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Em um especial da Variety, grandes diretores do cinema mundial falaram sobre alguns dos melhores filmes de 2025! Nos próximos dias vamos passar por todos esses diretores, tendo esse novo olhar técnico dos filmes da temporada.
E para começar o quarto dia de especial, Barry Levinson fala sobre "63 Horas de Pânico", de Gus Van Sant! "Deixe com Gus Van Sant a tarefa de pegar um gênero e subvertê-lo. Baseado em uma história real, um homem mantém como refém um executivo de uma empresa de hipotecas que o enganou em um negócio imobiliário, exigindo justiça enquanto a polícia e a mídia cercam seu apartamento. Pensamos que este é o início de um tenso drama de impasse, mas não é esse o caminho que Van Sant trilha. Em seu filme mais recente, Van Sant está mais interessado em explorar a história por dentro do que em se concentrar na mecânica da obra. Ele não está interessado em explorar o drama frenético, o caos da polícia cercando o apartamento do sequestrador. É dentro do apartamento, onde o homem mantém seu refém, que a história ganha vida. Lentamente, compreendemos a causa e o efeito, a injustiça que esse homem enfrentou antes do impasse. Este não é um filme de ação frenética. Não era isso que interessava a Gus Van Sant. Seu foco está no que acontece dentro do apartamento, quando um homem se desespera, expondo comportamentos que o levam ao limite. O filme é mais um olhar interno sobre o que gerou esse incidente. Esse é um caminho que Van Sant percorre com frequência em sua filmografia. São os pequenos momentos que o interessam, que expõem comportamentos e frustrações. E ele mostra as ações desesperadas de um homem levado ao limite do desespero. Em sua carreira como cineasta, Van Sant parece estar mais interessado em olhar para dentro de uma pessoa, causa e efeito. Nesse cenário, o diretor ultrapassa os parâmetros de um impasse com reféns e encontra o comportamento mais pessoal do personagem, um estilo mais silencioso que olha para dentro em vez de explorar o que está fora do prédio. É com esses momentos mais tranquilos que Gus Van Sant continua a expandir a forma narrativa. Ele tem feito isso ao longo de sua carreira. Ele trabalha para expor o comportamento interior, tanto o lado luminoso quanto o sombrio da humanidade. Este filme se encaixa muito bem em sua filmografia". Barry Levinson é um diretor e roteirista vencedor do Oscar por "Rain Man". Ele também é conhecido por "Bugsy", "Bom Dia, Vietnã", "Sleepers" e "O Enigma da Pirâmide".
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