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Mas “45 Anos”, segundo os comentários dos especialistas, não é um filme que morre nas interpretações. O diretor Andrew Haigh soube enriquecer o peso da situação retratada através de luzes duras e da inserção de uma trilha sonora baseada em músicas da década de 50/60, os quais tornam a produção ainda mais intimista para o público, quem se sentirá como um voyeur nos cinemas. Só de assistir ao trailer, “45 Anos” não deixa dúvidas sobre sua fragilidade, como afirmam Collider e Film School Rejects: Collider – “Enquanto o filme é deliberadamente ritmado, Charlotte Rampling e Tom Courtenay entregam performances absolutamente transcendentes que perfuram até mesmo os mais endurecidos dos corações quando os telespectadores testemunham a dissolução potencial de uma união de décadas”. Film School Rejects- “Um filme de calma e graça com um núcleo tão negro como a noite, o filme é uma reviravolta decididamente adulta sobre a forma como um corpo morto pode invadir a santidade da felicidade de um casal mesmo a milhas de distância. Potente, maravilhosamente realizado e com uma pegada real, 45 Anos fornece um giro maduro e único no amor, medo e ódio, e as linhas finas, por vezes, que separam estas esferas da emoção humana”. Mesmo com destaque para a atuação de Charlotte Rampling - ela e Tom Courtenay ganharam os Ursos de Prata como Melhor Atriz e Ator -, “45 Anos” tem todo o seu lado artístico traduzido em técnicas que merecem ser lembradas. O longa estreia em 23 de dezembro nos EUA - época mais importante na estreia de filmes que concorrem ao Oscar - e pode ser uma boa surpresa na premiação e na categoria de Melhor Atriz para Rampling! A produção chega aos cinemas brasileiros em 22 de outubro. Chegando como um dos favoritos de Berlim, o drama “45 Anos”, dirigido por Andrew Haigh, estreia no Festival de Toronto e já lança uma forte candidata na corrida pelo prêmio de Melhor Atriz no Oscar 2016. “45 Anos” é sobre um casal prestes a comemorar 45 anos de casamento que tem sua relação abalada após o recebimento de uma carta informando que o corpo de uma antiga paixão, morta em um trágico acidente, foi encontrado, desencadeando uma série de reviravoltas em toda a história vivida por eles. O resultado desta trama cheia de sentimentos é um filme sensível, daqueles com muitas mensagens implícitas em uma só expressão, como ressalta o Toronto Film Scene: “É cativante e cheio de nuances, com os atores veteranos Charlotte Rampling e Tom Courtenay com performances extremamente poderosas e de conteúdo. O diretor Andrew Haigh usa seus atores para o seu pleno potencial; ele constantemente amplia e permanece em seus belos rostos, envelhecidos, que expressam mais do que palavras jamais poderiam”. Contado a partir da perspectiva da personagem de Charlotte Rampling, “45 Anos” expressa dúvidas e inconformismos de uma personagem que teve boa parte de sua vida sendo uma possível mentira. Seu trabalho foi tão bem executado que ela rouba a cena de seu companheiro de longa e até do próprio diretor, veja no trecho da análise da Vanity Fair: “... 45 Anos tem um olhar perspicaz, sutil de, como mesmo um relacionamento de anos, tem uma raiz de algo irreconhecível, um parceiro incapaz de adivinhar exatamente o que o outro está pensando quando grande parte da sua vida tornou-se abreviada. Rampling, possuidora de um dos grandes rostos do cinema, comunica esse medo e perplexidade lindamente, ilustrando Kate com mudanças pequenas, mas não menos reveladoras, de expressão e tom”. Giovanna Pini - Colaboradora do CETI
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