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Aline Anzolin - Colaboradora do CETI Justin Chang, ao escrever para o Variety elogiou o trabalho dos atores diante do roteiro: “Por mais que se tenha perdido na transição de página para tela, “Room” certamente ganhou algo quando se fala de suas performances. Joan Allen é excelente no papel da aliviada e emocionalmente abalada avó de Jack, enquanto, William H. Macy faz o melhor de suas cenas como o avô que quase não consegue se fazer aceitar a volta de sua filha. Tremblay, um grande achado, que não mantém um tom falso como alguém cheio de alma, criança espirituosa que foi tão privado das tradicionais necessidades e prazeres da vida, que nem mesmo os quer quando finalmente é possível. Apesar do roteiro ser construído em limitações, o ator faz um trabalho memorável capturando a constante mutação do garoto durante o processo, a forma como a frustração e o desnorteio podem repentinamente se transformar em uma epifania inesperada.” O trabalho de Larson que está sendo aclamado nos títulos de inúmeras colunas foi elogiado no HitFix por Gregory Ellwood: “Larson vai merecer todo o louvor que tiver por seu trabalho aqui. Ela é especialmente boa quando Ma concorda em se sentar para uma entrevista em uma grande rede que questiona sua motivação como mãe, quando ela apenas concorda a falar para ajudar a pagar suas contas legais e médicas.” Brie foi aplaudida em pé, e Jacob também teve seu momento de aclamação. Ele, inclusive foi citado como grande concorrente para um Oscar. Em matéria do Variety escrita por Tim Gray, mais elogios para Tremblay: “Duas mulheres estavam no lobby debatendo quem é o vencedor de melhor ator para o Oscar: Eddie Redmayne, Johnny Depp ou Tremblay. Em outro fragmento para o Variety, Kritopher Tapley atestou que Tremblay seria melhor colocado como coadjuvante.” De qualquer forma, Brie e Tremblay parecem ter caído no gosto dos críticos, e podem reservar boas surpresas. "Room" passa a ganhar mais forças ao Oscar 2016 de Melhor Atriz para Brie, Melhor Atriz Coadjuvante para Allen, e surge com boas possibilidade para Ator Coadjuvante de Jacob Tremblay - e William H. Macy. O filme estreia em 6 de Novembro nos EUA, e ainda sem data para cá! Parece que o ar fresco da montanha trouxe bons ventos para o Festival de Telluride. Em uma sequência vencedora, o festival já apresentou “Suffragette,” “Steve Jobs” e agora é a vez de “Room” achar seu lugar no coração dos críticos, e quem sabe da Academia!
Sob chuva intensa, o público do festival saiu da sala após a estreia de “Room,” e junto com ele as primeiras impressões sobre longa, que é uma adaptação do livro “Quarto” de Emma Donoghue’s, sensação em 2010. “Room,” conta a história de Jack (Jacob Tremblay), um garoto de cinco anos de idade e sua mãe, Ma (Brie Larson), que foram mantidos em uma cabana em uma cidade não revelada, durante suas vidas. Sua existência, é feita de rotinas criadas por Ma para manter o garoto ocupado, e mentiras, que o mantém ignorante sobre o mundo lá fora, visto que ele conhece apenas seu confinamento claustrofóbico no cubículo onde são mantidos. Essa união de mãe/filho inclui Jack dormir num guarda-roupa para evitar testemunhar o ritual traumático de seu captor indo até a cama de sua mãe toda noite. Juntos, eles planejam uma fuga com a qual buscam encontrar no mundo lá fora um lugar novo, onde possam recomeçar. A delicada história de “Room,” deu espaço a críticas positivas para Brie, e apesar de apresentar algumas falhas de sincronia, ainda encantou com a transição entre a prisão e a liberdade. IndieWire trouxe em seu artigo escrito por Rodrigo Perez a seguinte constatação: “”Room” é cheio de momentos emocionais agoniantes e dolorosos, muitos deles podem precipitar seu fluxo de lágrimas. A forma que Larson e Tremblay interpretam juntos é notável. Mas isso não significa que não existam falhas. O encarceramento até a liberdade estão um pouco fora de sincronia, mas ambos dependem um do outro para acontecer. “Room” passa muito tempo confinado. Enquanto você precisa notar o efeito psicológico que sua prisão lhes causa para conseguir compreender o efeito desorientador que tem em sua liberdade.” The Guardian elogiou o trabalho do pequeno Jacob em crítica escrita por Nigel M. Smith: “Relativamente recém-chegado, Jacob Tremblay é uma revelação surpreendente como Jack, um garoto de cabelos longos, completamente alheio a luta diária de sua mãe para encontrar forças para viver.”
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