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IndieWire criticou algumas falhas de transição do filme, porém foi só elogios para o elenco “O que faz “The Family Fang” uma história tão intrigante e original é que disseca a definição de arte e do processo criativo, enquanto mantém seu coração batendo firmemente entre os laços de dois irmãos. [...] Se pelo menos a execução não fosse tão bagunçada em partes, “The Family Fang” seria ainda melhor. As idas e voltas do tempo se transformam desorientadoras em certo ponto um grande ponto de roteiro é revelado da maneira mais boba, e Bateman adiciona muita ênfase a mais de uma montagem desnecessária. Basicamente, o filme poderia se virar com uma visita final a sala de edição, desde que as performances não ficassem adulteradas por isso. Kidman, Walken e Bateman são particularmente formidáveis. Kidman desaparece no personagem, provando novamente que ela está em seu melhor quando não interpretando personagens que parecem maiores que sua própria vida. Bateman deu a si mesmo o papel familiar do cínico negativo mas carrega isso com muito peso emocional que você não verá chegando. E Walken está praticamente em controle, tendo uma explosão, até que ele adicione uma profundidade delicada em algumas mudanças cruciais.” Ao contrário, Variety elogiou o trabalho de edição “Trabalhando com o editor Robert Franzen, Bateman ingenuamente adiciona clipes daquelas antigas performances artísticas (um mix de formatos de 8mm e 16mm) durante o filme, e elas se provam maravilhosamente iluminantes – não trazendo pistas para futuros desenvolvimentos de narrativa, mas também dando-nos vislumbres frequentemente hilariantes, algumas vezes tristes de como deve ter sido crescer com pais como esses.” The Wrap elogiou mais uma vez o trabalho de Christopher Walken “O filme é algumas vezes estranho mas frequentemente uma história famíliar vencedora, que transita entre cenas dramáticas entregues por Nicole Kidman e Bateman, e um estilo excêntrico e cômico de Christopher Walken, que rouba todas as cenas das quais participa.” O THR trouxe à tona o desempenho da equipe técnica do filme “A forma que Bateman lida com o tom é exemplar, requer constante modulação em um filme que se mantém indo para frente e para trás no tempo, em imprevisíveis ainda que fluídas direções e em águas turbulentas de emoções. Ele também se cercou com um talentoso time. Beth Mickle na produção de arte e Amy Westcott no figurino trouxeram uma qualidade de quem vive para isso a tempos, enquanto a inserção de diversos vídeos providencia um grosseiro contraste para com os outros trabalhos do diretor de fotografia Ken Seng, geralmente com composições clássicas, em cenas contemporâneas.” Mesmo com algumas imperfeições, a média do filme foi interessante, e é bom lembrar que Nicole Kidman não havia se encontrado tão bem assim em seus últimos trabalhos, e essa pode ser uma oportunidade de destaque para a atriz nas premiações, assim como para Walken, que foi muito elogiado por todos, diante de seu personagem cômico que ele soube controlar com a dose emocional correta. Por enquanto, o longa não tem data de previsão para lançamento nos EUA. Mas tudo indica que o longa pode ter sua estreia em 2016, com essas críticas sabemos que pode ser uma surpresa na temporada de premiações. Aline Anzolin - Colaboradora do CETI Jason Bateman, trouxe para as telas do festival de Toronto, mais um drama familiar, adaptado do livro de Kevin Wilson, estrelado e dirigido por ele próprio, contando ainda no elenco com Nicole Kidman, Cristopher Walken e Marin Ireland. “The Family Fang” mostra como a linha entre a vida real e arte pode ficar embaçada. O longa conta de maneira engraçada e com um estudo ressonante do que significa crescer em uma família onde tudo é uma performance. Annie (Nicole Kidman) e Baxter (Bateman) passaram a maior parte de sua vida adulta tentando chegar o mais longe possível de seus pais, Caleb (Christopher Walken) e Camille Fang (Maryann Plunkett). Os já idosos Fang, conseguiram sucesso e controvérsia por seu provocativo trabalho corporal, o qual, pelos últimos 45 anos, envolveu tudo desde falsos roubos a bancos até incidentes de perseguição a crianças artistas de rua. Quando o Jornalista Baxter tem um ferimento na cabeça em um acidente em um potato-cannon, ele acaba involuntariamente aos cuidados de seus pais. Annie vai em sua salvação – e também para confrontar o Senhor e a Senhora Fang de uma vez por todas por toda loucura de sua vocação – mas os irmãos são jogados em uma reviravolta quando Caleb e Camille repentinamente somem, e sua falta é suspeita. Seu desaparecimento é genuíno e motivo de alarde ou apenas outra pegadinha oportunista? Apesar de algumas críticas controversas, “The Family Fang” pareceu agradar sempre em algum ponto, e trazer uma história familiar irreverente, com drama, equilibrado pela comédia, e também um trabalho de edição e sincronia bastante complicado, que provavelmente dividirá opiniões. O TIFF elogiou a adaptação do best seller de Kevin Wilson “Galvanizado por complexas, carismáticas performances, o filme usa uma dinâmica familiar extraordinária como meio de soar como problemas de famílias comuns por todo canto.”
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