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O TIFF pontuou a atuação de J.K. Simons como “Surpreendentemente adorável.” E elogiou o roteiro juntamente com a personagem de Susan Sarandon “Scafaria é uma escritora inteligente em tantos níveis: suas observações em relacionamentos, laços étnicos, e romance após os 60, são uniformemente corretas. Apesar do grande triunfo desse filme ser Marnie- enlouquecedora, adorável e tão engraçada. Esse é um papel que vale a pena o tremendo talento de Sarandon.” A Variety elogiou a forma como a escritora e diretora colocou histórias de sua própria vida no papel e depois na tela, e sua forma positiva de olhar para situações inusitadas “Nem todo escritor é afortunado o suficiente de ter uma mãe que serve como uma contínua fonte de material, e aqueles que têm quase sempre o fazem de forma negativa. Tudo gira em torno de como o diretor em questão consegue desenvolver um tom que eleva o que poderia soar como uma agonizante sessão de terapia em uma história humana com a qual as pessoas possam se identificar. Nesse caso, enquanto o título sugere que Scafaria tem algum ressentimento sobre o fato de Gail meter seu nariz onde não é chamada, Sarandon interpreta o personagem, Marnie Minervini, como uma alma do bem, fica claro que o filme vai servir-nos mais do que uma desculpa para reclamar. Longe disso. [...] “The Meddler” faz uma coleção de histórias quase inacreditáveis, boas demais para Scafaria ter mantido apenas para si mesma.” THR criticou um pouco o desenvolvimento do filme, e como ele pode soar ao público “A escritora e diretora Lorene Scafaria, baseou seu filme em experiências com sua própria mãe, e isso pode certamente gerar risos contorcidos, estremecimento e talvez algumas lágrimas dos expectadores que tem ou são mães apaixonadas. Mas também é possível que alguns desejem que “The Meddler” fosse um pouco mais penetrante, imaginativo, arriscado ou turbulento. Por toda essa identificação, o filme é seguro e divertido num estilo de sitcom, ao invés de ter um humor afiado, atingindo as mesmas notas geniais o tempo todo ao invés de construir um momento realmente cômico.” Mitch Salem escreveu para o ShowBuzzDaily elogiando o trabalho de Sarandon e Simmons “The Meddler realmente vem a vida em uma sessão que soa como uma mini-versão geriátrica de "Nick e Norah", uma longa e tortuosa noite que Marie passa com um ex-policial chamado Zipper. Sarandon e Simmons são deliciosos juntos, e esse alongamento de história expande bem nossa forma de ver Marnie abrindo caminho para o fim do filme. Nem tudo em “The Meddler” funciona, especialmente, talvez estranhamente, talvez não, as porções que colocam Lori próxima ao centro da história. (Um sub roteiro sobre seu apego a um ex namorado não vai a nenhum lugar interessante.) Há momentos em que Scafaria, que escreveu para a última temporada de Bem & Kate, use seus instintos de sitcom invés de suas habilidades de roteirista. Apesar disso, na maior parte do tempo, o filme é inteligente, engraçado e mais tocante do que se espera, uma surpresa de bom coração.” Apesar de ainda não ter uma data de estreia para os EUA, a previsão é para que seja em 2016. Aline Anzolin - Colaboradora do CETI A história de uma escritora tentando produzir algo novo que decide parar de lutar contra as dificuldades de conseguir uma nova história, e escrever algo vindo do coração. Essa não é a sinopse do filme, mas foi basicamente como a escritora e diretora Lorene Scafaria surgiu com a ideia de “The Meddler.” Se inspirando em sua própria mãe e suas atitudes protetoras, mas muitas vezes invasivas de forma cômica, Scafaria trouxe as telas um filmes com Susan Sarandon (cinco vezes indicada ao Oscar, vencedora por Os Últimos Passos de um Homem), J.K. Simons (vencedor do Oscar de melhor ator coadjuvante em 2015 por Whiplash), Rose Byrne (premiada por sua atuação em Damages), Lucy Punch (Caminhos da Floresta) e Jason Ritter. Estreando em Toronto, já temos suas primeiras impressões. Marnie Minervini (Susan Sarandon), é uma mãe viúva, que decide se mudar para Los Angeles e ficar perto de sua filha, Lori (Rose Byrne). A trama ganha seu tom cômico quando Marnie passa a expor seu jeito invasivo, que na verdade, apenas visa o bem da filha, porém, suas ações vão desde deixar mensagens de voz intermináveis a sua filha de 30 anos, até checar o histórico de internet, ou contar ao ex de sua filha que ela ainda o ama. Mas tudo isso acontece com a melhor das intenções. Quando Lori, que é escritora, viaja para Nova Iorque, ela decide que as duas precisam estabelecer limites. A partir desse momento, Marnie passa a usar suas habilidades para ajudar de maneira altruísta outras pessoas: ela ajuda um jovem funcionário de uma loja Apple a estudar para uma prova, enche o quarto de hospital de uma senhora de presentes, e planeja o casamento para uma das amigas lésbicas de Lori. Ela também inicia um romance com o doce policial aposentado (J.K. Simons). As críticas se mantiveram positivas até certo ponto, mas aparentemente não houve grandes surpresas positivas com o longa, ainda assim, pode-se notar elogios para as mais diversas partes que compõe o filme, o que não deixa de ser um grande passo para sua estreia mundial.
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