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Novembro está quase chegando e a Academia começa a entrar no seu momento mais agitado, as votações. Neste fim de semana eles anunciaram os 170 documentários submetidos a categoria de Melhor Documentário que estão aptos por uma das 5 vagas. Vencedor no ano passado, "O. J. Made in America", de Ezra Edelman, apresentou grande superioridade sobre os demais, ganhando a grande maioria das premiações preliminares. Muitas desta produções ainda não foram lançadas em circuito qualificatório, ou seja, em Los Angeles e Nova York. Mesmo com a aprovação inicial, os recursos enviados devem cumprir os requisitos propostos e cumprir todas as outras regras de qualificação da categoria para avançar no processo de votação. Em dezembro a Academia anuncia uma short-list contendo os 15 filmes que seguem na disputa. Os nomeados para o festivo 90º Prêmio da Academia serão anunciados no 23 de janeiro de 2018, sendo a cerimônia realizado no domingo, 4 de março de 2018. “Abacus: Small Enough to Jail” “Aida’s Secrets” “Al Di Qua” “All the Rage” “All These Sleepless Nights” “AlphaGo” “The American Media and the Second Assassination of President John F. Kennedy” “And the Winner Isn’t” “Angels Within” “Architects of Denial” “Arthur Miller: Writer” “Atomic Homefront” “The B-Side: Elsa Dorfman’s Portrait Photography” “Bang! The Bert Berns Story” “Bending the Arc” “Big Sonia” “Bill Nye: Science Guy” “Birthright: A War Story” “Bobbi Jene” “Bombshell: The Hedy Lamarr Story” “Born in China” “Born to Lead: The Sal Aunese Story” “Boston” “Brimstone & Glory” “Bronx Gothic” “Burden” “California Typewriter” “Can’t Stop, Won’t Stop: A Bad Boy Story” “Casting JonBenet” “Chasing Coral” “Chasing Trane” “Chavela” “Citizen Jane: Battle for the City” “City of Ghosts” “Clive Davis: The Soundtrack of Our Lives” “Cries from Syria” “Cruel & Unusual” “Cuba and the Cameraman” “Dawson City: Frozen Time” “Dealt” “The Death and Life of Marsha P. Johnson” “Destination Unknown” “Dina” “Dolores” “Dream Big: Engineering Our World” “A Dying King: The Shah of Iran” “Eagles of Death Metal: Nos Amis (Our Friends)” “Earth: One Amazing Day” “11/8/16” “Elian” “Embargo” “Eric Clapton: Life in 12 Bars” “Escapes” “Everybody Knows... Elizabeth Murray” “Ex Libris - The New York Public Library” “Extraordinary Ordinary People” “Faces Places” “The Farthest” “The Final Year” “Finding Oscar” “500 Years” “Food Evolution” “For Ahkeem” “The Force” “The Freedom to Marry” “From the Ashes” “Gaga: Five Foot Two” “A German Life” “Get Me Roger Stone” “Gilbert” “God Knows Where I Am” “Good Fortune” “A Gray State” “Hare Krishna! The Mantra, the Movement and the Swami Who Started It All” “Harold and Lillian: A Hollywood Love Story” “Hearing Is Believing” “Hell on Earth: The Fall of Syria and the Rise of ISIS” “Human Flow” “I Am Another You” “I Am Evidence” “I Am Jane Doe” “I Called Him Morgan” “Icarus” “If You’re Not in the Obit, Eat Breakfast” “The Incomparable Rose Hartman” “An Inconvenient Sequel: Truth to Power” “Intent to Destroy” “Jane” “Jeremiah Tower The Last Magnificent” “Jim & Andy: The Great Beyond - Featuring a Very Special, Contractually Obligated Mention of Tony Clifton” “Joan Didion: The Center Will Not Hold” “Joshua: Teenager vs. Superpower” “Karl Marx City” “Kedi” “Keep Quiet” “Kiki” “LA 92” “The Last Dalai Lama?” “The Last Laugh” “Last Men in Aleppo” “Legion of Brothers” “Let It Fall: Los Angeles 1982 - 1992” “Let’s Play Two” “Letters from Baghdad” “Long Strange Trip” “Look & See” “Machines” “Man in Red Bandana” “Mr. Gaga: A True Story of Love and Dance” “Motherland” “Mully” “My Scientology Movie” “Naples ’44” “Neary’s - The Dream at the End of the Rainbow” “Night School” “No Greater Love” “No Stone Unturned” “Nobody Speak: Trials of the Free Press” “Nowhere to Hide” “Obit” “Oklahoma City” “One of Us” “The Paris Opera” “The Pathological Optimist” “Prosperity” “The Pulitzer at 100” “Quest” “Rancher, Farmer, Fisherman” “The Rape of Recy Taylor” “The Reagan Show” “Restless Creature: Wendy Whelan” “Risk” “A River Below” “Rocky Ros Muc” “Rumble: The Indians Who Rocked the World” “Santoalla” “School Life” “Score: A Film Music Documentary” “Served Like a Girl” “The Settlers” “78/52” “Shadowman” “Shot! The Psycho Spiritual Mantra of Rock” “Sidemen: Long Road to Glory” “The Skyjacker’s Tale” “Sled Dogs” “Soufra” “Spettacolo” “Step” “Stopping Traffic: The Movement to End Sex-Trafficking” “Strong Island” “Surviving Peace” “Swim Team” “Take Every Wave: The Life of Laird Hamilton” “Take My Nose... Please!” “They Call Us Monsters” “32 Pills: My Sister’s Suicide” “This Is Everything: Gigi Gorgeous” “Tickling Giants” “Trophy” “Twenty Two” “Unrest” “Vince Giordano - There’s a Future in the Past” “Voyeur” “Wait for Your Laugh” “Wasted! The Story of Food Waste” “Water & Power: A California Heist” “Whitney. “Can I Be Me”” “Whose Streets?” “The Work” Juliana Leão - Equipe CETI!
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Não basta ter o sorriso mais conhecido de Hollywood, o reconhecimento por não só uma, mas três músicas clássicas do cinema, ter sido uma das atrizes mais bem pagas da história e ser uma das artistas mais amadas dos EUA [e mundo], Julia Roberts merece este especial do CETI! e todos os aplausos dos fãs por esta carreira incrível. Toda a felicidade pelos seus 50 anos! Quando ouvimos os primeiros acordes de Pretty Woman de Roy Orbison, tema de "Uma Linda Mulher", I Say a Little Prayer de Aretha Franklin, tema de "O Casamento do Meu Melhor Amigo" ou She, na versão de Elvis Costello e tema de "Um Lugar Chamado Notthing Hill" sabemos que estamos diante da estonteante beleza de Roberts, atriz nascida no estado da Georgia que no final dos anos 90 despontou no cinema para nunca mais perder o posto de "queridinha da América". "Flores de Aço" a levou pela primeira vez ao Oscar, sendo indicada no ano seguinte por "Um Linda Mulher". Este último um verdadeiro clássico do cinema e das comédias românticas, constantemente até hoje lembrado e suspirado por milhões de espectadores em suas repetições incansáveis na tv. Os anos 90 fizeram dela não só a atriz mais popular do cinema, mas a mais bem paga, a primeira a quebrar a barreira dos 20 milhões de dólares. Versátil, fez de tudo na década, trabalhando em produções de época, ação, dramas, comédias e terror. Na virada do século ganhou um papel especial, retratar ela mesma no cinema. A Anna Scott de "Um Lugar Chamado Notthing Hill" não era exatamente Julia, mas era a descrição mais perfeita de tudo o que ela era e simbolizava na época. Logo depois o primeiro Oscar por "Erin Brockovich: Uma Mulher de Talento", numa personagem forte e contundente, que emocionou plateias por todo o mundo. Filmes bons, filmes ruins, personagens interessantes, outros nem tanto, mas Julia sempre foi a preferida do coração de muitos americanos e de muita gente ao redor do mundo. Os anos 2010 começaram com a volta de Julia aos grandes personagens, grandes filmes e aos prêmios, seja no cinema ou tv. "Comer, Rezar e Amar", "Olhos da Justiça", "Álbum de Família" - pelo qual foi mais uma vez indicada ao Oscar e Globo de Ouro - e agora a possibilidade de voltar a premiação da Academia por "Extraordinário". Julia é querida, excelente atriz e profissional dedicada. Não ganhou seus prêmios e o reconhecimento de milhares de fãs a toa. Pessoa de extrema simpatia popularizou o seu sorriso como um dos mais icônicos na história do cinema - Hugh Grant que o diga, conta a história que ele ficava nervoso por beijá-la. "Todos Dizem Eu Te Amo", "Lado a Lado", "Noiva em Fuga", "Onze Homens e Um Segredo", "O Sorriso de Mona Lisa", "Closer", "Duplicidade", "Jogo do Dinheiro", não importa... Onde tem Julia, tem sucesso. Onde tem Julia tem fãs sorrindo de orelha a orelha. Parabéns pelos 50 anos! Top 5 Julia Roberts (IMDB)
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Juliana Leão - Equipe CETI!
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Com pouco mais de 20 anos de carreira internacional, o cineasta mexicano Alejandro González Iñárritu faz história, ele receberá no próximo Governors Awards seu quinto Oscar, desta vez honorário. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas reconhece sua obra "Carne y Arena" como visionária, digna de reconhecimento e experiência inesquecível. "Alejandro Iñárritu e seu diretor de fotografia Emmanuel Lubezki abriram para nós novas portas de percepção cinematográfica. "Carne y Arena", uma experiência de arte e cinema multimídia de Iñárritu, é uma aventura profundamente emocional e fisicamente imersiva no mundo dos migrantes que atravessam o deserto do sudoeste americano na luz do amanhecer. Mais do que até mesmo um avanço criativo na forma ainda emergente da realidade virtual, ele nos liga visivelmente às realidades políticas e sociais da fronteira entre os EUA e México.", afirmou o presidente da Academia, John Bailey. Para quem não sabe, “Carne y Arena” é um curta-metragem de sete minutos que fala sobre a condição humana degradante de imigrantes e refugiados. A experiência de assistir ao curta é uma imersão multi-narrativa em fragmentos da vida dos personagens, utilizando uma tecnologia inédita de VR. A instalação foi exibida no último festival de Cannes. Na época o diretor declarou: “Minha intenção foi experimentar com a tecnologia VR para explorar a condição humana na tentativa de quebrar a ditadura do enquadramento – dentro do qual as coisas são apenas observadas – e reivindicar o espaço para permitir que o visitante passe por uma experiência direta, calçando os sapatos dos imigrantes, sob sua pele e em seus corações”. Iñárritu venceu o Oscar de Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Original por "Birdman" e Melhor Diretor por "O Regresso", além de ser o realizador de grandes produções como "Amores Brutos", "Babel" e "Biutiful". Lubezki tem três, por "Gravidade", "Birdman" e "O Regresso". O Governors Awards acontece no dia 11 de Novembro em Los Angeles. Neste ano também serão homenageados os artistas Charles Burnett, roteirista de "Conspiração Policial"; Owen Roizman, diretor de fotografia de "O Exorcista"; Donald Sutherland, ator de "JFK: A Pergunta que Não Quer Calar"; e Agnes Varda, diretora de "Cléo das 5 às 7" também irão receber um prêmio honorário. Juliana Leão - Equipe CETI!
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Um do filmes mais esperado da temporada finalmente começou a ganhar vida diante dos olhos dos espectadores. "Phantom Thread" marca, infelizmente, a despedida de Daniel Day-Lewis da carreira como ator. O inglês é recordista com três Oscar de Melhor Ator - "Meu Pé Esquerdo", "Sangue Negro" e "Lincoln", além de ser muito amado e admirado por uma legião de fãs por todo o mundo. O adeus virá em grande estilo: numa produção de Paul Thomas Anderson, grande parceiro. Juntos fizeram de "Sangue Negro" um dos melhores filmes do séc. XXI até agora. O trailer já está disponível! Conforme divulgamos ontem, Day-Lewis interpreta o personagem Reynolds Woodcock, um costureiro de renome que, junto com sua irmã Cyril (Lesley Manville), está no centro da moda britânica, vestindo nos anos 50 a realeza de Londres e os socialites. Woodcock tem relações curtas e prolongadas com uma série de mulheres até conhecer Alma (Vicky Krieps). Ele deve trabalhar para reconciliar suas vidas pessoais e empresariais enquanto ele percebe que ele está apaixonado. A trama do longa foi tão forte para o ator, que acabou por determinar a sua precoce aposentadoria. Ele pretende se dedicar ao mundo da moda de agora em diante, estudando para se tornar estilista. O filme chega aos cinemas americanos no dia 25 de dezembro, no Natal, exatamente para entrar forte na temporada de premiações! "Phantom Thread" está cotadíssimo ao Oscar 2018 em Melhor Filme, Direção, Roteiro Original, Figurino e diversas outras categorias, é na de Melhor Ator que tem maior destaque. Afinal, quem não quer ver Day-Lewis encerrar a carreira com o quarto Oscar? Juliana Leão - Equipe CETI!
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A Vanityfair divulgou algumas novidades à respeito do último trabalho de Daniel Day-Lewis, ainda chamado de "Phantom Thread", dirigido por Paul Thomas Anderson. Esse vêm se tornando o filme mais aguardado da temporada. PTA está fazendo um segredo absoluto em suas filmagens, principalmente depois do comunicado oficial de que esse seria o último trabalho de Daniel! A sinopse oficial divulgada pela Vanityfair, diz assim: em Phantom Thread, Day-Lewis interpreta o personagem Reynolds Woodcock, um costureiro de renome que, junto com sua irmã Cyril (Lesley Manville), está no centro da moda britânica, vestindo nos anos 50 a realeza de Londres e os socialites "com o estilo distinto de The House of Woodcock". Woodcock tem relações curtas e prolongadas com uma série de mulheres até encontrar Alma (Vicky Krieps) "que logo se torna indispensável em sua vida como sua musa e amante". Woodcock deve trabalhar para reconciliar suas vidas pessoais e empresariais enquanto ele percebe que ele está apaixonado. A Vanityfair divulgou também uma nota que diz que Daniel decidiu se aposentar após se apaixonar pelo mundo da costura enquanto fazia o filme e deve se dedicar à esse tipo de trabalho. O longa entrará nos cinemas de forma limitada no dia 25 de dezembro, exatamente para entrar forte na temporada de premiações! Danilo Teixeira - equipe CETI!
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Aproveitando a indicação de Margot Robbie ao Gothan Awards nesta manhã, foi divulgado o primeiro teaser de "I, Tonya", biografia da ex-patinadora Tonya Harding. O longa passou recentemente pelo Festival de Toronto com muito sucesso, tanto da crítica especializada, como do público que assistiu. Os destaques são de Margot Robbie e Allison Janney, ambas em atuações primorosas e muito divertidas. Dirigido por Craig Gillespie e com o roteiro de Steven Rogers, a produção mistura comédia e drama para falar da atleta muito controversa. Ao mesmo tempo que era brilhante nas competições, estava sempre em meio a confusões com as outras patinadoras e com a imprensa. A volta de seu marido a sua vida cotidiana traz ainda mais complicações para a sua carreira e para ela mesma. "I, Tonya" chamou ainda atenção pelo seu bom roteiro, pelo trabalho de maquiagem - principalmente Janney - e cabelo, além da direção de arte. No elenco ainda estão os bons nomes de Bobby Carnavalle, Sebastian Stan e Julianne Nicholson. Indicada a melhor atriz no Gothan, Margot Robbie é um nome forte na temporada, sendo sua indicação ao Globo de Ouro dada como certa e suas chances de chegar ao Oscar pela primeiras vez também são muito boas. Isso sem falar de suas chances com "Goodbye Christopher Robin". Allison Janney vem da televisão com muito hype e prêmios, apesar de ter estado em produções cinematográficas importantes. Interpretando a decrépida mãe de Tonya, ela está impagável. Um dos principais filmes indies do ano, "I, Tonya" tem estreia marcada para 8 de dezembro nos EUA, enquanto no Brasil ainda não há previsão. Confira o teaser! Juliana Leão - Equipe CETI!
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O ano passou muito rápido e já é chegada a hora de dar o início a temporada de premiações. A maratona até o Oscar 2018 começa agora! Estamos todos animados. Como tradição, um dos primeiros prêmios a divulgar os seus indicados é o Gotham Awards. Selecionado por júris distintos e apresentado em Nova York, a premiação que é voltada aos filmes independentes, começou sem grandes holofotes, e agora é observado de perto pela comunidade cinematográfica e pelos especialistas da corrida ao Oscar, além de ser adorada pelos atores. Neste ano a premiação prestará homenagem as carreiras de Sofia Coppola, Nicole Kidman, Dustin Hoffman, Al Gore, Jason Blum e Ed Lachman. O longa “Get Out” surpreende e lidera a premiação com 4 indicações. Esta conquista mostra que podemos ter surpresas na temporada, já que o filme estava ficando de fora das principais listas da imprensa estrangeira. Outros nomes em destaque na corrida pela estatueta também foram nomeados ao Gotham: "Projeto Flórida" e "Call Me By Your Name", com 3 indicações cada, e "Mudbound", que teve apenas 1 indicação, mas receberá o prêmio me Melhor Elenco. A corrida pelos prêmios de atuação confirmou alguns nomes fortes como Margot Robbie, Saorsie Ronan e Willem Dafoe. Mas, para que não apostava muito, Adam Sandler e James Franco estão entre os indicados e podem ser grandes surpresas na temporada! Entre os documentários esperados para o Oscar: "Ex Libris" e "The Work" são dois nomes fortes. Cabe lembrar que o Gotham Awards normalmente seleciona candidatos bem alternativos quando comparados ao Oscar, contudo sempre há indicados que aparecem nas duas premiações. Exemplo é que os três últimos vencedores do Gotham, "Birdman", "Spotlight: Segredos Revelados" e "Moonlight" também foram vencedores do Oscar. Da mesma forma como tivemos filmes vencedores do Gotham, que foram esnobados pela Academia depois, como foi o caso de "Moonrise Kingdom" e "Inside Llewyn Davis", que venceram 2012 e 2013 respectivamente e não foram sequer indicados ao Oscar de Melhor Filme. Além de ter acertado os últimos vencedores em Melhor Filme no Oscar, o Gotham previu na edição passada a força de "Manchester à Beira-Mar", inclusive também premiando Casey Affleck, que depois venceu praticamente todos os prêmios de atuação da temporada. Na categoria de Melhor Atriz três das indicadas também foram indicadas ao Oscar e, na categoria de Melhor Documentário, o prêmio foi para "O.J.: Made in America", prevendo também a vitória no Oscar. Os vencedores serão revelados no dia 27 de novembro e o CETI! fará toda a cobertura. Não perca! Confira a lista completa dos indicados, abaixo: MELHOR FILME "Call Me By Your Name" "Projeto Flórida" "Get Out" "Good Time" "I, Tonya" MELHOR DOCUMENTÁRIO "Ex Libris - The New York Public Library" "Rat Film" "Strong Island" "Whose Streets?" "The Work" MELHOR DIRETOR REVELAÇÃO Greta Gerwig - "Lady Bird" Jordan Peele - "Get Out" Joshua Z Weinstein - "Menashe" Kogonada - "Columbus" Maggie Betts - "Novitiate" MELHOR ROTEIRO "The Big Sick" "O Estado das Coisas" "Call Me By Your Name" "Columbus" "Get Out" "Lady Bird" MELHOR ATOR Willem Dafoe - "Projeto Flórida" James Franco - "The Disaster Artist" Daniel Kaluuya - "Get Out" Robert Pattinson - "Good Time" Adam Sandler - "The Meyerowitz Stories" Harry Dean Stanton - "Lucky" MELHOR ATRIZ Melanie Lynskey - "Já Não Me Sinto em Casa Nesse Mundo" Haley Lu Richardson - "Columbus" Margot Robbie - "I, Tonya" Saorsie Ronan - "Lady Bird" Lois Smith - "Marjorie Prime" MELHOR ATOR REVELAÇÃO Timothée Chalame - "Call Me By Your Name" Harris Dickinson - "Beach Rats" Kelvin Harrison Jr. - "It Comes at Night" Brooklynn Prince - "Projeto Flórida" Mary J. Blige - "Mudbound" Prêmio Especial do Júri para o elenco de "Mudbound" Danilo Teixeira - equipe CETI!
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18/10/2017 Oscar 2018: "Bingo: O Rei das Manhãs" é pré-selecionado ao Prêmio Goya, o Oscar espanhol.Quando Daniel Rezende começou a produzir "Bingo: O Rei das Manhãs", muito olharam desconfiados para o que poderia ser o resultado nas telas. Afinal, uma biografia de Arlindo Barreto, o primeiro palhaço Bozo brasileiro não chamava tanta atenção. Entretanto ele foi ganhando forma, ganhando nomes e primeiras imagens e BINGO, o filme estreou e foi um sucesso, tanto que foi o escolhido pelo Brasil como representante no Prêmio Goya e no Oscar. Das terras espanholas vem o primeiro êxito, pois ele está entre os dezesseis pré-selecionados na categoria Melhor Filme Ibero-americano. O feito pode parecer pequeno, contudo é um importante termômetro para saber o quanto a produção pode sobressair dentro, principalmente, do continente. Na lista estão nomes fortes da América como "Zama", de Lucrecia Martel, que representará uma Argentina; "Uma Mulher Fantástica", de Sebastián Lelio, pelo Chile; "Tempestad", de Tatiana Huezo, pelo México e "Guilty Men", de Iván Gaona, pela Colômbia, último pais latino americano a estar entre os cinco indicados ao Oscar. "Bingo: O Rei das Manhãs" caiu nas graças do público brasileiro por trazer para as telas um retrato fiel cheio de ironia e humor do momento pop exagerado presente no universo dos bastidores da televisão brasileira nos anos 80. Ao contar a incrível e surreal história de um homem (em excelente atuação de Vladimir Brichta) que, enquanto procurava seu valor artístico, encontrava sua decadência pessoal, conhecemos um mundo que tínhamos ciência, mas que a "vergonha-alheia" impedia de admitir. O longa é a primeira direção de Daniel Rezende, conhecido e premiado editor de "Cidade de Deus", "Narradores de Javé", "O Ano que Meus Pais Saíram de Férias", "Tropa de Elite", "Ensaio Sobre a Cegueira", "A Árvore da Vida" e "Robocop", tendo sido indicado ao Oscar pelo primeiro. Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha anuncia o vencedor no dia 3 de fevereiro de 2018. Quanto ao Oscar, no início de dezembro eles liberam a pré-lista, anunciando seus indicados no dia 23 de janeiro de 2018 e a cerimônia do Oscar 2018 será realizada em 4 de março. Juliana Leão - Equipe CETI!
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Vocês votaram pelo facebook e agora temos nosso vencedor: Ed Harris! Que será o sexteto à receber um especial de Melhor Ator Coadjuvante no "5 Motivos"! Dirigido por Darren Aronofksy, "mãe!" fala sobre um casal que vive em um imenso casarão no campo. Enquanto a jovem esposa (Jennifer Lawrence) passa os dias restaurando o lugar, afetado por um incêndio no passado, o marido mais velho (Javier Bardem) tenta desesperadamente recuperar a inspiração para voltar a escrever os poemas que o tornaram famoso. Os dias pacíficos se transformam com a chegada de visitantes que se impõem à rotina do casal e escondem suas verdadeiras intenções. Sem mais delongas, confira os 5 motivos que darão o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Ed Harris:
Danilo Teixeira - equipe CETI!
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O mundo do cinema não tinha tantas expectativas em uma nova produção de Woody Allen desde "Blue Jasmine" em 2013. Alguns fatores colaboravam como o fato do filme se passar nos anos 50, ter como pano de fundo Coney Island no Brooklyn, ter a produção da Amazon Studios e o seu elenco, principalmente Kate Winslet, que por muitos anos foi alvo de Allen para protagonizar seus longas. "Roda Gigante" foi exibido no encerramento do Festival de Nova York e o resultado final foi algo aquém do esperado, salvo a atuação da atriz, hoje considerada a favorita para Melhor Atriz no Oscar 2018. Woody Allen tem a incrível característica de lançar um filme por ano desde o início dos anos 70, já são mais de quarenta anos em franca produção. Alguns pontos são bem reconhecíveis como o fato de sempre haver um personagem que representa o alter ego, teremos um atriz em grande destaque e sua trama vai abordar o sentido da vida. Isso não é depreciativo, muito pelo contrário, fez dele o vencedor de quatro Oscar - "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa", "Hannah e suas Irmãs" e "Meia Noite em Paris" - em vinte e quatro indicações. Em "Roda Gigante" conhecemos uma mulher insatisfeita com a vida e casada com um operador de carrossel de meia-idade, que se apaixona por um guarda-vidas. Tudo fica mais complicado quando a filha de seu marido vem para morar com eles depois de se envolver com gângsters. Primeiro ponto que precisa ser considerado no filme é o belíssimo trabalho do veterano diretor de fotografia Vittorio Storaro. Unanimidade entre todos os que já assistiram, considerando que seria uma falta de respeito aos fãs se ele ficar de fora dos indicados ao Oscar 2018. "Apesar de caracterizações irregulares, "Roda Gigante" mantém uma sensação convincente graças aos esquemas de cores notáveis de Storaro. Ele levanta o humor do filme, anima com lindas cenas de amor noturnas em tons de azuis, os amarelos brilhantes do calçadão de Coney e os matizes avermelhados que fluem das cenas internas dos quartos em penumbra.", destaca Eric Khon, da Indiewire. O crítico Owen Gleiberman, do Variety, trouxe um visão interessante do trabalho de Allen faz aqui que vale a pena considerar. "Quanto mais filmes que Woody faz, mais pode parecer que ele os produz reorganizando peças sobressalentes de suas obras anteriores, tanto que em "Roda Gigante" você pode assinalá-los enquanto os observa: o triângulo amoroso entre Ginny, Mickey e Carolina traz um eco inconfundível da situação romântica central em "Manhattan"; Ginny, nossa anti-heroína de meia idade lembra "Blue Jasmine" e a subtrama gângster tem todas as características de "Tiros na Broadway". Estes fatores deixou o jornalista em dúvida se aquilo ratificava o bom cinema de Woody ou se demonstrava um cansaço do diretor. Há muito tempo Allen procura Winslet para protagonizar um de seus filmes, como Wislet sempre demonstrou desejo de trabalhar com o diretor. Os fãs ansiaram por este encontro durante todo esse período, visto que os longas do cineasta carregam a tradição de consagrar com Oscar suas atrizes e ela, por toda a sua filmografia e prêmios conquistados, é considerada a melhor atriz de sua geração e por alguns até mesmo uma das melhores em atividade. Por tudo isso sua Ginny era muito esperada. A Indiewire afirma que é o seu melhor personagem nos últimos dez anos; o Variety já aponta que esta é a personagem certa para a Kate de agora, que gosta do ousado e da aspereza, que não quer ser só uma heroína romântica; e David Edelstein, da Vulture, a compara a Cecilia de "A Rosa Púrpura do Cairo", interpretada por Mia Farrow e, segundo o jornalista, melhor personagem feminina do cineasta. "É com humanidade que Winslet trata a sua personagem, porque ao se alternar entre uma comédia giggly e um drama sério, Ginny é uma mulher que precisa ser construída com muito cuidado e sensibilidade para não se tornar caricata. A atriz traz uma versatilidade que faz o público brilhar e sorrir com felicidade diante dos melhores momentos de seu relacionamento com Mickey, além de conseguir provocar momento de raiva verdadeira em meio a trama que envolve Humpty e Carolina.", elogia Kimber Myers, do The Playlist. Já Richard Lawson, do Vanity Fair, afirma que "Winslet não é exatamente o tipo de personificação da classe trabalhadora do Brooklyn, mas como ela construiu uma carreira variada, ela lida com isso através de muito talento. Ela dá a Ginny uma aura das heroínas clássicas de Tennessee Williams." Por fim, "Roda Gigante" não traz nada de novo, é o mesmo e velho Woody Allen que estamos acostumados a ver. A repetição de tramas e tipos de personagens pode cansar, como pode ainda encantar. Justin Timberlake interpreta um Mickey que em essência é o mesmo que Abe Lucas de "O Homem Irracional" e a Ginny de Winslet guarda muito da Jasmine de "Blue Jasmine". Jim Belushi e Juno Temple completam o quarteto sem acrescentar, mas sem comprometer. O resto é nada que não vimos antes, mas talvez seja uma das visitas mais confiantes ao universo de Allen em alguns anos. Aguardemos o que as categorias de melhor atriz, direção e fotografia aguardam para ele, principalmente atriz em que Kate tem grandes chances de levar seu segundo Oscar e continuar a tradição de prêmios para suas musas. Produzida pela Amazon Studios, o filme entra em cartaz com distribuição limitada nos EUA no início de dezembro, para que se torne elegível ao Oscar e demais premiações. No catálogo do serviço de streaming no finzinho do ano. Com toda a polêmica que envolve Harvey Weinstein e o escândalo se assedio sexual a atrizes, a história de Woody voltou a estar em evidência. O futuro de "Roda Gigante" depende de seu autor e de como sua campanha será orquestrada. Juliana Leão - Equipe CETI!
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Vamos finalizar o primeiro "Os 5 Motivos" do ano em grande estilo! Willen Dafoe é, por enquanto, o nome mais forte na corrida rumo ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante... Mas essa corrida está apenas começando e muita coisa ainda pode acontecer! "Projeto Flórida" se passa durante as férias de verão, onde um grupo de crianças, liderado por uma menina de apenas seis anos, vive diversas aventuras em um mundo que se abre cheio de possibilidades e maravilhas perante seus olhos infantis. Enquanto isso, os seus pais e os adultos ao seu redor passam por uma jornada completamente distinta, em tempos difíceis. A garota vive com sua mãe em um hotel de beira de estrada, que é gerenciado pelo personagem de Willem. Dirigido por Sean Baker, do elogiadíssimo "Tangerine", o filme conquistou Cannes e desde então foi abrindo espaço na temporada. Confira então os 5 motivos que darão o Oscar para Willem Dafoe:
Danilo Teixeira - equipe CETI!
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Chegamos ao quarto dia do especial "Os 5 Motivos"! Nessa edição resolvemos começar pela categoria de Ator Coadjuvante, que já se mostra como uma das mais disputadas e incertas da temporada! Hoje falaremos sobre Jason Mitchell. Mitchell está no filme "Mudbound". Dirigido por Dee Rees, o longe se passa após a Segunda Guerra Mundial, onde duas famílias entrelaçam suas histórias vivendo no delta do Rio Mississippi. Dois veteranos da guerra, um negro e um branco, vão trabalhar no local que ainda é regido pelas Leis de Jim Crow, que estabeleciam limites entre brancos e negros. Confira então os 5 motivos que podem dar o Oscar para Jason Mitchell:
Danilo Teixeira - equipe CETI!
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Chegamos ao terceiro dia do especial "Os 5 Motivos"! Esse ano começamos pela categoria de Ator Coadjuvante e depois de passar por Sam Rockwell e Armie Hammer, chegamos à Ben Mendelsohn! Ben está no papel de Rei George VI no filme "O Destino de uma Nação", que conta sobre os trabalhos e a decisão de Winston Churchill durante a segunda guerra mundial. Dirigido por Joe Wright, conhecido principalmente por "Desejo e Reparação" e "Orgulho e Preconceito", o filme fez uma grande estreia nos festivais e agora corre como um dos favoritos rumo ao Oscar 2018! Confira então os 5 motivos que podem dar o Oscar para Ben Mendelsohn:
Danilo Teixeira - equipe CETI!
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Desde a sua estreia nos cinemas, "Mãe!" de Darren Aronofsky tem sido objeto de muita discussão, sem dúvidas um filme que cumpre a intensão de provocar. O resultado da experiência de assisti-lo é polarizada entre os que o consideram um dos melhores filmes de todos os tempos e os que defendem que ele se trata de uma produção descreditada e ruim, muito ruim. Quem resolveu incrementar o debate a respeito dele foi o cineasta Martin Scorsese, que publicou um interessante texto no The Hollywood Reporter. O diretor de "Os Infiltrados" e "Touro Indomável" comentou que se sentiu inquieto com tanta repercussão negativa ao longa, achando exagerada o posicionamento radical das pessoas e uma possível nuance de satisfação de alguns com o fato da produção ter recebido nota F no Cinemascore - um dos mais populares índices de avaliação de filmes. Curioso, ele decidiu passar a experiência de o assistir. "Depois de assistir "Mãe!", eu fiquei ainda mais preocupado com essa pressa que todos tem para julgar o filme. [...] As pessoas saíram das sessões querendo sangue, simplesmente porque o filme não podia ser facilmente definido ou resumido em uma frase de duas palavras. É um filme de terror, ou uma comédia de humor negro, ou uma alegoria bíblica, ou uma fábula sobre decadência moral e destruição ambiental? Talvez seja um pouquinho de cada coisa. Mas certamente não é só uma delas.", diz Scorsese. Em tempos de questionamentos, pelo menos aqui no Brasil, sobre o que é arte e o seu valor; como também todas as polêmicas que envolvem o alto investimento que a Netflix e a Amazon tem feito na indústria, o diretor dá valor a experiência. Ele deixa claro neste ponto de seu artigo ao THR: "É um filme que precisa ser explicado? E quanto à experiência de assistir "Mãe!"? É um filme tão lindamente filmado e atuado, com a câmera subjetiva e os ângulos de ponto de vista reversos... O desenho de som, que leva o espectador aos cantos da casa e te conduz mais e mais profundamente no pesadelo que é o desenvolvimento da história, que se torna cada vez mais desanimadora à medida que o filme passa. [...] Só um cineasta verdadeiro e apaixonado poderia fazer esse filme, que eu ainda estou experienciando semanas depois de tê-lo visto." Ele ainda defende o respeito aos cineastas e as suas obras, afirmando que "bons filmes de cineastas de verdade não foram feitos pra serem decodificados, consumidos rapidamente ou compreendidos instantaneamente. Alguns não são nem feitos para ser gostados imediatamente. Eles são feitos, porque a pessoa atrás da câmera sentiu a necessidade de fazê-lo." Ao declarar exemplificou com "O Mágico de Oz", "A Felicidade Não se Compra" e "Um Corpo Que Cai", todos este foram rejeitados na estreia e hoje são considerados clássicos. O próprio "Blade Runner 2049", elogiadíssimo pela crítica, enfrenta baixa bilheteria. No final ele é categórico ao afirmar que "Notas da crítica no Rotten Tomatoes e do público em Cinemascores vão desaparecer em breve. Enquanto isso, filmes feitos tão passionalmente como "Mãe!" vão continuar a crescer em nossas mentes." Contudo não mesmo com sua posição em defesa da arte, estando ele de acordo com a classe a que pertence, não se pode tirar de consideração que o funcionamento da indústria cinematográfica depende em grande maneira do retorno e lucros advindos das bilheterias. Enquanto isso "Mãe!" segue sendo um sucesso, pelos menos em popularidade, seja ela positiva ou não. A história do relacionamento de um casal, que é testado quando convidados não esperados chegam a sua casa,continua com boas chances no Oscar 2018, agora em categorias específicas como atuação, para Jennifer Lawrence, Javier Bardem, Michelle Pfiffer e Ed Harris; roteiro original para Aronofsky, fotografia e trilha sonora. Estaria Scorsese opinando de maneira romantizada? O cinema se faz arte quando produz filmes como este? Juliana Leão - Equipe CETI!
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Critics Choice Awards é uma premiação bem conhecida e já faz parte do nosso calendário anual. Mas, a partir do ano passado, começaram também a premiação especial para documentários! Logo na primeira edição já acertaram a sincronia com o Oscar, dando 3 prêmios para o filme "O.J.: Made in America", que saiu como Melhor Documentário, Melhor Diretor para Ezra Edelman e Melhor Documentário Esportivo. Além disso, dos 5 indicados ao Oscar de Melhor Documentário, apenas "Eu Não Sou Seu Negro" não esteve entre os indicados do Critics Choice Documentary Awards. O que é um número realmente grande de acertos! Esses acertos, comparados com a Academia e diversas das outras premiações que vieram depois, nos fizeram decidir prestar atenção nos indicados desse ano e começar, a partir de hoje, o Termômetro Oscar 2018 de Melhor Documentário! O líder de indicações desse ano é o filme "Kedi", que retrata a capital de Istambul com seus milhares de gatos que vagam livremente pela metrópole. O longa está com 4 indicações, sendo Melhor Documentário, Melhor Diretor, Melhor Primeiro Documentário e Documentário Inovador. Depois, com 3 indicações (Melhor Documentário, Melhor Diretor, Melhor Primeiro Documentário), o filme "California Typewriter", que utiliza de entrevistas de grandes nomes como Tom Hanks, John Mayer e Sam Shepard para falar sobre vidas que foram mudadas por máquinas de escrever e os avanços tecnológicos. Destacamos também o filme "Beware the Slenderman", com 2 indicações (Melhor Documentário e Melhor Diretor), que investiga o caso de 2 garotas que assassinaram um colega com 19 facadas em homenagem ao Slenderman - um monstro fictício criado quase que inteiramente por sites da internet. E também "Bright Lights: Starring Carrie Fisher and Debbie Reynolds", que é considerada a última conversa registrada entre as duas atrizes e que deve ter um grande sucesso junto com o lançamento do "Star Wars". Por fim, decepcionando um pouco, o filme "An Inconvenient Sequel: Truth to Power", que estreou em diversos festivais, mas sempre com críticas amenas. Provavelmente não deve ter o sucesso de seu antecessor que venceu o Oscar de documentário em 2007. Confira abaixo todos os indicados: MELHOR DOCUMENTÁRIO "Abacus: Small Enough to Jail" "Beware the Slenderman" "Bright Lights: Starring Carrie Fisher and Debbie Reynolds" "California Typewriter" "Chasing Coral" "City of Ghosts" "Cries From Syria" "Dawson City: Frozen Time" "Eagles of Death Metal: Nos Amis" "Ex Libris: The New York Public Library" "Faces Places" "Jane" "Kedi" "One of Us" "Spettacolo" "Strong Island" MELHOR DIRETOR Evgeny Afineevsky – "Cries from Syria" Amir Bar-Lev – "Long Strange Trip" Matthew Heineman – "City of Ghosts" Bill Morrison – "Dawson City: Frozen Time" Doug Nichol – "California Typewriter" Jeff Orlowski – "Chasing Coral" Irene Taylor Brodsky – "Beware the Slenderman" Ceyda Torun – "Kedi" Agnès Varda & JR – "Faces Places" Frederick Wiseman – "Ex Libris: The New York Public Library" MELHOR PRIMEIRO DOCUMENTÁRIO "California Typewriter" "Kedi" "Nowhere to Hide" "Step" "Strong Island" "Whose Streets?" MELHOR DOCUMENTÁRIO MUSICAL "Clive Davis: The Soundtrack of our Lives" "Contemporary Color" "Eagles of Death Metal: Nos Amis" "I Called Him Morgan" "Long Strange Trip" "Rumble: The Indians Who Rocked the World" MELHOR DOCUMENTÁRIO ESPORTIVO "AlphaGo" "Disgraced" "Icarus" "Speed Sisters" "Take Every Wave: The Life of Laird Hamilton" "Trophy" MELHOR DOCUMENTÁRIO POLÍTICO "11/8/16" "Abacus: Small Enough to Jail" "An Inconvenient Sequel: Truth to Power" "City of Ghosts" "Dolores" "The Reagan Show" MELHOR CANÇÃO ORIGINAL PARA DOCUMENTÁRIO "An Inconvenient Sequel: Truth to Power" – “Truth to Power” – OneRepublic "Chasing Coral" – “Tell Me How Long” – Kristen Bell "Cries From Syria" – “Prayers for This World” – Cher "Dina" – “Best I Can” – Michael Cera featuring Sharon Van Etten "Served Like a Girl" – “Dancing Through the Wreckage” – Pat Benatar "Step" – “Jump” – Cynthia Erivo DOCUMENTÁRIO INOVADOR "78/52" "Casting JonBenet" "Dawson City: Frozen Time" "Karl Marx City" "Kedi" "Last Men in Aleppo" Danilo Teixeira - equipe CETI!
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Seguimos com o especial Os Cinco Motivos desta semana, dando destaque aos atores coadjuvantes da temporada. "Me Chame Pelo Seu Nome" tem feito a crítica festejar e plateias de festivais por todo o mundo aplaudir de pé - no Festival de Nova York durou mais de 10 minutos - a adaptação do livro homônimo de André Aciman. Todo esse hype se deve ao excelente roteiro do premiado James Ivory, da direção primorosa de Luca Guadagnino e da dupla de atores Timothée Chalamet e Armie Hammer. A histrória se passa no ano de 1983, em que o filho de um professor americano está apaixonado por um graduando que vem estudar e passar um tempo com sua família no norte da Itália. Juntos, eles compartilham um verão inesquecível cheio de música, comida e romance, que os mudará para sempre. Um dos melhores filmes da temporada e que pode levar Armie Hammer, cotadíssimo e em uma interpretação fabulosa, a sua primeira indicação e possivelmente ao Oscar.
Juliana Leão - Equipe CETI!
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Nessa semana tivemos novidades de duas maiores franquias do cinema atual! "Liga da Justiça" e "Star Wars: Os Últimos Jedi" chegam aos cinemas agora no final do ano e prometem ser sucesso absoluto de bilheteria. Ambos os filmes lançaram novos trailers, que deixaram os fãs ainda mais ansiosos! Então, logo abaixo, veja os trailers e vamos conversar sobre as chances dos filmes na temporada de premiações: Depois de dividir as críticas com "Batman Vs. Superman", Zack Snyder está de volta na DC com o filme "Liga da Justiça". Devido a problemas familiares o diretor deixou o trabalho na etapa final, sendo subsistido por Joss Whedon (o diretor dos dois primeiros "Os Vingadores", da Marvel). As chances principais do filme para o Oscar dizem respeito às categorias técnicas. O filme está no termômetro de Melhores Efeitos Visuais, Melhor Edição de Som, Melhor Mixagem de Som, Melhor Edição e Melhor Maquiagem. Vale lembrar que nesses filmes de heróis mais atuais a DC já conquistou Oscar com a franquia do Nolan anos atrás e no Oscar 2017 saiu com o prêmio de Melhor Maquiagem com o filme "Esquadrão Suicida". As novidades de "Star Wars" sempre mexem com o Oscar. Rian Johnson foi uma inusitada escolha para a direção, já que ele tinha no currículo apenas o filme "Looper" e alguns episódios de "Breaking Bad". Mesmo assim, ele está cotado como um dos prováveis nomes para uma indicação de Melhor Diretor. "Star Wars" também é esperado em Melhor Filme e, ainda nas categorias principais, Mark Hamill e Carrie Fisher correm por fora nas categorias de Ator e Atriz Coadjuvantes. Por fim, o filme com certeza também é esperado nas categorias técnicas: Melhor Edição, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Edição de Som, Melhor Fotografia, Melhor Mixagem de Som, Melhor Direção de Arte, Melhor Maquiagem e Melhor Figurino. A franquia "Star Wars" sempre foi muito bem recebida pela Academia e esse ano não deve ser ser diferente. Danilo Teixeira - equipe CETI!
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Começamos "OS 5 MOTIVOS" da temporada 2018!!! Todos os anos, esse é o momento onde falamos sobre os principais nomes de cada uma das categorias de atuação. Resolvemos começar em grande estilo, com Sam Rockwell e o filme "Three Billboards Outside Ebbing, Missouri"! O longa fala sobre uma mãe que, depois de completar um ano do assassinato da sua filha e sem ver a polícia se mexer para encontrar o culpado, decide começar a agir por conta própria, mas não sem antes colocar placas na estrada que começam a chamar atenção da mídia. Escrito e dirigido pelo elogiado e premiado Martin McDonagh, o filme está entre os favoritos para o Oscar de Melhor Roteiro Original. Principalmente depois de receber o prêmio em Veneza e ser escolhido como Melhor Filme em Toronto. Sam está no papel de um dos policiais e foi aclamado nos festivais, recebido com muitos burburinhos de Oscar... Confira então os 5 motivos que podem dar o Oscar para Sam Rockwell:
Danilo Teixeira - equipe CETI!
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Foi divulgado, pela Variety, os representantes da categoria de Melhor Filme Estrangeiro do Oscar 2018. Esse ano, 92 filmes estão representando 92 países de todo o mundo. É uma quebra do recorde que vinha da edição passada com 85 filmes! Esse é um número que felizmente vêm aumentando ano a ano. Foram 85 para 2017. Para o Oscar 2016 foram submetidos 81 filmes, números bem superiores a 2012 com 71 países e 2011 com 76 filmes submetidos, por exemplo. Os países foram convidados a candidatarem um filme estrangeiro até o início de outubro. Os filmes agora serão selecionados pelas comissões da Academia, que irão peneirar a lista para uma shortlist de nove filmes - sendo divulgado em meados de dezembro. Os cinco indicados, que surgirão dessa lista, serão anunciados no dia 23 de janeiro, quando a lista completa dos nomeados ao Oscar 2018 será revelada. Aguardem porque logo o Termômetro Oscar atualizará a categoria com as suas apostas. Confira a lista completa dos filmes estrangeiros, abaixo: Afeganistão: A Letter to the President, de Roya Sadat Albânia: Daybreak, de Gentian Koçi Alemanha: In the Fade, de Fatih Akin Algéria: Road to Istanbul, de Rachid Bouchareb Argentina: Zama, de Lucrecia Martel Armênia: Yeva, de Anahit Abad Austrália: The Space Between, de Ruth Borgobello Áustria: Happy End, de Michael Haneke Azerbaijão: Pomegranate Orchard, de Ilgar Najaf Bangladesh: The Cage, de Akram Khan Bélgica: Racer and the Jailbird, de Michaël R. Roskam Bolívia: Dark Skull, de Kiro Russo Bósnia e Herzegovina: Men Don’t Cry, de Alen Drljević Brasil: Bingo – O Rei das Manhãs, de Daniel Rezende Bulgária: Glory, de Petar Valchanov & Kristina Grozeva Camboja: First They Killed My Father, de Angelina Jolie Canadá: Hochelaga, Land of Souls, de François Girard Chile: A Fantastic Woman, de Sebastián Lelio China: Wolf Warrior 2, de Wu Jing Colombia: Guilty Men, de Iván D. Gaona Costa Rica: The Sound of Things, de Ariel Escalante Croácia: Quit Staring at My Plate, de Hana Jušić República Tcheca: Ice Mother, de Bohdan Sláma Dinamarca: You Disappear, de Peter Schønau Fog República Dominicana: Woodpeckers, de Jose Maria Cabral Equador: Alba, de Ana Cristina Barragán Egito: Sheikh Jackson, de Amr Salama Estônia: November, de Rainer Sarnet Filipinas: Birdshot, de Mikhail Red Finlândia: Tom of Finland, de Dome Karukoski França: BPM (Beats Per Minute), de Robin Campillo Georgia: Scary Mother, de Ana Urushadze Grécia: Amerika Square, de Yannis Sakaridis Haiti: Ayiti Mon Amour, de Guetty Felin Honduras: Morazán, de Hispano Durón Hong Kong: Mad World, de Wong Chun Hungria: On Body and Soul, de Ildikó Enyedi Islândia: Under the Tree, de Hafsteinn Gunnar Sigurðsson Índia: Newton, de Amit V Masurkar Indonésia: Turah, de Wicaksono Wisnu Legowo Irã: Breath, de Narges Abyar Iraque: Reseba – The Dark Wind, de Hussein Hassan Irlanda: Song of Granite, de Pat Collins Israel: Foxtrot, de Samuel Maoz Itália: A Ciambra, de Jonas Carpignano Japão: Her Love Boils Bathwater, de Ryota Nakano Cazaquistão: The Road to Mother, de Akhan Satayev Quênia: Kati Kati, de Mbithi Masya Kosovo: Unwanted, de Edon Rizvanolli Quirquistão: Centaur, de Aktan Arym Kubat Laos: Dearest Sister, de Mattie Do Letônia: The Chronicles of Melanie, de Viestur Kairish Líbano: The Insult, de Ziad Doueiri Lituânia: Frost, de Sharunas Bartas Luxemburgo: Barrage, de Laura Schroeder México: Tempestad, de Tatiana Huezo Mongólia: The Children of Genghis, de Zolbayar Dorj Marrocos: Razzia, de Nabil Ayouch Moçambique: The Train of Salt and Sugar, de Licinio Azevedo Nepal: White Sun, de Deepak Rauniyar Holanda: Layla M., de Mijke de Jong Nova Zelândia: One Thousand Ropes, de Tusi Tamasese Noruega: Thelma, de Joachim Trier Paquistão: Saawan, de Farhan Alam Palestina: Wajib, de Annemarie Jacir Panamá: Beyond Brotherhood, de Arianne Benedetti Paraguai: Los Buscadores, de Juan Carlos Maneglia & Tana Schembori Peru: Rosa Chumbe, de Jonatan Relayze Polônia: Spoor, de Agnieszka Holland & Kasia Adamik Portugal: Saint George, de Marco Martins Romênia: Fixeur, de Adrian Sitaru Rússia: Loveless, de Andrey Zvyagintsev Senegal: Félicité, de Alain Gomis Sérvia: Requiem for Mrs. J., de Bojan Vuletic Cingapura: Pop Aye, de Kirsten Tan Eslováquia: The Line, de Peter Bebjak Eslovênia: The Miner, de Hanna A. W. Slak África do Sul: The Wound, de John Trengove Coreia do Sul: A Taxi Driver, de Jang Hoon Espanha: Summer 1993, de Carla Simón Suécia: The Square, de Ruben Östlund Suíça: The Divine Order, de Petra Volpe Síria: Little Gandhi, de Sam Kadi Taiwan: Small Talk, de Hui-Chen Huang Tailândia: By the Time It Gets Dark, de Anocha Suwichakornpong Tunísia: The Last of Us, de Ala Eddine Slim Turquia: Ayla: The Daughter of War, de Can Ulkay Ucrânia: Black Level, de Valentyn Vasyanovych Reino Unido: My Pure Land, de Sarmad Masud Uruguai: Another Story of the World, de Guillermo Casanova Venezuela: El Inca, de Ignacio Castillo Cottin Vietnã: Father and Son, de Luong Dinh Dung Danilo Teixeira - equipe CETI!
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Woody Allen, Nova York e um elenco estrelar, essa mistura já rendeu ótimas produções e obras clássicas do cinema. Nova York fez Woody Allen e o diretor nos contou muito sobre a Big Apple, transformando em comum o sonho de muitas pessoas em caminhar pelas ruas e praças da cidade. "Wonder Wheel" traz Kate Winslet, Justin Timberlake, Juno Temple e Jim Belushi nos papeis principais e tem como pano de fundo Coney Island, no Brooklyn, e seu icônico parque e badalada praia. O longa se passa nos anos 50 e Ginny é a esposa de um operador de carrossel de Coney Island, que conhece e se apaixona por um bonito salva-vidas chamado Mickey. Ao mesmo tempo, a estranha filha de seu marido volta para casa a fim de se esconder de gangsteres no apartamento de seu pai, em uma trama que também envolve o salva-vidas. Aqueles que tiveram a oportunidade de acompanhar um pouco das gravações e que já viram o filme, afirmam que é o melhor do cineasta em anos, lembrando que ele faz categoricamente um filme por ano. "Wonder Wheel" também marca a primeira parceria de Kate Winslet com Woody, namoro antigo dos dois e agora deu certo. Kate é considerada por inúmeras mídias favorita para estar entre as cinco indicadas a Melhor Atriz no Oscar 2018, a julgar pela fama das atrizes que ganhar Oscar fazendo longas do diretor e somado ao seu já reconhecido grande talento, as chances de isso acontecer são enormes. Aliás, saiu na imprensa ontem que Kate volta a trabalhar com James Cameron, que a levou ao estrelato há vinte ano com "Titanic", nas sequencias de "Avatar". A Amazon Studios assina a produção, que será exibida na próxima semana no Festival de Nova York e chega aos cinemas americanos, para se tornar elegível, no dia 1º de dezembro. Ainda no último mês do ano, será disponibilizada no catálogo do streaming para todos os assinantes. De "Wonder Wheel" podemos especular não só as possibilidades de Kate, mas também Juno aparece bem cotada, além, é claro de Allen em diretor e roteiro. Por fim, a fotografia de Vittorio Storaro tem chamado a atenção. Confira! Juliana Leão - Equipe CETI!
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