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Veneza segue com grandes nomes, e depois dos queridos Noah Baumbach e Yorgos Lanthimos, temos o novo filme de Luca Guadagnino. Essa é a sétima passagem do diretor por Veneza, que mostra realmente gostar muito dele! Em 2022, foi premiado em Melhor Direção por "Até os Ossos", e na temporada passada estreou com "Queer", que muito se falava sobre ser a melhor atuação da carreira de Daniel Craig, mas ficou de fora do Oscar. Luca chega com "Depois da Caçada" a, com um ótimo elenco com Julia Roberts, Andrew Garfield, Ayo Edebiri e Michael Stuhlbarg. O filme acompanha uma professora universitária se vê em uma encruzilhada pessoal e profissional quando um aluno faz uma acusação contra um de seus colegas e um segredo obscuro de seu próprio passado ameaça vir à tona. A crítica não foi tão gentil com o filme. Sendo chamado de confuso, artificial, e até mesmo que o roteiro merecia mais versões antes de ir para as telas. Entre os destaques positivos, Julia Roberts é elogiada em todas as críticas, que dizem que ela entrega seu melhor papel em muitos anos! Inclusive, a BBC escreveu que é uma atuação para levar o Oscar! "Depois da Caçada" estreia em Veneza com a força de um grande elenco, em um filme que não teve tanto destaque quanto se imaginava. Será que isso mostra que pode acontecer o mesmo que houve com "Queer", e as ótimas atuações não vão levar o filme para o Oscar? Luca Guadagnino falha com este drama de acusação desconcertantemente longo e exagerado, da roteirista Nora Garrett. É preocupantemente confuso e artificial, talvez precisando de mais rascunhos de roteiro para desenterrar um drama mais claro e satisfatório em seu interior. Julia Roberts é o "centro monumental" deste drama provocativo – e pode ganhar um segundo Oscar. É o tipo de papel de peso que recebe indicações a prêmios se for para a pessoa certa – e Roberts é definitivamente a pessoa certa. Infelizmente é mais um projeto admirável do que um drama envolvente, porque nunca para de lembrar o quão inteligente ele quer ser. Feito com bastante habilidade e intriga, mas também é uma experiência estranhamente confusa — uma história tensa e envolvente às vezes, mas repleta de artifícios e muitas perguntas vagas sem resposta. É por isso que, no final, é um filme nada satisfatório. Não espere sucessos de bilheteria. Isso poderia ter sido uma jogada audaciosa em um filme menos estridente e mais sutil. Mas a recusa total em dar um presente ao público parece uma ofuscação autoconsciente. Os espectadores merecem uma compensação mais substancial depois de passar mais de duas horas com essas pessoas. Garfield é fabulosamente desbocado, enquanto sempre explora uma corrente oculta de perigo. Edebiri está apropriadamente escorregadia em um papel mais difícil, que ela investe com a simpatia característica, apesar de ser ocasionalmente manipulada como uma vilã tímida. E Roberts é simplesmente poderosa, impulsionando o filme com ambição, ao mesmo tempo em que esconde uma doença sinistra que se manifesta com crises de cólicas e vômitos.
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