Apesar de "Na Mira do Chefe" ter todo um clima, ambiente e se passar durante a época de Natal, não devemos realmente esperar um espírito de bondade vindo da trama. Em Bruges, Bélgica. Ray - interpretado por Colin Farrell - e Ken - vivido por Brendan Gleeson - são dois matadores enviados à cidade por seu chefe, Harry Waters - atuado por Ralph Fiennes -, para que possam descansar após um trabalho difícil. Deslocados, eles passam a agir como turistas. Ray ainda está assustado com a carnificina de seu trabalho anterior, o que faz com que deteste tudo em Bruges, mas Ken cada vez mais se apaixona pela calmaria e beleza da cidade. Mas as coisas se complicam cada vez quando deixam de seguir as regras do chefe. Uma curiosidade é que Bruges é conhecida pela sua excelência em viver o mês dezembro da forma mais bela possível. Assim, a arrumação de Natal é sempre cada vez mais criativa. Aproveitando isso, a fim de criar a sensação dessa temporada no longa, as decorações de Natal foram mantidas em algumas ruas de Bruges até o final de março. O conselho da cidade teve até de fazer um comunicado oficial explicando o motivo aos cidadãos. Com uma história dessas a Academia se sentiu conquistada e o nomeou a Melhor Roteiro Original (escrito e dirigido por Martin McDonagh, vencedor do Oscar de Melhor Curta-Metragem) - mas perdeu para "Milk: A Voz da Igualdade". Se você quiser fazer o seu Natal bem diferente, essa é a opção para você assistir.
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Aproveitando as comemorações do dia de Ação de Graças e a proximidade do lançamento de "Vício Inerente" nos Estados Unidos, a Warner Bros. divulgou o novo banner do mais recente longa de Paul Thomas Anderson. No cartaz, todos os personagens do filme aparecem em uma mesa reproduzindo “A Última Ceia”, famoso afresco de Leonardo Da Vinci.
Além do banner, outra novidade sobre o filme esta semana foram as entrevistas feitas pelo jornalista David Poland com os atores Katherine Waterson, a grande revelação do filme, e Josh Brolin, que promete ser a aposta da campanha do longa na categoria ator coadjuvante do Oscar 2015. “Vício Inerente” é baseado no romance homônimo de Thomas Pynchon e conta a história de um detetive viciado em drogas de Los Angeles que investiga o desaparecimento da sua namorada. No elenco, além dos atores já citados, estão Joaquin Phoenix, que vive o protagonista do filme, Reese Whiterspoon, Benicio Del Toro, Jena Malone, Owen Wilson, Maya Rudolph e Martin Short. “Vício Inerente” estreia em 12 de dezembro em algumas cidades norte-americanas e expande o seu circuito de exibição no dia 09 de janeiro de 2015. O longa só chega no Brasil no dia 19 de fevereiro de 2015. Veja os vídeos, abaixo:
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Apesar de não se passar inteiramente no Natal, o seu desfecho se passa durante. O longa foi um grande vencedor do Oscar de 1945, e levou as estatuetas máximas, incluindo Melhor Filme, Diretor e Ator (Crosby). No dia da cerimônia do Oscar, Crosby foi jogar golfe. Vestido casualmente e sem sua peruca, ele não tinha planos para participar da cerimônia. Ele foi localizado apenas um par de horas antes da premiação. E ele só foi depois de um telefonema de sua mãe, que o ameaçou que nunca mais ouviria falar dela se não comparecesse ao Oscar. Ele colocou rapidamente um terno, mas esqueceu a sua peruca, e então correu para o teatro, onde ganhou sua estatueta. O sucesso do longa foi tão grande que foi feita uma continuação ainda em 1945, com "Os Sinos de Santa Maria" - que recebeu oito indicações e venceu um (Melhor Som) no Oscar de 1946. O musical "O Bom Pastor" fala sobre a esperança e a bondade nos momentos mais difíceis, e não é difícil entender por que é tão associado nesta época do ano.
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Existe um filme que está entre os longas mais bem resenhados de 2014 que pode ser carta fora do baralho do Oscar 2015. “Guardiões da Galáxia” da Marvel está entre os queridinhos da crítica nesse ano, superando até mesmo alguns títulos que são apontados como presença certa na lista de finalistas da premiação, como “Foxcatcher”, “O Jogo da Imitação” e “A Teoria de Tudo”, todos com menos de 90% (pontuação de “Guardiões”) em avaliação positiva no somatórios de críticas. Esta comparação fez Jenelle Riley da Variety indagar esta semana o que pode ter de errado com a Academia a ponto dela fechar os olhos para um bom filme por simples “birra” com o que é rotulado como “mero entretenimento”.
As maiores chances de “Guardiões da Galáxia”, portanto, acabam sendo óbvias, a categoria efeitos visuais, é o que diz o THR. O trabalho da equipe na criação do universo mostrado no filme e seus personagens, entre eles, Groot e Rocket estão entre os grandes feitos do filme da Marvel. Um Oscar de efeitos especiais teria um gosto especial para o estúdio de Stan Lee e cia., já que uma das maiores gigantes do cinema atual não tem uma estatueta sequer na prateleira. Com apenas quatro indicações no currículo (três pelos filmes do “Homem de Ferro” e uma por “Os Vingadores”, todas na categoria efeitos visuais), nenhuma vitória e com o enorme sucesso que o filme de James Gunn fez entre o público e a crítica, é bem possível que o primeiro Oscar dessa nova fase da Marvel esteja em “Guardiões da Galáxia” e nos seus efeitos visuais, sobretudo por falarmos de um ano que não tem candidatos a melhor efeitos visuais com potenciais chances em melhor filme, como aconteceu com “As Aventuras de Pi”, “Gravidade”, “Avatar” ou “O Curioso Caso de Benjamin Button”. Por fora, “Guardiões da Galáxia” pode ter boas chances em Maquiagem, Figurino e nas categorias de som (edição e Mixagem). Os especialistas esperam que o lançamento do Blu-Ray e do DVD do filme, previsto para 03 de dezembro, e suas vendas no Natal aumentem ainda mais os recordes do longa e concretize as suas chances na temporada de prêmios.
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Estrelado pelos jovens em ascensão, Johnny Depp e Winona Ryder, a história tem início com Peg Boggs (Dianne Wiest), uma vendedora da Avon, que acidentalmente descobre Edward (Johnny Depp), jovem que mora sozinho em um castelo no topo de uma montanha, criado por um inventor (Vincent Price) que morreu antes de dar mãos ao estranho ser, que possui apenas enormes lâminas no lugar delas. Isto o impede de poder se aproximar dos humanos, a não ser para criar revolucionários cortes de cabelos, mas ele dá vazão à sua solidão interior ao podar a vegetação em forma de figuras ou esculpir lindas imagens no gelo. No entanto, Edward é vítima da sua inocência e, se é amado por uns, é perseguido e usado por outros. Nos EUA, a produção acabou virando um clássico natalino. E muito se deve pela trama do filme começar e terminar durante o dia de Natal. Além disso, as cenas mais belas acontecem quando Edward cria as estátuas de gelo durante o feriado, mas também temos os momentos mais tensos deste conto natalino - que é narrado por uma velhinha extremamente envolvida com o drama. O filme só recebeu uma indicação ao Oscar, e a Academia recebeu muitas críticas ao não dar indicações para Deep em Ator e Roteiro Original para Burton. Poucos sabem, mas Deep teve de lutar pelo papel, já que Tom Cruise, Jim Carrey e Robert Downey Jr. foram considerados para o papel principal. E quase Winona não participou do filme, pois participaria de "O Poderoso Chefão III" - sendo convencida pelo seu amigo Deep a desistir e a se atrelar ao projeto de Burton. Relembre uma das cenas natalinas mais famosas do filme, abaixo:
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A força está de volta. Nessa semana, os trailers de “Star Wars: Episódio VII - O Despertar da Força” e “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” foram divulgados, causando ansiedade nos fãs e o começo das especulações para o Oscar 2016, já que os outros filmes das sagas foram bem recebidos pela premiação.
As duas séries revolucionaram o cinema: além de criar uma indústria de efeitos visuais e de som, o sucesso de bilheteria resgatou o cinema americano, que andava por baixa na década de 1970 e no fim da década de 1980. Em 1977, ninguém acreditava em George Lucas. Seu filme era visto como infantil e estranho. Como aquela história cheia de robôs, seres bizarros e galáxias que não existem poderia fazer sucesso? Com orçamento apertado e sendo tratado como "filme B", "Guerra nas Estrelas" (como foi chamado no Brasil) arrasou a indústria: filas, frenesi e maior bilheteria de todos os tempos até então. No Oscar foram 10 indicações, um recorde para um filme "despretensioso" e de ficção científica. O filme papou 6 prêmios: Melhor Som, Melhor Figurino, Melhor Edição, Melhores Efeitos Visuais e Melhor Direção de Arte. John Willians ainda ganhou pela trilha sonora, até hoje famosa, e Ben Burtt ganhou um Oscar honorário pelo trabalho de efeitos de som. As outras indicações foram para Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Diretor e Melhor Ator Coadjuvante, para o veterano Alec Guiness.
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Basicamente, a história segue um jovem casal que é obrigado a se separar quando o marido é designado como correspondente do jornal em Tóquio. Meses depois, ela o reencontra, grávida, mas perde o filho num terremoto. Eles então decidem adotar uma criança. Assim, o desespero dos dois começa.
Esse verdadeiro drama é estrelado por Cary Grant e Irene Dunne - dupla que contracenou como casal por três vezes no cinema, sendo essa a última. Apesar do filme não ser inteiramente passado no Natal, muitas cenas importantes acontecem durante o feriado. Com o passar dos anos, o longa foi abraçado e associado pelos americanos nas reprises da televisão durante o Natal. E atualmente, o filme é uma presença contaste e tradicional como muitos clássicos americanos nesta data. Há muitos fatos interessantes ligados ao longa, como por exemplo, a primeira indicação ao Oscar de Melhor Ator para Cary Grant - que se entrega neste papel. Grant foi esnobado diversas vezes pela Academia, que pouco foi reconhecido por diversas atuações merecidas e soberbas. Outro fato é que a atriz Irene Dunne considerava esse um dos seus trabalhos favoritos, pois a lembrava de sua própria filha adotiva. Além disso, devemos lembrar que "Serenata Prateada" foi dirigido pelo grande George Stevens, vencedor de dois Oscars por "Assim Caminha a Humanidade" e "Um Lugar ao Sol", e diretor de diversos clássicos de cinema. Por fim, houve uma briga entre a Columbia (que distribuiu o longa) e a produtora de Stevens pelos direitos. Como nenhum dos dois conseguiu renovar, o filme caiu em domínio público em 1968. Assim, você pode assistir inteiro (abaixo). Aproveite!
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Será que Meryl Streep ganhará o seu quarto Oscar?
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Uma marca estava sendo quebrada quando Barbra Streisand anunciou Katherine Bigelow como vencedora do Oscar de Melhor Diretor em 2010 por "Guerra ao Terror": pela primeira vez, uma mulher ganhava o prêmio máximo de direção do cinema. Um feito e tanto que pode ser superado nesse ano. Apenas 4 mulheres foram indicadas ao prêmio de direção no Oscar: Lina Wertmüller foi a primeira, nomeada em 1976 pelo filme "Pasquialino Sete Belezas". Depois, Jane Campion por "O Piano" em 1993, e Sofia Coppola por "Encontros e Desencontros" em 2003. Só Bigelow venceu. O preconceito em Hollywood é antigo e tem até nome: "celluloid ceiling" (teto do celulóide). Parte disso vem das origens arcaicas do sistema, que remonta à década de 1930, quando os Estados Unidos segregavam minorias em todos os setores da sociedade. Para Martha Lauzen, diretora do Centro de Estudos das Mulheres na Televisão e no Cinema da Universidade Estadual de San Diego, grande parte do problema é negá-lo: "Eu tenho escutado editores das publicações mais influentes, bem como executivos dos estúdios dizerem que não há problema. Eles dão os nomes de quatro ou cinco diretoras de alto nível que por acaso são mulheres e dão de ombros". A vitória de Bigelow foi um marco que pode ser superado esse ano: duas mulheres estão entre as favoritas para a categoria de Melhor Diretor do Oscar 2015: Angelina Jolie, por "Invencível", e Ava DuVernay, por "Selma". Se as duas forem indicadas, esse poderá ser considerado o melhor ano já visto em uma premiação do Oscar para as mulheres na Direção - pois nunca houve mais que uma nomeada na categoria no mesmo ano. Ambas são diretoras "novatas", e precisarão de muito apoio da Academia para serem consideradas candidatas em potencial para a estatueta. Diferente de Ava, Jolie já ganhou um Oscar de atuação, por "Garota, Interrompida" em Melhor Atriz Coadjuvante. Infelizmente, as possíveis indicações não significam que o preconceito estará superado. É um processo longo e que leva tempo, como explica Lauzen: "As atitudes em relação ao gênero estão muito arraigadas e quando mudam, mudam muito lentamente". Enquanto Hollywood caminha a passos lentos, o resto do mundo continua se rendendo ao talento feminino atrás das câmeras. Mira Nair, Lynne Ramsay, Isabel Coixet, Lisa Cholodenko, Chantal Akerman, Marguerite Duras e Carla Camurati são algumas mulheres aclamadas pelos seus filmes. É muito talento para ser descoberto e reconhecido. Leonardo Miranda - Colaborador do CETI
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Richard Linklater, escritor e diretor de "Boyhood - Da Infância à Juventude", vai começar 2015 com o pé direito. No dia 3 de janeiro ele receberá o prêmio Sonny Bono Visionário no 26° Festival Internacional de Palm Springs.
“O último filme de Richard Linklater é o aclamado pela crítica, Boyhood, um épico filmado num período de 12 anos com o mesmo elenco”, afirmou Harold Matzner, presidente do Festival. “Por suas inovações criativas na direção, O Festival Internacional de Cinema de Palm Springs tem o orgulho de entregar a Richard Linklater o Prêmio Sonny Bono Visionário”. Continuou ele. O Festival ocorre na Califórnia desde 1989 e entre os agraciados com o prêmio de visionário estão, Quentin Tarantino, Danny Boyle, Tom Hooper e Michel Hazanavicius. E para quem deseja conhecer um pouco mais do trabalho de Linklater, alguns dos mais famosos filmes dele é a franquia, "Antes do Amanhecer", "Antes do Pôr-do-Sol", "Antes da Meia-Noite", também estão, "Slacker" e "Waking Life." O Festival Internacional de Palm Springs começa no dia 2 de Janeiro.
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Quando Matthew McConaughey levou o Oscar 2014 de Melhor Ator por "Clube de Compras Dallas", as redes sociais logo apelidaram o evento de "McConaissance": uma reviravolta na vida do ator, que saiu de um galã surfista para ator de respeito em projetos autorais. O Oscar ama histórias de redenção e grandes retornos.
Nesse ano, quem pode surpreender com uma grande virada é Jennifer Aniston: estrela de Friends, ex de Brad Pitt, sex-symbol e atriz de comédias, ela passar a cada vez mais ganhar força no Oscar 2015 pelo seu papel em "Cake", um drama independente dirigido por Daniel Barnz. No filme, Aniston interpreta uma mulher depressiva e devastada pela morte de uma das integrantes de seu grupo de ajuda. Ela batalha contra a esquizofrenia e desenvolve uma relação ambígua com o ex-marido da falecida, vivido por Sam Worthington.
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Após ter a data de estreia adiada para janeiro de 2015 nos Estados Unidos e perder a voz de Colin Firth na dublagem do seu protagonista – o vencedor do Oscar foi rapidamente substituído pelo ator Ben Whishaw - , “As Aventuras de Paddington” anda surpreendendo a mídia inglesa com a excelente recepção dos críticos.
Para quem ainda não está familiarizado, Paddington é uma espécie de ícone inglês das histórias infantis. O longa inglês é dirigido por Paul King, baseado nos livros escritos por Michael Bond, e conta a história de um urso imigrante adotado por uma família inglesa. Assim que põe os pés em Londres, Paddington torna-se objeto de cobiça da perversa taxidermista Milicent. A surpresa pela recepção não se deve apenas aos inúmeros percalços que a produção enfrentou para chegar às telas, mas também ao tímido investimento das distribuidoras em sua campanha publicitária, o que deu a entender para muitos que os produtores não estavam acreditando tanto assim no material que tinham em mãos.
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A atriz Renée Zellweger estava em seu melhor momento numa carreira ascendente no cinema, com um papel inesquecível da descontrolada Bidget Jones. Apesar da comédia não começar exatamente no Natal, a trama parte do Ano Novo, atravessa um ano inteiro e passa por um novo Natal - onde são colocadas cenas importantes para resolução de toda a trama. O longa apresenta o típico Natal inglês com as reuniões de família e coros natalinos em frente das casas em pleno inverno rigoroso. Zellweger fez um feito impressionante ao receber sua primeira indicação ao Oscar. Ela é uma das poucas que pode dizer que conseguiu ser nomeada a Melhor Atriz por um legítimo filme de comédia. Naquele ano, ela concorria com nomes de peso: Sissy Spacek por "Entre Quatro Paredes", Judi Dench por "Iris", Nicole Kidman por "Moulin Rouge: Amor em Vermelho" e Halle Berry por "A Última Ceia" - que acabou levando a estatueta. Além disso, Renée pode se orgulhar de ter conseguido pegar o papel das seguintes atrizes consideradas: Kate Winslet, Juliette Binoche, Patricia Arquette, Rosanna Arquette, Saffron Burrows, Julie Benz, Nicollette Sheridan, Selma Blair, Helena Bonham Carter, Catherine Zeta-Jones, Nicole Kidman, Rachel Griffiths, Emma Thompson, Toni Collette, Amanda Donohoe, Emily Mortimer, Claire Forlani, Tilda Swinton, Elizabeth Hurley, Lucy Lawless, Naomi Watts, Catherine McCormack, Janet McTeer, Sophie Marceau, Sally Phillips, Julia Ormond, Joely Richardson, Miranda Richardson, Kristin Scott Thomas, Emily Watson, Olivia Williams, Rachel Weisz e Alex Kingston. Aproveite para começar a sua temporada Natalina e assista essa divertida comédia!
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Como é tradição todo ano, o THR organiza mesas redondas com alguns dos principais candidatos a indicações ao Oscar como uma espécie de “esquenta” das premiações. Nesta terça-feira (25), o veículo divulgou o vídeo completo da mesa redonda com as atrizes. Entre as candidatas com potencial para nomeações em Atriz e Atriz Coadjuvante do Oscar 2015, as convidadas foram: Julianne Moore (“Still Alice”), Hilary Swank (“The Homesman”), Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”), Reese Whiterspoon (“Livre”), Amy Adams (“Grandes Olhos”), Laura Dern (“Livre”) e Patricia Arquette (“Boyhood – Da Infância à Juventude”).
Entre os principais assuntos da conversa estavam as recentes reações da mídia e do público a exposição das fotos de Jennifer Lawrence e ao rosto de Renée Zellweger, o trabalho de Whiterspoon como produtora de “Garota Exemplar” e as razões que levaram David Fincher a não escolhê-la para interpretar a protagonista e a entrada de Julianne Moore em “Virada no Jogo”, filme da HBO no qual interpretou a governadora do Alasca Sarah Palin, performance que rendeu um Emmy a atriz em 2012. A ausência mais sentida ficou por conta de Rosamund Pike, que anda circulando pouco nos bastidores da temporada de prêmios em função da sua segunda gravidez (o que segundo alguns pode acabar comprometendo e muito uma possível indicação por “Garota Exemplar"). Por outro lado, Amy Adams participa da mesa pela quarta vez (!), sendo a veterana do grupo. Veja o vídeo de quase 1 hora de conversa, abaixo:
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