaal molda essas ideias lindamente, de uma forma que parece pesquisadora e exploratória, nunca julgadora. E você tem a sensação de que ela se apaixonou um pouco pelos atores. Isso não é um requisito para todos os filmes, mas talvez para um como este, que mergulha tão profundamente na alma de uma mulher que teve que agarrar a própria felicidade, aquele toque extra de ternura pode fazer toda a diferença. Não é nenhuma surpresa que para sua estreia na direção, Maggie tenha escolhido um trabalho desafiador. O filme centra-se no tipo de personagem que ela costumava escolher em suas próprias atuações. Maggie elaborou um primeiro filme memorável, que toma suas liberades, mas é fiel ao apresentar um estudo da maternidade em toda sua complexidade. É uma escolha corajosa, mas eu não esperaria menos de Gyllenhaal. É inconcebível que esta seja a primeira vez de Gyllenhaal atrás das câmeras: as habilidades e a perspectiva única que ela traz para o texto de Ferrante não apenas elevam o material, mas também o tornam pessoal e envolvente. Sua direção é um exame e uma análise de como as mães são vistas no mundo, mas ela não está fazendo uma declaração. Gyllenhaal é gentil quando necessário e rude quando necessário, mas seu olho captura cada emoção e elemento no momento certo.
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