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Desde o começo do ano, os burburinhos diziam que Luca Guadagnino vinha para o Oscar 2025 com "Queer", que ainda indicaria Daniel Craig como Melhor Ator.
Daniel Craig você deve lembrar como o 007 dos últimos filmes de James Bond. E Luca como o diretor de "Me Chame Pelo Seu Nome" e que já lançou esse ano o elogiado "Rivais". Agora, com "Queer", ele adaptada um dos grandes nomes da geração beat, onde William S. Burroughs retrata a crise de abstinência das drogas e a paixão obsessiva homossexual do seu alter ego William Lee. E por quanto os burburinhos estão corretos. Daniel Craig entrega em "Queer" a melhor atuação da sua vida, completamente diferente de tudo que estamos acostumados. A direção de Luca também foi muito elogiada, dizendo que o diretor alcançou um novo patamar em sua carreira, além de ser o melhor filme já feito sobre a geração beat. Daniel Craig mostra um lado totalmente novo na adaptação ousada e psicodélica de Luca Guadagnino do romance à frente de seu tempo de William S. Burroughs. Luca Guadagino está contando uma versão da mesma história convincente que ele contou em “Me Chame Pelo Seu Nome”: a de um amor queer que, em vez de entregar a salvação que promete, murcha sob o olhar do mundo real. A cena final do filme é impressionante. É uma performance realmente engraçada, aberta e generosa, sua presença hipnótica na tela vai atrair nossa atenção o tempo todo. Craig é tão dominante! Ele é estranhamente magnífico. Guadagnino vai explodir sua mente e cortar seu coração! A primeira metade é um filme de romance de desejo de encontro sensual de Guadagnino, a segunda é a conquista cinematográfica mais ousada visualmente do diretor até agora. Guadagnino quer não apenas expandir sua consciência como espectador de cinema, mas também te abrir e reorganizar todas as partes de você que veem e sentem coisas quando você assiste a um filme. Com este filme, Guadagnino e Craig tiveram sucesso onde David Cronenberg falhou, em humanizar um homem cuja preferência pela companhia de gatos foi interpretada como misantropia. Burroughs queria se comunicar sem falar, e com este filme altamente inteligente, Guadagnino fez isso por ele, traduzindo em visuais arrebatadores as palavras finais que ele escreveu em seu diário antes de sua morte em agosto de 1997, aos 83 anos: "Amor?", ele escreveu. "O que é? O analgésico mais natural que existe. AMOR." É difícil pensar em um diretor mais ideal do que Guadagnino para explorar a estranheza, a sensualidade e o terreno mutável da intoxicação romântica, e ele encontrou o companheiro de viagem perfeito em Daniel Craig. Em uma performance fascinante que equilibra afetação colorida com fome crua, o ator faz de Lee um contador de histórias magnético.
AUTOR DO POST
Danilo Teixeira
Editor do Termômetro Oscar | CETI
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