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O Festival de Cinema de Berlim segue acontencendo, já em seu quarto dia, e, de fora, por enquanto sem tantos destaques.
“Mouse”, de Kelly O’Sullivan, parece ter recebido as críticas mais positivas. Este é o seu terceiro longa-metragem, depois dos bem recebidos “Saint Frances” e “Ghostlight”. Mas quem chamou atenção no final de semana, recebendo algumas das críticas mais positivas do festival, é "Rose", de Markus Schleinzer, mais especificamente Sandra Hüller, que está sendo aclamada por sua atuação como uma mulher do século XVII que se disfarça de soldado. É um filme em preto e branco centrado em Rose (Hüller), uma misteriosa soldado disfarçada de homem, que chega a uma remota vila protestante. Alegando ser a herdeira de uma fazenda abandonada há muito tempo, ela apresenta um documento para comprovar sua alegação aos aldeões céticos. Ansiando por estabilidade e um senso de pertencimento, Rose se esforça para se integrar à comunidade cautelosa. A maioria das críticas se concentra em Sandra, que é chamada de fenomenal e que entrega uma aula de atuação. Hüller terá um 2026 incrível. Não se trata apenas de "Rose", mas nos próximos 12 meses ela terá papéis em "Digger", de Alejandro G. Iñárritu, "Devoradores de Estrelas", de Lord e Miller, e "1949", de Pawel Pawlikowski. Ou seja, já estamos de olho em Sandra para o Oscar 2027. Berlim não costuma ser um Festival tão próximo do Oscar, mas estamos em uma temporada onde "Blue Moon" estrou no Festival no começo do ano passado, e Ethan Hawke foi indicado ao Oscar de Melhor Ator.
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