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A Academia divulgou nesse final de semana os 145 documentários inscritos que podem concorrer à uma vaga ao Oscar de Melhor Documentário. Vários desses filmes ainda não cumpriram as regras de qualificação, que é exigido que o longa passe por pelo menos 2 semanas nos cinemas em Nova York e Los Angeles. Por hora, podemos ressaltar alguns nomes interessantes - e que já vimos aqui no blog - como o filme de abertura do Festival de Nova York, de Ava DuVernay, "13th". Na lista, temos também, o já esperado longa de Terrence Mallick, "Voyage of Time". E o trabalho de Jim Jamursch sobre o Iggy Pop e os Stooges, "Gimme Danger". Por fim, vale falar sobre o brasileiro na disputa, "Menino 23: Infâncias Perdidas no Brasil", de Belisário França, vencedor dos prêmios de melhor roteiro e melhor montagem no Cine Ceará, que conta a história de um professor que, ao encontrar uma suástica desenha em alguns tijolos numa fazenda, descobre o horror que alguns meninos passam todos os dias, que vai desde trabalhos forçados à agressão física. Desses 145 filmes, a Academia divulgará em dezembro os 15 que ainda continuam na disputa e depois, em janeiro, divulgará os 5 indicados ao Oscar. Vale lembrar ainda que um filme concorrer na categoria de Melhor Documentário, não o tira da disputa de outros prêmios. Como exemplo disso, temos o longa "The Hunting Group", do Oscar desse ano, que foi indicado à Melhor Canção Original com Diane Warren e Lady Gaga. Confira abaixo a lista com os 145 documentários: “The Abolitionists” “Abortion: Stories Women Tell” “All Governments Lie: Truth, Deception, and the Spirit of I.F. Stone” “Almost Holy” “Amanda Knox” “Among the Believers” “Anne Frank Then and Now” “The Anthropologist” “Apparition Hill” “Art Bastard” “The Ataxian” “Audrie & Daisy” “Author: The JT Leroy Story” “The Bad Kids” “Be Here Now (The Andy Whitfield Story)” “The Beatles: Eight Days a Week - The Touring Years” “A Beautiful Planet” “Beauty Bites Beast” “Becoming Mike Nichols” “Before the Flood” “Behind Bayonets and Barbed Wire” “Behind the Cove - The Quiet Japanese Speak Out!” “Best and Most Beautiful Things” “The Best Democracy Money Can Buy: A Tale of Billionaires and Ballot Bandits” “Best Worst Thing That Ever Could Have Happened” “A Billion Lives” “Black Women in Medicine” “Blood on the Mountain” “The Brainwashing of My Dad” “Bright Lights: Starring Carrie Fisher and Debbie Reynolds” “By Sidney Lumet” “The C Word” “Cameraperson” “Citizen Soldier” “City of Gold” “Class Divide” “Colliding Dreams” “Command and Control” “Dancer” “Danny Says” “Defying the Nazis: The Sharps’ War” “Disturbing the Peace” “Do Not Resist” “Don’t Blink - Robert Frank” “The Eagle Huntress” “Eat That Question: Frank Zappa in His Own Words” “Eating You Alive” “Equal Means Equal” “Eva Hesse” “Everything Is Copy - Nora Ephron: Scripted & Unscripted” “A Family Affair” “Finding Babel” “Fire at Sea” “The First Monday in May” “Floyd Norman: An Animated Life” “Francofonia” “Generation Startup” “Gimme Danger” “Gleason” “Harry & Snowman” “Hate Rising with Jorge Ramos” “Holy Hell” “Hooligan Sparrow” “How to Let Go of the World and Love All the Things Climate Can’t Change” “Huntwatch” “I Am Not Your Negro” “Indian Point” “Into the Inferno” “Iron Moon” “Ivory. A Crime Story” “The Ivory Game” “Jim: The James Foley Story” “Kate Plays Christine” “Keepers of the Game” “Landfill Harmonic” “The Last Man on the Moon” “Life, Animated” “Lo and Behold: Reveries of the Connected World” “Look at Us Now, Mother!” “The Lovers and the Despot” “Magnus” “Making a Killing: Guns, Greed, and the NRA” “Mapplethorpe: Look at the Pictures” “Marathon: The Patriots Day Bombing” “Marinoni: The Fire in the Frame” “Mavis!” “Maya Angelou: And Still I Rise” "Menino 23: Infâncias Perdidas no Brasil" “Mifune: The Last Samurai” “Miss Sharon Jones!” “The Music of Strangers: Yo-Yo Ma and the Silk Road Ensemble” “My Love, Don’t Cross That River” “National Bird” “National Parks Adventure” “Never Surrender” "Newtown” “Norman Lear: Just Another Version of You” “Notes on Blindness” “Nuts!” “O.J.: Made in America” “Off the Rails” “Older than Ireland” “Olympic Pride, American Prejudice” “On the Map” “100 Years, One Woman’s Fight for Justice” “Our Last Tango” “Presenting Princess Shaw” “The Red Pill” “Rigged 2016” “The Rolling Stones Olé Olé Olé!: A Trip across Latin America” “Rooted in Peace” “The Ruins of Lifta” “Seasons” “The Seventh Fire” “Shadow World” “Silicon Cowboys” “Sky Ladder: The Art of Cai Guo-Qiang” “Solitary” “Southwest of Salem: The Story of the San Antonio Four” “Starving the Beast” “The Syndrome” “Thank You for Your Service” “Theo Who Lived” “They Will Have to Kill Us First - Malian Music in Exile” “13th” “This Is Life” “Tickled” “Tony Robbins: I Am Not Your Guru” “Tower” “The Trans List” “Trapped” “Trezoros: The Lost Jews of Kastoria” “USS Indianapolis The Legacy” “The Uncondemned” “Under the Gun” “Under the Sun” “Underfire: The Untold Story of Pfc. Tony Vaccaro” “Unlocking the Cage” “Vaxxed: From Cover-Up to Catastrophe” “Voyage of Time: The IMAX Experience” “We Are X” “Weiner” “When Two Worlds Collide” “The Witness” “Zero Days” Danilo Teixeira - equipe CETI!
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O fim do ano se aproxima e é momento de estreia dos últimos, muita vezes mais esperados, filmes da temporada. Diversos estúdios aproveitam este período para fazerem seus maiores lançamentos, longas que consideram mais importantes. Isto acontece para se tornar elegível ao Oscar, pegar o momento de votação dos membros responsáveis pelos prêmios e aproveitar o período de festas de Natal e Ano Novo que pode trazer maior rentabilidade as produções. Ainda estão para estrear excelentes filmes pretensos aos prêmios, como o CETI! adiantou na matéria 10 Filmes na Corrida do Oscar 2017 que Não Podemos Esquecer. Na última semana, saíram novos e belos posteres e atualizamos sua lista agora. Há o primeiro de "Fences", individuais de "A Chegada", o tenso de "Animais Noturnos" e o instigante de "Beleza Oculta". Também foi revelado fotos inéditas de "Silêncio", aguardado longa de Martin Scorsese, que aparece dando instruções a Andrew Garfield em uma das imagens. Confira abaixo! AliadosEstreia 1 de Dezembro de 2016 no Brasil.
A ChegadaEstreia 10 de Novembro de 2016 no Brasil SilêncioEstreia 23 de Dezembro de 2016 nos EUA Juliana Leão - Equipe CETI!
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Danilo Teixeira - equipe CETI!
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A Academia divulgou ontem a lista com os 10 documentários em curta-metragem que continuam na corrida rumo ao Oscar 2017. Foi divulgado também que, na primeira fase, 61 trabalhos foram inscritos. Agora, desses 10, apenas 5 serão indicados ao Oscar. Um dos destaques é o curta "The White Helmets", que fala sobre um grupo de trabalhadores de resgate voluntário durante os conflitos da Síria. O curta vem se mostrando um dos mais fortes candidatos e, curiosamente, pode levar o nome da Netflix para o Oscar! Aliás, a Netflix conseguiu colocar 2 nomes entre os 10 principais, seu outro trabalho é "Extremis". Mas, como dito ali em cima, a indicação ainda não está garantida, pois só 5 serão indicados e essa é uma das categorias mais difíceis de prever. Confira abaixo a lista com os 10 curtas: "4.1 Miles" "Brillo Box (3¢ Off)" "Close Ties" "Extremis" "Frame 394" "Joe's Violin" "The Mute's House" "The Other Side of Home" "The White Helmets" "Watani: My Homeland" Os indicados ao Oscar 2016 serão revelados no dia 24 de janeiro com cobertura completa e ao vivo do blog. Não Perca! Danilo Teixeira - equipe CETI!
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27/10/2016 Oscar 2017: Principal ou Coadjuvante? As dúvidas sobre os atores nas campanhas de candidaturas!Todos os anos agentes, produtores e distribuidores criam estratégias de campanha e para qual caminho o ator ou atriz deve percorrer na temporada de premiações. O jogo das candidaturas começa! Ator/atriz principal ou coadjuvante?
Na temporada atual esta polêmica discussão começou cedo, com o caso da opção de Viola Davis em sair como coadjuvante e não principal por seu trabalho em "Fences". No teatro, a atriz ganhou o prêmio Tony como principal pelo mesmo papel, naturalmente se esperava que na adaptação cinematográfica a escolha se repetiria, o que não aconteceu. Davis justificou sua escolha ao afirmar que seu personagem dá suporte em cena ao de Denzel Washington, ator e diretor do filme, além de ganhador do Tony em ator principal pela mesma peça. Talvez o que muitos não saibam é que na montagem original, a atriz Mary Alice ganhou o Tony pelo mesmo papel de Viola, porém como coadjuvante. Ano passado tivemos duas polêmicas principais: se a personagem de Rooney Mara em "Carol" era principal ou coadjuvante e o sucesso de Alicia Vikander vencedora em coadjuvante por sua personagem em "A Garota de Dinamarquesa" enquanto a crítica cinematográfica afirmava que o papel tinha posto de principal. Fato é que estas questões ainda ficarão pendentes, o que dará gás para muitas discussões sobre o Oscar. O CETI! adianta algumas controvérsias que ainda podem aparecer na temporada e definir o rumo de muitos atores:
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Durante o fim de semana, a internet foi sacudida por uma campanha que uniu fãs, críticos e estudiosos do cinema com o objetivo de pressionar a Paramount a lançar a candidatura na temporada de premiações de Viola Davis como atriz coadjuvante e não como principal, por seu trabalho em "Fences". Toda esta agitação terminou com um pronunciamento oficial da produtora, nesta manha, com base no pedido da própria atriz: Viola virá como coadjuvante. Há seis anos a peça de August Wilson fez sucesso na Broadway e somente agora chega adaptada ao cinema pelas mãos de Denzel Washington. Na ocasião, tanto Denzel como Viola ganharam o prêmio Tony por seus papéis, creditados como principais. O pedido da atriz ocorreu após ela assistir ao filme completo pela primeira vez e entender que seu personagem dá suporte ao do ator, não tendo status de protagonismo. O discurso das petições da internet tem motivos diferentes do dá atriz. O principal objetivo, para eles é tirá-la da grande disputa que será a categoria de melhor atriz e inseri-la em uma mais fácil, teoricamente, que é a de coadjuvante. De fato a categoria principal promete, Annette Bening por "20th Century Woman", Emma Stone por "La La Land: Cantando Estações" e Natalie Portman por "Jackie" estão em uma corrida daquelas, em que Natalie, neste momento, aparece como favorita. Já em coadjuvante, apesar do ótimo desempenho das atrizes frontrunners, é Nicole Kidman por "Lion" que aparece na frente, todavia agora recebendo uma concorrente de peso. Esta não é uma situação incomum, ano passado tivemos Alicia Vikander ganhadora do Oscar de Atriz Coadjuvante por "A Garota Dinamarquesa" quando todos concordavam que ela era principal, ou mesmo a dúvida, até o final, sobre em qual categoria Rooney Mara se encaixava por "Carol". Há não muito tempo tivemos os mesmos questionamentos nas vitórias de Benicio Del Toro por "Traffic" e Kate Winslet em "O Leitor". Sem dúvidas, o caso de Viola, que já concorreu ao Oscar como principal por "Histórias Cruzadas", não será a última vez que discutiremos esta polêmica. "Fences" estreia nos EUA no dia de Natal, 25 de Dezembro. Infelizmente ainda sem data por aqui. Acompanhe a cobertura das premiações aqui no CETI! Juliana Leão - Equipe CETI!
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![]() Depois dos festivais de Nova York, Veneza e Toronto, começamos a traçar com uma boa noção como o Oscar 2017 pode ser. Entretanto, algumas estreias importantes ainda estão por vir e podem mudar tudo! Este post vai apresentar essas estreias que, tanto podem subir na corrida, quanto não alcançar tudo que é esperado e dar espaço para outro.
Quais desses filmes vão continuar na disputa? Quais vão ficar abaixo do esperado? Vamos acompanhar os próximos capítulos para o Oscar 2017. Danilo Teixeira - equipe CETI!
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Aos poucos os cinéfilos estão conhecendo e descobrindo um pouco mais de "Silence", aguardado filme de Martin Scorsese. Depois de alguns adiamentos, nesta semana foi confirmada a data de estreia do longa nos EUA, dia 23 de Dezembro. Entretanto esta estreia será limitada, apenas para que possa se tornar elegível ao Oscar. A exibição mundial será realizada somente em janeiro de 2017, entretanto ainda sem definição precisa da semana. Para ter uma noção do quanto o filme é aguardado que Scorsese deu a seguinte declaração: "É um filme que eu queria fazer há 27 anos, ou até mesmo mais tempo. Por diferentes razões, agora pude realizá-lo". As poucas imagens divulgada tem despertado a atenção e aumentado as expectativas de assistir a uma obra que se demonstra grandiosa. Hoje saiu uma nova imagem em que estão reunidos os atores Andrew Garfield e Adam Drive, que também nesta presente dada foi indicado ao Gotham Awards pelo filme "Paterson" de Jim Jarmush, eles interpretam os padres Sebastião Rodrigues e Francisco Garrpe, respectivamente. A obra é inspirada no livro Chinmoku do escritor católico japonês Shusaku Endo, que relata a história dos missionários jesuítas portugueses do século XVII, testemunhas das torturas às quais os japoneses convertidos foram submetidos. O filme aparece como um dos principais da temporada e cotado para diversas categorias do Oscar 2017, incluindo diretor para Martin Scorsese. Confira a imagem: Juliana Leão - Equipe CETI!
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O ano passou muito rápido e já é chegada a hora de dar o início a temporada de premiações. A maratona até o Oscar 2017 começa agora! Estamos todos animados. Como tradição, um dos primeiros prêmios a divulgar os seus indicados é o Gotham Awards. Selecionados por júris distintos e apresentado em Nova York, surgiu 1991. A premiação, que é voltada aos filmes independentes, começou sem grandes holofotes, e agora é observado de perto pela comunidade cinematográfica e pelos especialistas da corrida Oscar, além de ser adorada pelos atores. Neste ano prestará homenagem as carreiras de Amy Adams, Ethan Hawke, Oliver Stone e Aarnon Milchan. O longa “Manchester À Beira Mar” de Kenneth Lonergan, lidera a premiação com 4 indicações. Esta conquista mostra o quanto o longa, que fez sucesso no Festival de Sundance, está bem cotado nesta corrida do Oscar 2017! Outros nomes em destaque na corrida pela estatueta também foram nomeados ao Gotham: "Moonligth", que também receberá o prêmio especial do júri para o seu elenco, "Hell or High Water" e "Paterson" alcançaram duas indicações. A corrida pelo Oscar de Melhor Atriz já apresenta seus primeiros nomes que provavelmente serão repetidos em várias outras premiações. Annette Bening concorre por "20th Century Women" e encontra novamente Natalie Portman por "Jackie", além das presenças de Ruth Negga por "Loving", Kate Beckinsale por "Amor e Amizade" e a atriz francesa Isabelle Huppert por "Elle". Entre os documentários esperados para o Oscar: "Cameraperson", "I Am Not Your Negro", "Weiner" e o esperado "O.J.: Made in America" estão indicados. Cabe lembra que o Gotham Awards normalmente seleciona candidatos bem alternativos quando comparados ao Oscar, contudo sempre indicados que aparecem nas nas duas premiações. Exemplo é que os dois últimos vencedores do Gotham, "Birdman" e "Spotlight: Segredos Revelados" também foram vencedores do Oscar. Outra caracteristica em consideração é que muitos dos longas cotados na temporada só estreiam no fim do ano - depois do tempo de legitimidade para o prêmio. Além de ter acertado os últimos vencedores em Melhor Filme no Oscar, o Gotham previu em 2014 a presença de outros dois nomeados: "Boyhood - Da Infância à Juventude" e "O Grande Hotel Budapeste". Além das vitórias em Melhor Atriz para Julianne Moore por "Para Sempre Alice" e em Melhor Documentário para "CITIZENFOUR ". Já em 2015, acertou roteiro para "Spotlight: Segredos Revelados". Os vencedores serão revelados no dia 28 de novembro e o CETI! fará toda a cobertura. Não perca! Confira a lista completa dos indicados, abaixo: MELHOR FILME "Certas Mulheres" "Everybody Wants Some!!" "Manchester À Beira Mar" "Moonlight" "Paterson" MELHOR DOCUMENTÁRIO "Cameraperson" "I Am Not Your Negro" "O.J.: Made in America" "Tower" "Weiner" MELHOR DIRETOR REVELAÇÃO Robert Eggers por "A Bruxa" Anna Rose Holmer por "The Fits" Daniel Kwan & Daniel Scheinert por "Swiss Army Man" Trey Edward Shults por "Krisha" Richard Tanne por "Southside with You" MELHOR ROTEIRO "Hell or High Water", Taylor Sheridan "Amor e Amizade", Whit Stillman "Manchester À Beira Mar", Kenneth Lonergan "Moonlight", História de Tarell Alvin McCraney; Roteiro de Barry Jenkins "Paterson", Jim Jarmusch MELHOR ATOR Casey Affleck por "Manchester À Beira Mar" Jeff Bridges por "Hell or "High Water" Adam Driver por "Paterson" Joel Edgerton por "Loving" Craig Robinson por "Morris from America" MELHOR ATRIZ Kate Beckinsale por "Amor e Amizade" Annette Bening por "20th Century Women" Isabelle Huppert por "Elle" Ruth Negga por "Loving" Natalie Portman por "Jackie" MELHOR ATOR REVELAÇÃO Lily Gladstone por "Cestas Mulheres" Lucas Hedges por "Manchester À Beira Mar" Royalty Hightower por "The Fits" Sasha Lane por "American Honey" Anya Taylor-Joy por "A Bruxa" Prêmio Especial do Júri para o elenco de "Moonlight"
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O Festival de Nova York chega ao fim. O que acontece agora, é que a temporada de premiações realmente começa! É interessante quando pensamos que existe uma chance enorme de o vencedor do prêmio de Melhor Filme do Oscar 2017 já ter passado pelo nosso site, com suas críticas e trailers. Enfim, para finalizar em grande estilo, nada melhor do que um diretor que vêm fazendo seu nome e conquistando cada vez mais um grande público e a crítica. Pois bem, James Gray chegou em Nova York com "The Lost City of Z". O elenco é composto por Robert Pattinson, Tom Holland, Charlie Hunnam e Siena Miller, e baseado no livro de não-ficção escrito por David Grann, fala sobre um legendário explorador, que ano de 1925, se aventurou na selva amazônica em busca de uma civilização perdida e nunca mais voltou. Até então, o filme está agendado apenas para estrear em 2017, o que o deixa de fora da temporada de premiações. Mas, se o estúdio achar que as chances estão boas, pode acontecer como "Live By Night", de Ben Affleck, e adiantarem a estreia para algumas poucas salas durante apenas alguns dias, para atender a exigência da Academia. Mas, tudo isso só vamos descobrir mais pra frente, por hora, com "The Lost City of Z", James Gray pode enfim cair no gosto da Academia. Seus filmes sempre estrearam em grande estilo - quatro deles em Cannes - o último inclusive, "Era Uma Vez em Nova York", conquistou a crítica e chegou a ser considerado um dos melhores filmes do ano, mas foi esnobado pelo Oscar. Quem sabe com esse não será diferente? O THR escreveu que o filme "é uma peça rara do cinema clássico contemporâneo; sua forma metódica de contar história, estilo tradicional e tema obsessivo fazem ser um daqueles filmes que teriam sido reconhecidos e abraçados a qualquer momento a partir da década de 1930 até a década de 1970". Sobre os atores, o THR escreveu que esse não vai ser o filme que vai levar o protagonista Charlie Hunnan para o estrelato absoluto, mas com certeza vai fazer os estúdios o levarem mais a sério. O IndieWire começa também elogiando o estilo do diretor: "Se não fosse pelo rosto conhecido de Charlie Hunnam, ou pela celebridade do século 21 Robert Pattinson, alguém poderia facilmente ser enganado em pensar que esse loga tenha sido filmado há 40 anos. Na verdade, isso pode ser o maior elogio que um espectador poderia dar para roteirista e diretor James Gray, um homem que parece cada vez mais determinado a reviver os dias de glória do nosso cinema. Gray se inspira no passado, mais ou menos como Quentin Tarantino, mas sem o ego - ele não tenta processar suas influências através de seus próprios fetiches, ele simplesmente quer fazer filmes da era de ouro de Hollywood". O site ainda escreveu que o filme traz todos aqueles clichês que se espera, como piranhas, cobras, canibais... Mas Gray consegue utilizar de tudo isso sem cair na mesmice e fugindo das armadilhas que se espera para esse estilo de filme. A Variety faz coro aos outros sites, salientando o trabalho único de Gray, que cada vez mais conquista seu espaço dentro de Hollywood e que essa é outra obra destinada ao sucesso, pelo menos com a crítica e com os fãs que forem assistir. Por enquanto "The Lost City of Z" chega aos cinemas apenas em abril, então está fora das especulações para o Oscar 2017. Mas, vamos ficar de olho, foi uma boa estreia em Nova York e as coisas ainda podem mudar. Danilo Teixeira - equipe CETI!
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O Festival de Nova York recebeu nessa sexta-feira o que talvez seja a sua maior atração desse ano! Ang Lee passeou pelo tapete vermelho, com um elenco no minimo curioso, e pronto para exibir uma das grandes estreias da temporada! Antes de mais nada, vale lembrar que filmes que fazem uma boa estreia em Nova York tendem à alcançar o Oscar depois, só lembrarmos do ano passado por exemplo, quando Steven Spielberg estreou com sucesso "Ponte de Espiões" nesse mesmo festival e o burburinho de Oscar começou ali mesmo, entre a imprensa. Pois bem, Ang Lee entra em Nova York com o filme "A Longa Caminhada de Billy Lynn", que conta a história de um jovem soldado de 19 anos que consegue sobreviver, junto de seus colegas de exército, a um tiroteio no Iraque em 2005. Para recompensá-los, o presidente George W. Bush leva toda a tropa de volta aos Estados Unidos, a tempo de receber uma homenagem no intervalo de um jogo de futebol americano, na época do Dia de Ação de Graças. Logo após a festa, no entanto, Billy e os outros militares são enviados de volta ao Iraque. Repetindo o que já fez em outras vezes, Ang Lee utiliza um ator desconhecido para o papel principal, no caso é o jovem Joe Alwyn, que tem a tarefa de trabalhar com um dos elencos mais diversos do diretor: Vin Diesel, Kristen Stewart, Chris Tucker, Tim Blake Nelson, Garrett Hedlund e Steve Martin. Vale lembrar que Ang Lee já é vencedor de 2 Oscar de Melhor Diretor, sendo que o segundo foi pelo seu último trabalho, "As Aventuras de Pi". Essa informação é importante pois, assim como seu filme anterior utilizou o 3D e toda a tecnologia digital disponível de forma absolutamente incrível, o diretor buscou ir ainda mais além com "A Longa Caminhada de Billy Lynn". É sobre isso que escreve o The Hollywood Reporter: "Há quatro anos, com 'As Aventuras de Pi', o diretor redefiniu os limites do que a tecnologia 3D poderia atingir em termos de narrativa visual. Em 'Billy Lynn', ele emprega desenvolvimentos ainda mais avançados, com o objetivo de melhorar a experiência emocional, usando uma combinação inovadora de resolução 4K e 3D em 120 frames por segundo, o que é cinco vezes maior que a velocidade padrão. Como é assistir esse filme? Tendo em conta que poucos cinemas estão equipados para a tela no formato pretendido, essa pergunta não importa muito. Mas na tela especialmente instalada para NYFF, e para estes meus olhos, pelo menos, o filme tem a nitidez hiper-real pouco alienante de muitas TVs de tela plana com alta definição. As bordas são cristalinas e os close-ups apertados - dos quais Lee e diretor de fotografia John Toll fazem uso extensivo durante todo - são extraordinariamente penetrantes". Sobre os atores, o THR escreveu que as cenas de Joe com Kristen Stewart (que faz o papel de irmã), estão entre as melhores e mais dramáticas do filme - por isso, talvez, que a atriz esteja sendo bem cotada para o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Mas ainda é melhor esperarmos um pouco, para ver aonde vai dar. A Variety foi direta e escreveu inúmeros elogios para Ang Lee: " 'Billy Lyyn' tem o potencial de ser um filme revolucionário. Ele abre a porta para uma nova maneira de fazer filmes, um novo caminho para olhar e sentir, uma nova maneira do filme ser experimentado. "Billy Lynn" não é um filme de efeitos especiais. É, por falta de uma palavra melhor, um filme "realista": atores reais e diálogo e drama, um jogo de futebol chamativo, flashbacks de um tiroteio na Guerra do Iraque, um herói machucado e em conflito, uma história de amor. Então, como poderia ser revolucionário? Veja como: Lee, trabalhando com o diretor de fotografia John Toll, rodou o filme em 3D a uma velocidade de 120 quadros por segundo - cinco vezes maior do que um filme comum. Ele também utilizou a resolução 4K (...) A primeira imagem que vemos no filme, é de Billy Lynn (Joe Alwyn), um herói de guerra, ainda na cama, acordando para responder a seu telefone celular, e é surpreendente de se ver, porque você se sente, naquele momento, como se quase pudesse chegar na tela e tocar a pessoa. Não entendam que o filme é apenas tecnologicamente bom, 'Billy Lynn' é também uma história muito original, sincera, e envolvente". Variety termina dizendo que o jovem Joe Alwyn lembra um pouco o início de Leonardo DiCaprio, no sentido do tanto que o ator também fala apenas com os olhares. Já, o IndieWire, foi menos animado, dizendo que toda essa tecnologia atrapalha um pouco o andamento da história, que não acontece nada de tão extraordinário no filme que justifique essas cenas tão realistas. Bom, sendo realista, pouquíssimas pessoas conseguirão ver esse filme da maneira que Ang Lee imaginou, o que é uma pena. Mas, qualquer inovação tecnológica bem utilizada, costuma ser vista com bons olhos pela Academia. Então, Ang Lee deve conseguir colocar seu filme em praticamente todas as categorias técnicas do Oscar. Melhor Filme e Melhor Diretor também podem aparecer. Já de atuação, para Joe é pouco provável, mas os elogios para Steve Martin e Kristen Stewart podem render alguma coisa. Danilo Teixeira - equipe CETI!
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A Academia divulgou oficialmente, na noite de ontem, os representantes da categoria de Melhor Filme Estrangeiro do Oscar 2017. Esse ano, 85 filmes estão representando 85 países de todo o mundo. Marca também a quebra do recorde da premiação em quantidade de candidatos - o Oscar 2015 foi o de maior número da história até então, com 83 representantes. Para o Oscar 2016 foram submetidos 81 filmes, números bem superiores a 2012 com 71 países e 2011 com 76 filmes submetidos, por exemplo.
Os países foram convidados a candidatarem um filme estrangeiro até o início de outubro. Os filmes agora serão selecionados pelas comissões da Academia, que irão peneirar a lista para uma shortlist de nove filmes - sendo divulgado em meados de dezembro. Os cinco indicados, que surgirão dessa lista, serão anunciados em 24 de janeiro, quando a lista completa dos nomeados ao Oscar 2017 será revelada. Aguardem porque logo o Termômetro Oscar atualizará a categoria com as suas apostas. Confira a lista completa dos filmes estrangeiros, abaixo:
Juliana Leão - Equipe CETI!
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A categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar encanta os cinéfilos há décadas por ser uma excelente oportunidade de ter contato com as produções de diferentes lugares do mundo. Infelizmente, nós brasileiros temos pouco acesso ao catálogo diversificado das obras que estreia pelo globo, principalmente pelo pouco interesse do público comercial que faz com que não seja interessante financeiramente para as distribuidoras lançarem por aqui. Contudo, é quando fazemos o exercício de olhar para fora do Estados Unidos que conhecemos escolas de cinema interessantes e cineastas de grandes qualidades. Este ano vários países escolheram como representante filmes cujo seus diretores são os mais prestigiados e premiados da atualidade. Nesta atualização dos eleitos há o talento de Paul Verhoeven, Xavier Dolan, Hany Abu-Assad, Asghar Farhadi e Gianfranco Rosi. Conheça a seleção abaixo: França
Índia
Argentina
Canadá
África do Sul
Taiwan
Israel
Reino Unido
Palestina
Bolívia
Irã
Itália
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O Festival de Nova York está seguindo para sua reta final, trazendo de volta alguns dos filmes que já fizeram sucesso em outros festivas, como Veneza, Cannes e Toronto, confirmando a força desses longas para a temporada de premiações. Mas, enquanto isso, alguns filmes aproveitam para fazer sua grande estreia e já tentar se colocar entre aqueles que parecem fazer uma corrida sólida. A mais recente estreia em Nova York foi "20th Century Women", de Mike Mills. O filme, que já era uma promessa na categoria de Melhor Roteiro Original, estreia com expectativas fortes a respeito do elenco, que é composto por Annette Bening, Greta Gerwig, Elle Fanning e Billy Crudup. "20th Century Women" se passa na Califórnia nos anos 70 e conta a história de uma mãe que ao mesmo tempo em que cuida de sua família da melhor forma possível, também procura respostas para as vidas de suas duas jovens amigas. The Guardian deu 4 estrelas em 5 e exaltou o trabalho de Mills, dizendo que ele está se tornando um diretor singular. Depois de dirigir Christopher Plummer em "Toda Forma de Amor" - filme que deu ao ator o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante - Mike entrega outro trabalho sútil, mas de força arrasadora. O The Guardian ainda escreveu que Annette pode facilmente conquistar sua quinta indicação ao Oscar e não seria errado se ela enfim saísse vencedora. O The Hollywood Reporter escreveu sobre a força do elenco: "Mills claramente adora suas personagens incondicionalmente, o que significa que cada um deles recebe pelo menos uma cena ou duas para revelar algo profundamente pessoal e arrebatar o público (...) Em vários pontos encantadores dessa comédia-drama de Mike Mills 'sobre o passar dos anos em uma família não-tradicional', você pode encontrar-se ansioso para sair de seu assento e dançar junto com as pessoas na tela, como a música que passeia entre o passado e o presente e a pura simpatia destes personagens, que se torna um poderoso ímã, graças à escrita perspicaz e um conjunto perfeito de elenco, ancorado por uma sem-melhor Annette Bening". A Variety nos lembra que talvez a força do filme esteja no apelo pessoal, com "Toda Forma de Amor" Mike Mills quis contar a história de seu pai, que assumiu ser homossexual aos 75 anos, agora com "20th Century Women" o diretor busca homenagear a história de sua mãe. Em meio aos elogios para Annette e para todo o elenco, restou uma crítica, que talvez nem seja tão crítica assim: "Mills é um cineasta talentoso e enérgico, e que seja abençoado por ter a audácia confessional de derramar uma versão de sua vida na tela, mas "20th Century Women" poderia ser um pouco mais filme e um pouco menos diário". De qualquer forma, Annette Bening entra na corrida de Melhor Atriz, com bastante de chance de estar entre as 5 indicadas. A força de Melhor Roteiro Original também se manteve e qualquer outro nome do elenco ainda pode surgir nas categorias coadjuvantes, vamos aguardar. Danilo Teixeira - equipe CETI!
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A Fox divulgou nessa tarde o primeiro teaser trailer de "Jackie", filme de Pablo Larraín que conta sobre os 4 dias posteriores à morte do Presidente Kennedy, sob a ótica da, inesperadamente viúva, Jacqueline Kennedy. Depois da estreia de sucesso no festival de Veneza, a única dúvida que ainda restava era o fato de o filme ainda não ter distribuidora e uma boa campanha garantida para o Oscar. Mas, com a entrada da Fox no negócio, o longa ganhou data de estreia para dezembro e as chances de Portman conseguir uma segunda indicação como Melhor Atriz estão maiores do que nunca! Confira o primeiro poster e o teaser trailer logo abaixo: Danilo Teixeira - equipe CETI!
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A Warner Bros. parece ter gostado do novo filme de Ben Affleck, "Live By Night". Afinal, a produtora anunciou nessa terça-feira que adiantou um pouco a data de estreia, colocando o longa em algumas salas de cinema no natal e não apenas em janeiro como era o previsto. Além de dirigir e co-produzir, Affleck também protagoniza o filme, que é adaptado da obra de Dennis Lehane e conta a história do filho mais novo de um capitão da polícia que se envolve com o crime organizado, tornando-se um gangster. Com essa mudança de data, "Live By Night" entra na corrida do Oscar 2017! Na verdade, esse parece ser exatamente o plano da Warner, que parece ter adiantado essa data depois de dar uma primeira olhada no filme e ter visto um lampejo de Oscar chegando. O que não seria uma surpresa, já que a carreira de Ben Affleck na direção têm se mostrado cada vez mais promissora - quem não se lembra de "Argo" vencendo como Melhor Filme, enquanto Affleck nem era indicado como Melhor Diretor, se tornando o grande injustiçado do Oscar 2013. Naquele ano ainda, ele levou os prêmios de direção no BAFTA e no Globo de Ouro, ficando no ar a ideia de que em breve a Academia deverá se redimir por aquilo. Confira o trailer, abaixo: Então, o Termômetro Oscar esquenta com Ben Affleck e "Live By Night", deixando a temporada de premiações cada vez mais interessante. Danilo Teixeira - equipe CETI!
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Depois de uma ótima estreia de Ava na noite de abertura, o Festival de Nova York segue seu caminho! Diferente de Veneza e Toronto, esse festival traz menos novidades, mas confirma a força de alguns dos longas que passaram por outros lugares. Esse é o caso de "Moonlight"! O filme estreou em Telluride faz mais de um mês e, desde então, o termômetro Oscar têm esquentado e o filme está nas principais listas da temporada de premiações! Chegando nesse final de semana à uma bela estreia em Nova York. "Moonlight" é escrito e dirigido por Barry Jenkins, o filme conta a história de Chiron, apelidado de Little, que mora numa comunidade pobre da Miami da explosão do crack dos anos 1980 e, desde novo, sofre com os colegas de escola que o tacham de bicha (“faggie”) – embora nem ele mesmo, aos dez anos, saiba o que isso quer dizer. Quando chega na adolescência, a introspecção aumenta na mesma proporção do bullying. Somam-se mais dez anos a essa história e vemos Chiron como “Black”, já líder do tráfico local. O que não muda, ao longo das três fases em que o filme divide a vida do personagem, é a busca por autoconhecimento – algo universal, inerente à vida de qualquer um, independente da cor da pele ou de com quem você se deita. O longa conta com Naomie Harris, Trevante Rhodes, Andre Holland e Mahershala Ali. Dentre as apostas para o Oscar, muito se fala sobre Atriz Coadjuvante para Naomie Harris. O The Guardian, deu 5 estrelas em 5 e disse que esse talvez seja o filme mais importante, relevante e necessário do ano: "Moonlight é um filme profundamente comovente sobre crescer como um homem gay sem se assumir, uma viagem difícil e prejudicial que é realizada com cuidado e delicadeza impressionante e que vai entrar em ressonância com qualquer um que teve de fazer o mesmo. Estamos sedentos por essas narrativas dramáticas envolventes e impactantes, e Jenkins nos mostra por que elas são tão extremamente importante, fornecendo um retrato raramente visto do que realmente significa ser um homem gay negro nos Estados Unidos hoje. É um feito incrível". A CSB News escreveu que esse é um filme soberbamente trabalhado, que toca tão profundamente uma questão ignorada por Hollywood, que é impossível que passe desapercebido pela temporada de premiações. O texto ainda finaliza dizendo que a direção de Jenkins é praticamente um presente para o cinema. Consequence of Sound escreveu que "Moonlight, um dos melhores filmes do ano até agora, é um lembrete de que, sob a nossa dor, cada um de nós queremos as mesmas coisas - conforto, abrigo e um espaço em que podemos ser nós mesmos. Moonlight pode não ter todas as respostas, mas é um retrato único da humanidade". Confirmando sua força em Nova York nesse final de semana, "Moonlight" entra na corrida de algumas das principais categorias como Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro. Guardem esse nome, pois ainda podemos ouvir falar muito desse filme! Por fim, para quem ainda não conhece, veja abaixo o trailer: Danilo Teixeira - equipe CETI!
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Há poucos anos, Ava Duvernay despontou no cenário de Hollywood com a possibilidade de ser a primeira diretora negra indicada na categoria no Oscar. Infelizmente, ao contrário do que a grande maioria do público e crítica esperava, isso não aconteceu. Entretanto, em nenhum momento ela perdeu o mérito, muito o menos o brilho e importância de seu filme "Selma: A Luta Pela Igualdade". Com a carreira ainda modesta, de poucos filmes, esperávamos ansiosos pelo seu retorno. Que aconteceu ontem no Festival de Nova York, em que apresentou baixo de ovações o documentário "The 13th", que será veiculado pela Netflix. A temática da luta contra o preconceito racial continua presente e necessário em suas obras. Agora ela traz um profundo olhar no sistema prisional nos Estados Unidos e como ele revela a história da desigualdade racial impregnada na nação. Oprah Winfrey e o rapper Common estão de volta, porém agora como eles mesmos, para discutir a política atual: a raça, a desigualdade, a as sequelas da escravidão, a brutalidade policial e sobre a Black Lives Matter, movimento social em que eles atuam. Common, que ganhou junto com Jonh Legend o Oscar de Melhor Canção pela música Glory presente em "Selma", também assina a canção principal deste.
A edição do documentário segue ao "padrão" do gênero: o arranjo entre pessoas comentando o assunto, imagens de arquivo e recursos visuais animados. Para a Indiewire "isso é tudo o que precisam para fazer com que suas declarações incendiárias ressoem através do tempo. Embora não seja a mais forte realização cinematográfica do ano, é certamente a mais relevante - uma pesquisa que consolida cerca de 150 anos de história americana para mostrar como os problemas atuais do país não aconteceu do dia para a noite." Ava Duvernay é uma cineasta cuja arte tornou-se cada vez mais inseparável de seu ativismo. O que poderia limitá-la pelo contrário a liberta, principalmente por saber os caminhos diversos e possíveis para trabalhar o tema. O resultado mais uma vez é positivo. Suas chances de entrar como indicada na categoria de Melhor Documentário são tangíveis e dada por alguns dos principais críticos como certa. A mesma agitação pode ser dada a canção de Common, mesmo com a categoria de Melhor Canção ainda sem tanta definição. Presente ou não na premiação, o filme já atingiu seu objetivo ao informar, discutir e cobrar uma posição pessoal, ainda que trazendo um retrato da sociedade americana, a realidade cruel de todo o mundo. Juliana Leão - Equipe Ceti!
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