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Alguns anos atrás, o diretor John Crowley estreou em Sundance com "Brooklyn", que fez uma grande temporada de prêmios até ser indicado ao Oscar em Melhor Filme e Melhor Atriz para Saoirse Ronan.
Depois ele lançou "O Pintassilgo", que acabou sendo um grande deslize e um pouco decepcionante. Agora ele chega a Toronto com os indicados ao Oscar, Andrew Garfield e Florence Pugh. O filme acompanha o encontro surpresa de Almut (Florence Pugh), uma chefe de cozinha espirituosa e indomável, com Tobias (Andrew Garfield), um recém-divorciado que tenta colocar sua vida em ordem. Os dois logo provam que pessoas completamente opostas podem encontrar, em suas diferenças, um amor capaz de mudar suas vidas para sempre. No entanto, o que parecia um encontro perfeito, que se transformou em um lar e logo em uma família, é abalado por uma verdade escondida por anos, colocando em risco o amor e todas as conquistas do casal. O filme fez uma boa estreia em Toronto, com críticas que elogiam muito Andrew e Florence. O casal leva o filme com uma ótima química, ao ponto de parte da crítica dizer que não saberia dizer se o roteiro funcionaria tão bem se não fosse por 2 atores tão bons! No geral, o filme se saiu muito melhor do que "O Pintassilgo", mas ainda não chega tão perto do ótimo "Brooklyn". De qualquer forma, o filme foi chamado de emocionante, comovente e doloroso. É muito bom ter Crowley de volta com um trabalho interessante. Andrew Garfield e Florence Pugh encantam com duas excelentes performances no centro de um romance que salta no tempo e aborda terrenos bem trilhados com maturidade! Não é como se We Live in Time dependesse inteiramente do poder significativo das estrelas Florence Pugh e Andrew Garfield (o filme tem prazeres além de suas performances de primeira linha), mas sua química é tão elétrica que seria difícil imaginar como qualquer coisa poderia funcionar tão bem sem eles. É uma maneira desajeitada de contar uma história, mas Crowley está confiante de que a química entre Pugh e Garfield é tão envolvente que as pessoas vão querer assistir ao filme dele várias vezes, e nesse ponto as memórias de Almut e Tobias se tornarão nossas memórias, e a sequência dificilmente importa. Florence Pugh e Andrew Garfield entregam performances dolorosamente ressonantes em um drama romântico comovente! O filme mais comovente do ano! Garfield e Pugh tem uma química incrível!
AUTOR DO POST
Danilo Teixeira
Editor do Termômetro Oscar | CETI
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