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Estamos no tempo entre as temporadas de prêmios e esperando Cannes começar os trabalhos, mas nem por isso o Oscar deixa de ser assunto. Nessa semana tivemos alguns comentários interessantes a respeito do Oscar: Começando por Gwyneth Paltrow, que venceu o Oscar em 1999 por "Shakespeare Apaixonado". Uma vitória sempre polêmica, pelo filme ter tido uma campanha agressiva por parte dos Weinstein, e pela atriz ter vencido no ano que Fernanda Montenegro estava concorrendo. Paltrow deu uma entrevista para a Vanity Fair, onde diz que a vitória não foi tão boa: "Eu tive uma validação tão cedo que quase não foi uma coisa boa. Simplesmente não é tão glamoroso quanto parece. Existe um nível saudável de ambição, tipo: ‘Eu sei quem sou’ e ‘Eu quero o mundo’. E então há outro aspecto que vem de feridas… ‘Quero isso para preencher um vazio, para que outras pessoas me considerem valiosa, para que seja amada.’ Acho que eu ficava oscilando muito entre essas duas coisas". Provavelmente ajuda o fato também de que a carreira de Paltrow simplesmente não decolou. Ela não voltou a ter uma temporada de prêmios e nem esteve em filmes de grande sucesso. Talvez, seu grande trabalho depois do Oscar tenha sido estar nos filmes do "Homem de Ferro". Quem também comentou sobre o Oscar foi Cate Blanchett. A duas vezes vencedora do Oscar disse que gostaria que a premiação não fosse mais televisionada. A conversa começou quando Blanchett disse que sente saudades de ter privacidade nos lugares, sem telefones ou correndo o risco de alguém te gravar. "Era isso que eu amava no final dos anos 1980. Ir a todas as danceterias em Sidney [na Austrália, terra natal da estrela] durante o Mardi Gras. As pessoas simplesmente só estavam lá". "Elas eram tão presentes, sabe. Elas só estavam lá juntas, coletivamente, aproveitando o momento. Não era agressivo. Ninguém estava sendo gravado. Ninguém ligava para o que o outro fazia", ela completou. “Eu sei que isso é uma blasfêmia, mas vamos voltar para quando os eventos não eram televisionados. Vamos só fazer uma festa, na qual as pessoas podem só aproveitar”, sugeriu Blanchett. “A indústria está tão dispersa... o que eu acho que, potencialmente, pode ser excitante ou depressivo, mas é um momento crucial”, disparou a atriz. “Então, nós precisamos nos unir e celebrar isso que nós fazemos, sem precisarmos mostrar isso para o público”, acrescentou. “Eu adoro o modo como é tudo feito. Nós descobrindo só no final quem ganhou e quem perdeu. Mas seria tão incrível se isso ocorresse num espaço privado. [Seria] absolutamente uma noite bem diferente”, finalizou ela. Por fim, Hans Zimmer finalmente falou sobre a polêmica de "Duna - parte 2" ter sido desclassificado do Oscar de Trilha Sonora. A Academia utilizou do regulamento que diz que Em casos como sequências e franquias de qualquer mídia, a partitura não deve utilizar mais de 20% de temas pré-existentes e músicas emprestadas de partituras anteriores da franquia. Em entrevista, quando questionado sobre esse tópico sensível, Zimmer disse que: "Não é um tópico sensível. É apenas um tópico completamente estúpido. Eu fui desclassificado porque estava usando material do primeiro filme no segundo filme, mas não é uma sequência. É a conclusão, ambos os filmes formam um arco único. Então, eu deveria ir lá e tirar todos os temas dos personagens e escrever novos temas para os personagens e desenvolvê-los? É apenas uma regra estúpida. O que eu não quero fazer é ficar reclamando sobre isso".
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