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Ontem chegamos ao final de Veneza, com a grande vitória do brilhante Jim Jarmusch. E agora vamos ficar de olho em Toronto, que também tem algumas estreias interessantes para a temporada! "Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out" é o novo filme de Rian Johnson, indicado duas vezes ao Oscar de roteiro, exatamente pelas dois filmes anteriores da agora trilogia "Knives Out"! Em "Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out", temos o terceiro filme da saga de Benoit Blanc, o detetive feito por Daniel Craig. Mais uma vez, Rian junta um elenco impressionante: Josh O'Connor, Glenn Close, Mila Kunis, Josh Brolin, Jeremy Renner, Andrew Scott e Cailee Spaeny. O filme foi chamado pela crítica como o melhor da trilogia! Agora Rian parece ter total controle do universo criado, e por isso sabe como trabalhar tão brilhantemente com esses personagens. Falando em personagens, todo destaque para Josh O'Connor, que ganhou menção em absolutamente todas as críticas. "Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out" estreia em Toronto com um sensação de grande acerto. Os outros filmes foram indicados ao Oscar de Roteiro, e esse vai ganhar uma grande força para seguir o mesmo caminho. Quem sabe ainda não vá além, e não indique Josh O'Connor? De qualquer forma, os fãs do gênero podem comemorar muito! A terceira sequência de mistérios é incrivelmente divertida! O estreante (Josh O'Connor) na franquia não só entrega uma excelente atuação cômica, como o ator também traz uma dose genuína de graça a um filme que acaba se tornando exatamente sobre isso. É o filme de mistério e assassinato mais elaborado de Johnson até o momento, mas também o mais emocionante. Como sempre, Johnson entrega um filme de ótima qualidade, com um trabalho afiado do diretor de fotografia Steve Yedlin, um design de produção rico em detalhes de Rick Hendrichs e figurinos que realçam os personagens de Jenny Eagan. Mas, também é um grande veículo para O'Connor. O ator tem tido uma sequência incrível este ano, com o retrato de cowboy silenciosamente comovente em Sundance, seguido em Cannes pelo filme de roubo de arte, engraçado e triste, de Kelly Reichardt, The Mastermind, e a história de amor queer do início do século XX de Oliver Hermanus, The History of Sound. A esta altura, parece seguro dizer que ele é um dos nossos atores mais versáteis e confiáveis, e eu o veria em qualquer coisa. O glorioso terror gótico de Rian Johnson é o melhor filme de "Entre Facas e Segredos" até agora! O filme é uma peça de mistério e assassinato sedutoramente inteligente e divertida — um mistério policial que corresponde às expectativas estabelecidas há seis anos por “Entre Facas e Segredos”, que ofereceu sua própria releitura perfeita do espírito de Agatha Christie, com uma saborosa cobertura de atrevimento metafórico. (Ele convidava você a se assistir tentando resolver um crime orquestrado de forma tortuosa.) Três anos atrás, “Glass Onion: Um Mistério Entre Facas e Segredos” era igualmente inteligente, mas, como muitas sequências de sucessos icônicos, ostentava um caráter de "vamos com tudo ou vamos para casa" que o tornava, no final, um pouco pesado demais. Ainda era bom, mas não tão bom.
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