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Enquanto o Festival de Veneza se aproxima do final, lá em Toronto as coisas estão apenas começando! O primeiro dia de festival foi ontem, com “Sete Homens e um Destino”, de Antoine Fuqua na abertura! O filme é protagonizado por Denzel Washington e ainda conta com Chris Pratt, Ethan Hawke, Vincent D’Onofrio, Peter Sarsgaard, Byung-Hun Lee, Sean Bridgers e Haley Bennett. “Sete Homens e um Destino” já dividia opiniões antes mesmo de estrear, pois batia naquela velha tecla dos últimos meses: todos esses remakes que Hollywood tem feito realmente são necessários? Com um diretor de peso, que têm feito a diferença com filmes de ação no seu próprio estilo, “Sete Homens e um Destino” estreia em Toronto com a responsabilidade de ser tão importante cinematograficamente quanto seus originais. Ou, de pelo menos, ser um filme bom. Jordan Hoffman, do The Guardian, deu 3 estrelas em 5: “Denzel faz um excelente herói clássico, com o apoio muito divertido de Chris Pratt, em um filme, que infelizmente, parece demorar muito para acontecer alguma ação de verdade”. Além de demorar um pouco para aparecer o estilo explosivo de Fuqua, quando aparece, também não é dos melhores: “A batalha final nos convence, mas menos inventiva do que na última colaboração Fuqua-Washington, “The Equalizer” (esse filme é bem ruim, mas cena final de batalha merece ser lembrada). Fuqua tenta deixar claro que esse filme merece ser levado a sério, que os personagens têm boa índole”. Hoffman ainda completa: “Remake é uma faca de dois gumes. Depois de ter visto as outras versões, eu poderia projetar minhas memórias para os novos rostos, mesmo que eles não tinham nomes e nada a dizer, eu os reconhecia e já estava familiarizado. Os recém-chegados podem ter um pouco de problema para manter o interesse”. Owen Gleiberman, da Variety, foi um pouco mais cruel: “Muitas pessoas parecem de repente concordar com a ideia refazer filmes, especialmente quando eles são clássicos amados e indeléveis. Essa é uma péssima ideia para Hollywood ainda considerar! É uma prova de falência criativa - um vício de não-originalidade. Dito isto, só porque um filme é uma cópia não significa que é ruim. (Existem boas remakes, como "Onze Homens e um Segredo" ou "Cabo do Medo", e boas sequelas, como os filmes "Bourne"). Especificamente, o problema desse, é que você pode remontar o mesmo enredo e os personagens; o que é difícil é reacender centelha interior do material”. Owen ainda completa: “Fuqua está tentando seguir o estilo e ser um próximo John Ford ou Sergio Leone: um estilo clássico, com espaço para tiroteios delirantes. O problema é que ele imita as marcas desses diretores, e o enredo que já foi inovador soa comum. Fuqua tem mostrado que ele pode ser um diretor sutil e com estilo (vejam o ótimo “Dia de Treinamento”) mas seus filmes de Hollywood parecem sempre barulhentos”. Robert Abele, do The Wrap, finalizou de uma forma interessante: “Há, certamente, vontade o suficiente e amor pelo gênero, o que faz o filme valer a pena de uma forma geral. Mas, é muito difícil não pensar que é apenas um longa feito por dinheiro. O que é uma pena”. “Sete Homens e Um Destino” talvez consiga chamar a atenção em categorias técnicas, mas com essa estreia morna, tudo deve ficar bem mais distante para Fuqua. Danilo Teixeira - equipe CETI!
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