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E começou o Festival de Cannes 2026! Pierre Salvadori abre o festival com uma comédia romântica que têm envolvimento do premiado Robin Campillo no roteiro! O cinema francês está em casa. "THE ELECTRIC KISS""The Electric Kiss" é uma comédia romântica sobre um pintor parisiense enlutado e sem inspiração frequenta sessões espíritas que desconhecem ser falsas. Quando sua criatividade retorna, a médium responsável pela farsa se vê dividida entre o golpe e sentimentos genuínos por ele. O diretor, Pierre Salvadori, está pela segunda vez em Cannes. A primeira foi em 2018 com "Finalmente Livres", que foi premiado na Directors Fortnight. A missão de abrir Cannes têm se mostrado complicada. Faz anos que um grande filme não abre as portas do festival! Têm sido sempre algo com críticas medianas ou ruins. E esse aqui não escapa. "The Electric Kiss" encontrou alguns elogios na direção de arte e nos figurinos, já que é um filme de época. E talvez, em qualquer outro momento, seja realmente um filme divertido. Mas nessa posição de abrir o Festival de Cannes, as críticas realmente foram mais duras. Mesmo assim, o filme deve ir bem na França, sendo uma comédia romântica agradável e elegante. Só não deve ter força para além disso, e também vai figurar na lista de escolhas ruins que abriram o festival. A seleção da noite de abertura não precisa ser o melhor filme do festival; dificilmente precisa ser um grande filme. Mas certamente deveria ser um filme convidativo. No entanto, existe um karma estranho que acompanha a abertura de Cannes. Simplificando: raramente é muito boa e, muitas vezes, é um fracasso parcial, a ponto de parecer haver um propósito subjacente a essa escolha de programação específica, como se o festival quisesse que sentíssemos: "Ok! A qualidade só vai melhorar daqui para frente." O filme é dirigido e coescrito por Pierre Salvadori, e o resultado é algo como um Woody Allen moderado de meados de carreira, tem charme e elegância, mas sua fantasia romântica nunca chega a se inflamar de verdade. A energia acabou na comédia romântica de Pierre Salvadori, ambientada na década de 1920, que estreou em Cannes com um fiasco! Este é um entretenimento insosso e mediano, estritamente para consumo doméstico, uma escolha decepcionante para abrir Cannes. Uma comédia romântica retrô habilmente construída, o filme de abertura de Cannes, The Electric Kiss, promete vivacidade, emoção e impacto – mas as faíscas se apagam antes de atingir seu clímax descaradamente artificial. Assim como o parque de diversões decadente onde se passa a história, "The Electric Kiss", de Pierre Salvadori, é um pouco desajeitado, meio confuso e estranhamente divertido.
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