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O Oscar celebra o melhor do cinema, mas nem todos que passaram por sua cerimônia continuaram bem-vindos na indústria. Ao longo da história, a Academia e Hollywood rejeitaram ou distanciaram-se de certos nomes por diferentes razões – desde escândalos e crimes até posicionamentos políticos ou simplesmente por desafiar as regras do jogo. No entanto, nem todas as personas non gratas foram banidas da mesma forma ou com a mesma justiça. Enquanto alguns enfrentaram boicotes injustos ou temporários, outros caíram em desgraça por motivos bem mais sérios. Nesta lista, exploramos casos emblemáticos de vencedores e indicados ao Oscar ou personalidades que, em algum momento, se tornaram indesejáveis para a Academia – seja merecidamente ou não. Pelo que parece Karla Sofía Gascón já faz parte dessa lista. Veja todos os casos, abaixo: Por anos, Will Smith foi um dos grandes queridinhos de Hollywood, acumulando indicações ao Oscar e estrelando sucessos de bilheteria. No entanto, sua imagem sofreu um abalo inesperado na cerimônia de 2022, quando ele subiu ao palco e deu um tapa em Chris Rock após uma piada sobre sua esposa, Jada Pinkett Smith. O momento chocou o mundo e gerou um dilema para a Academia, que, após uma análise, decidiu bani-lo do Oscar e de qualquer evento oficial por 10 anos. Apesar disso, Smith manteve sua estatueta de Melhor Ator por "King Richard" e segue trabalhando em Hollywood, embora com menos prestígio do que antes. Seu caso ilustra um tipo de "persona non grata" temporária – sua punição tem prazo de validade e, ao contrário de outros na lista, ele ainda pode recuperar sua posição na indústria. Kevin Spacey era um dos atores mais respeitados de Hollywood, com dois Oscars no currículo ("Os Suspeitos" e "Beleza Americana") e uma carreira consolidada no teatro e na TV. No entanto, em 2017, sua trajetória mudou drasticamente quando diversas acusações de assédio e abuso sexual vieram à tona, incluindo relatos de comportamento inapropriado nos bastidores de "House of Cards". O impacto foi imediato: Spacey foi demitido da série da Netflix, teve seu papel no filme "Todo o Dinheiro do Mundo" regravado às pressas por Christopher Plummer, e seus projetos futuros foram cancelados. Embora tenha sido absolvido em alguns julgamentos, sua reputação nunca se recuperou, e Hollywood praticamente o baniu de produções de grande porte. Ao contrário de Will Smith, que ainda tem chances de redenção, Spacey se tornou uma verdadeira persona non grata sem volta, sendo um dos casos mais extremos de exclusão da indústria na era moderna. Diferente de outros nomes desta lista, Richard Gere não caiu em desgraça por escândalos ou crimes, mas teve um comportamento considerado inadequado por um posicionamento político. Durante a cerimônia do Oscar de 1993, ao apresentar o prêmio de Melhor Direção de Arte, ele aproveitou o momento para condenar a repressão do governo chinês no Tibete. A atitude gerou um desconforto imediato dentro da Academia, que tradicionalmente evita declarações políticas tão diretas durante o evento. Como consequência, Gere passou a ser discretamente afastado do Oscar, permanecendo fora do circuito das principais premiações por anos. No entanto, sua exclusão não foi definitiva. Em 2003, ele voltou a marcar presença no Oscar quando "Chicago", foi indicado e venceu a categoria de Melhor Filme. Apesar disso, Gere nunca voltou atrás em sua postura e seguiu seu ativismo pelos direitos humanos e pela independência tibetana. Chaplin, que recebeu o primeiro Oscar Honorário da história em 1929, nunca teve participação direta nas indicações ao prêmio, e um dos motivos para isso foi Louis B. Mayer. O poderoso chefe da MGM, figura influente em Hollywood, tentou boicotar suas produções, insatisfeito com sua independência criativa e suas inclinações políticas de esquerda. Mayer foi um dos principais responsáveis por difundir a ideia de que Chaplin era uma persona non grata para a Academia. Nos anos 1940 e 1950, sua relação com Hollywood sofreu um grande abalo, à medida que suas posições políticas e vida pessoal se tornaram alvo de ataques nos Estados Unidos. Nos anos 1950, a situação se agravou ainda mais. Chaplin foi acusado de ter simpatias comunistas e virou alvo do Comitê de Atividades Antiamericanas, que via em sua obra uma ameaça ideológica. Em 1952, enquanto viajava para a Europa para promover Luzes da Ribalta, seu visto foi revogado pelos EUA, impedindo-o de retornar ao país. Chaplin permaneceu exilado na Suíça por duas décadas e só foi reabilitado pela Academia em 1972, quando recebeu um Oscar Honorário por sua contribuição ao cinema. Na ocasião, foi ovacionado de pé, marcando um raro momento em que Hollywood reconheceu ter transformado, injustamente, um de seus maiores artistas em uma persona non grata. Trier sempre foi uma figura controversa no cinema, conhecido por seus filmes provocativos e sua personalidade excêntrica. No entanto, sua relação com o Festival de Cannes – e com a indústria cinematográfica em geral – sofreu um grande abalo em 2011, quando fez uma piada desastrosa durante a coletiva de imprensa de "Melancolia". Enquanto discutia suas origens alemãs e sua relação com a cultura do país, Trier disse que "entendia Hitler" e fez comentários ambíguos sobre nazismo. Apesar de insistir que estava brincando e que não era nazista, o estrago já estava feito. Cannes reagiu imediatamente, declarando o diretor “persona non grata” e banindo-o do festival. O impacto foi imediato: Trier, que já havia vencido a Palma de Ouro com Dançando no Escuro e era uma presença constante no evento, foi expulso da cena principal do cinema mundial. Embora nunca tenha sido oficialmente rejeitado pelo Oscar, "Melancolia", que tinha boas chances de figurar entre os indicados, foi completamente ignorado pela Academia. O incidente em Cannes gerou um efeito cascata, e a Academia passou a evitar qualquer associação com o diretor, tornando-o uma espécie de "persona non grata" por assimilação. Allen foi, por décadas, um dos diretores mais reverenciados da indústria. No entanto, a partir dos anos 1990, sua reputação passou a ser marcada por controvérsias que o transformaram em uma figura evitada por muitos em Hollywood. O ponto central de sua rejeição está na acusação de abuso sexual feita por Dylan Farrow, sua filha adotiva com Mia Farrow, em 1992. Embora Allen nunca tenha sido condenado e sempre tenha negado as acusações, a denúncia ressurge constantemente. A situação se agravou nos anos 2010, quando diversos atores que trabalharam com ele passaram a se distanciar publicamente e a indústria começou a rejeitar suas produções. Apesar de nunca ter sido formalmente banido pela Academia, suas indicações no Oscar praticamente desapareceram. Seus últimos filmes deixaram de ser celebrados como antes, e seu espaço em Hollywood encolheu consideravelmente. Dalton Trumbo foi um dos roteiristas mais talentosos e prolíficos de Hollywood, responsável por clássicos como "A Princesa e o Plebeu" e "Spartacus". No entanto, nos anos 1940 e 1950, sua carreira foi brutalmente interrompida quando ele se tornou um dos principais alvos da caça às bruxas promovida pelo macarthismo. Mesmo banido oficialmente, Trumbo continuou escrevendo roteiros sob pseudônimos e venceu dois Oscars sem que seu nome fosse creditado: um por "A Princesa e o Plebeu" (1954), atribuído a outro roteirista, e outro por "Arenas Sangrentas" (1957), assinado por um nome fictício. Sua reabilitação começou quando Kirk Douglas e Otto Preminger desafiaram a lista negra e creditaram seu nome publicamente em "Spartacus" e "Exodos", respectivamente. A Academia, que por anos ignorou sua situação, finalmente o reconheceu em 1975, quando restaurou oficialmente seu crédito pelo Oscar de "Arenas Sangrentas". Em 1993, muitos anos após sua morte, sua vitória por A Princesa e o Plebeu" também foi corrigida. Seu caso exemplifica como Hollywood pode transformar talentos em personas non gratas por motivos políticos – e como, muitas vezes, essa rejeição só é revertida décadas depois. Diferente de outros nomes desta lista, Carmine Caridi não se tornou persona non grata por escândalos pessoais ou políticos, mas sim por violar uma das regras mais rígidas da Academia: o sigilo na distribuição de cópias dos filmes indicados ao Oscar. Ator veterano de Hollywood, com participações em filmes como "O Poderoso Chefão – Parte II" e diversas séries de TV, Caridi era um membro votante da Academia. Como parte do processo de votação, ele recebia cópias dos filmes concorrentes, conhecidas como screeners. No entanto, entre 2003 e 2004, uma investigação revelou que essas cópias estavam vazando para a internet, e o FBI rastreou a origem dos arquivos até Caridi. Caridi afirmou que não tinha intenção de lucrar com isso – segundo ele, apenas enviava os filmes para um amigo, sem saber que eles seriam pirateados. Mas a Academia não aceitou sua justificativa e, em 2004, ele se tornou a primeira pessoa oficialmente expulsa da instituição. Garfield foi um dos atores mais carismáticos e talentosos de sua geração, ajudando a trazer um estilo de atuação mais naturalista para o cinema. Com duas indicações ao Oscar ("Quatro Filhos" e "Corpo e Alma"), ele estava no auge de sua carreira nos anos 1940, mas sua trajetória foi brutalmente interrompida pelo macarthismo. Garfield nunca foi membro do Partido Comunista, mas tinha laços com intelectuais e artistas de esquerda, o que bastou para colocá-lo na mira do Comitê de Atividades Antiamericanas (HUAC). Em 1951, ele foi chamado para depor e se recusou a delatar colegas da indústria, uma decisão que selou seu destino. Hollywood rapidamente o colocou na lista negra, tornando impossível que ele conseguisse trabalho nos grandes estúdios. Sem poder atuar no cinema, Garfield tentou retomar sua carreira no teatro, mas o estresse da perseguição afetou sua saúde. Em 1952, com apenas 39 anos, ele morreu de um ataque cardíaco, um desfecho trágico que muitos associam à pressão implacável que sofreu nos últimos anos de sua vida. Garfield nunca teve a chance de reconstruir sua carreira. Seu caso simboliza como Hollywood pode descartar até mesmo suas maiores estrelas quando interesses políticos entram em jogo. Bergman era uma das atrizes mais respeitadas de Hollywood nos anos 1940, com atuações icônicas em filmes como "Casablanca" e "À Meia Luz", pelo qual ganhou seu primeiro Oscar. No entanto, no final da década, sua imagem perfeita foi manchada por um escândalo pessoal que fez com que a indústria – e o público americano – a rejeitassem. Em 1949, enquanto ainda era casada, Bergman iniciou um relacionamento com o diretor italiano Roberto Rossellini durante as filmagens de "Stromboli". O caso gerou enorme indignação nos Estados Unidos, especialmente porque ela engravidou antes de se divorciar. A reação foi tão intensa que ela foi condenada publicamente por figuras influentes, incluindo senadores americanos, que a usaram como símbolo de imoralidade. Sua presença em Hollywood se tornou insustentável, e ela se exilou na Europa, onde continuou trabalhando no cinema italiano. Durante quase sete anos, Bergman foi tratada como uma persona non grata pela indústria americana. No entanto, em 1956, ela fez um retorno triunfal ao vencer seu segundo Oscar por "Anastacia, a Princesa Esquecida". Aos poucos, a Academia e Hollywood a reabsorveram, e ela ainda ganharia mais um Oscar, em 1975, por "Assassinato no Expresso do Oriente". Seu caso mostra como, durante décadas, a indústria tratou de maneira extremamente dura questões pessoais de mulheres, enquanto figuras masculinas raramente enfrentavam punições semelhantes. Cosby foi, por décadas, uma das figuras mais queridas da televisão americana, um verdadeiro ícone da cultura pop. Seu trabalho em The Cosby Show não só fez dele um dos comediantes mais bem-sucedidos da história, mas também quebrou barreiras para atores negros na TV. No entanto, sua imagem de "pai da América" foi completamente destruída quando dezenas de mulheres vieram a público acusá-lo de abuso sexual. Os relatos, que se estendem por décadas, detalham um padrão em que Cosby drogava e abusava de mulheres, aproveitando-se de sua fama e influência para evitar consequências. Cosby nunca teve uma grande presença no Oscar, já que sua carreira esteve mais voltada para a televisão e o stand-up. No entanto, sua destruição pública foi semelhante à de Harvey Weinstein: prêmios foram revogados, homenagens foram retiradas e seu nome foi retirado da Academia. Brando foi um dos maiores atores da história do cinema, revolucionando a atuação com performances marcantes em filmes como "Uma Rua Chamada Pecado" e "Sindicato de Ladrões". No entanto, sua relação com a Academia sofreu um grande abalo em 1973, quando ele recusou o Oscar de Melhor Ator por "O Poderoso Chefão" em um gesto de protesto. Na noite da cerimônia, em vez de comparecer, Brando enviou ao palco Sacheen Littlefeather, uma ativista indígena, para recusar a estatueta e discursar sobre a forma como Hollywood retratava os povos nativos americanos. A atitude gerou uma reação intensa – parte da plateia aplaudiu, mas muitos vaiaram. A recusa de Brando foi vista como um grande desafio à Academia, algo que não foi bem recebido pela indústria. Embora nunca tenha sido oficialmente banido, Brando passou a ser evitado por muitos estúdios e só voltaria ao Oscar anos depois, mas sem recuperar totalmente o prestígio dentro de Hollywood. Seu protesto marcou um dos momentos mais controversos da história da premiação e ajudou a consolidar sua imagem de rebelde dentro da indústria. Scott era conhecido tanto por seu talento quanto por sua personalidade forte e aversão à indústria de Hollywood. Em 1971, ele recusou formalmente um Oscar, ao vencer a categoria de Melhor Ator por "Patton – Rebelde ou Herói?". Scott já havia manifestado seu desprezo pela premiação anos antes, quando recusou uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por "Desafio à Corrupção" (1962). Para ele, a competição entre atores era absurda e transformava a arte da atuação em um espetáculo comercial. Mesmo assim, em 1971, a Academia o indicou novamente por Patton. Ele tentou avisar que não aceitaria o prêmio, mas, quando seu nome foi anunciado como vencedor, simplesmente não compareceu à cerimônia. A decisão de Scott chocou Hollywood. No entanto, ao contrário de outros casos de "persona non grata", ele não sofreu boicotes ou perseguições – apenas se afastou voluntariamente do circuito das premiações e manteve sua postura até o fim da carreira. Seu caso mostrou que, para alguns artistas, o Oscar nunca foi o ápice da realização profissional, por mais que a Academia insistisse em premiá-los. Polanski foi um dos diretores mais aclamados de sua geração, responsável por clássicos como "O Bebê de Rosemary" e "Chinatown". No entanto, sua trajetória na indústria foi marcada por um escândalo que resultou em sua fuga dos Estados Unidos e em sua transformação definitiva em uma persona non grata para a Academia. Em 1977, Polanski foi preso e acusado de ter estuprado uma menina de 13 anos. Ele chegou a confessar o crime como parte de um acordo judicial, mas, temendo uma sentença mais severa, fugiu dos Estados Unidos antes do julgamento final e nunca mais retornou. Mesmo como foragido da justiça americana, ele continuou sua carreira na Europa e seguiu sendo premiado – chegando até a vencer o Oscar de Melhor Diretor por "O Pianista" em 2003. Como não podia entrar nos EUA, não compareceu à cerimônia, mas foi aplaudido de pé pelos presentes, o que gerou controvérsia na época. Por décadas, Hollywood manteve uma postura ambígua em relação a Polanski, dividida entre sua genialidade cinematográfica e a gravidade das acusações contra ele. No entanto, em 2018, com a força do movimento #MeToo e a pressão para que a Academia revisse sua conivência com figuras problemáticas, Polanski foi oficialmente expulso da lista de membros do Oscar. Weinstein foi um dos produtores mais poderosos da indústria cinematográfica, responsável por transformar a Miramax e a The Weinstein Company em verdadeiras máquinas de Oscar. Com seu estilo agressivo de campanha, ele ajudou a levar dezenas de filmes ao reconhecimento máximo da Academia, incluindo "Shakespeare Apaixonado". No entanto, por trás dessa fachada de sucesso, havia um padrão de abusos que, quando veio à tona, causou um dos maiores colapsos da história de Hollywood. Em 2017, uma série de reportagens revelou que Weinstein havia cometido dezenas de abusos sexuais ao longo de décadas, usando seu poder para silenciar vítimas e impedir que suas carreiras progredissem caso recusassem suas investidas. O escândalo foi tão avassalador que deu origem ao movimento #MeToo, mudando para sempre a forma como Hollywood lida com casos de assédio e abuso. A Academia reagiu rapidamente, expulsando Weinstein de sua lista de membros – uma decisão sem precedentes para alguém com tanta influência dentro do Oscar. Sua queda foi definitiva: ele perdeu seu império, foi condenado a décadas de prisão e se tornou o maior símbolo do colapso de uma cultura de impunidade dentro da indústria. Diferente de outros nomes nesta lista, Weinstein não foi apenas rejeitado por Hollywood – ele foi completamente apagado dela. Seu nome, outrora sinônimo de prestígio, hoje representa um dos capítulos mais sombrios da história do cinema. Kazan foi um dos diretores mais importantes da era clássica de Hollywood, responsável por obras-primas como "Uma Rua Chamada Pecado" e "Sindicato de Ladrões". No entanto, seu legado sempre esteve envolto em controvérsia por causa de seu papel na perseguição política promovida pelo macarthismo nos anos 1950. Em 1952, Kazan foi chamado para depor no Comitê de Atividades Antiamericanas (HUAC), que investigava supostas influências comunistas na indústria do entretenimento. Pressionado, ele escolheu cooperar com o comitê e delatou ex-colegas que haviam sido membros do Partido Comunista, entregando nomes que acabaram sendo colocados na lista negra de Hollywood. Sua decisão gerou indignação entre muitos artistas, que o consideraram um traidor. Embora sua carreira tenha continuado, Kazan nunca conseguiu se livrar do estigma de seu depoimento. Quando recebeu um Oscar Honorário em 1999, décadas depois do ocorrido, a cerimônia foi marcada por um misto de aplausos e silêncio constrangedor – alguns dos presentes se recusaram a aplaudi-lo, mostrando que parte da Academia o via como persona non grata. Seu caso simboliza um dos momentos mais divisivos da história de Hollywood: enquanto alguns o viam como um sobrevivente do macarthismo, outros jamais o perdoaram por ter ajudado a destruir carreiras. Kimmel era um diretor de fotografia talentoso, conhecido por seu trabalho em filmes como "Capote" (2005) e "Não me Abandone Jamais" (2010). No entanto, sua carreira terminou quando veio à tona seu passado criminal, tornando-o uma verdadeira persona non grata dentro da indústria cinematográfica.
Kimmel foi preso por crimes sexuais envolvendo menores de idade. As revelações foram devastadoras para sua reputação, e ele rapidamente foi afastado de Hollywood. Desde então, seu nome foi praticamente apagado da indústria, sem novos trabalhos ou qualquer tentativa de reabilitação pública. Diferente de outros casos nesta lista, Kimmel nunca foi um nome amplamente conhecido pelo público, mas sua exclusão foi total e definitiva. A Academia o baniu em 2021.
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