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Só falta 1 dia! O Festival de Cannes já está batendo na porta! É por isso que nós, do CETI!, separamos 12 filmes que por enquanto parecem os mais fortes candidatos para a temporada de premiações! Buscamos listas internacionais, as sinopses, o histórico de Cannes e conseguimos chegar à uma seleção final! Lembrando que todos os anos grandes decepções acontecem, assim como grandes surpresas - quem não se lembra de Gus Van Sant sendo vaiado dois anos atrás e no outro dia George Miller lançando o incrível "Mad Max"? Então confira abaixo a lista com 12 filmes que estreiam no 70º Cannes, que podem ser fortes candidatos ao Oscar 2018:
Danilo Teixeira - equipe CETI!
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Em comemoração ao Dia das Mães, a Paramount divulgou ontem o primeiro cartaz de "Mother!", novo filme de Darren Aronofsky. Ainda sem sinopse oficial, dizem que se trata de um casal cujo relacionamento é desafiado com a chegada de alguns convidados inesperados. O elenco é composto por Jennifer Lawrence, Javier Bardem, Michelle Pfeiffer, Ed Harris, Domhnall Gleeson e Brian Gleeson. Confira: "Mother!" estreia em 13 de outubro nos EUA. Danilo Teixeira - equipe CETI!
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Falta bem pouco para começar o mais glamuroso e importante festival de cinema do mundo, o Festival de Cannes e a edição de número 70 terá início no próximo dia 17 de maio, como sempre vocês contam com a cobertura completa do CETI!. Por este motivo, já estamos nos encaminhando para os últimos especiais que celebram as suas contribuições para a sétima arte, bem os que trazem todas as novidades e curiosidades que cercam esta edição. Desta vez damos destaque as atrizes que conseguiram um feito raro e incrível, desfilar no tapete vermelho do balneário francês e no de Hollywood com a Palma de Ouro e o Oscar pelo mesmo filme. Em toda a sua história, somente cinco conseguiram alcançar a marca e o prestígio, atrizes que escreveram com o seu talento seus nomes nas artes de seus países natais. Acompanhe nosso especial e toda a cobertura da 70ª Festival de Cannes, a partir do dia 17 de maio. Shirley pode ser um atriz pouco lembrada hoje em dia, o que sem dúvidas é um pesar, pois sua carreira foi uma das mais brilhantes que Hollywood já viu. Premiada com a Palma de Ouro, Oscar, Globo de Ouro, Emmy e Tony, por pouco não se tornou uma EGOT, o seleto grupo de artistas que ganharam Emmy, Grammy, Oscar e Tony. Sua maior façanha no cinema foi com o belíssimo "A Cruz da Minha Vida", em que interpretou Lola Delaney. A produção é uma adaptação da peça de teatro de William Inge, em que Shirley ganhou o Tony pela mesma personagem. No filme, um casal formado por um alcoólatra e uma mulher desajustada, tem uma crise pessoal quando alugam um quarto a uma atraente jovem, por quem o homem fica atraído Depois disso, a atriz fez pouco cinema, dedicando-se mais a televisão, onde interpretou a lendária personagem protagonista de "Hazel", ganhando inúmeros prêmios. Entretanto, dentro destes poucos filmes ainda se destacam "Quando vem a Tormenta" e "A Mercadora de Felicidade". Apesar de ter nascido na Alemanha, a francesa Simone Signoret foi a responsável por abrir os caminhos para que as atrizes e atores francesas conquistassem Hollywood, ela foi a primeira a ganhar um Oscar por atuação. Essa façanha foi por "Almas em Leilão", de Jack Clayton, no ano de 1960. Antes de chegar lá, Simone passou pelos tapetes vermelhos de Cannes vitoriosa com sua Palma de Ouro. O filme conta sobre um ambicioso contador que planeja se casar com a filha do proprietário de uma rica fábrica, apesar de se apaixonar por uma mulher casada mais velha. A carreira de Simone foi marcada pelo grande ativismo político. Depois que se casou com o ator e cantor Yves Montand, ela passou a militar pelo Partido Comunista Francês e eles se tornaram um casal marcado pelas lutas sociais, tanto que encenaram juntos a peça "As Feiticeiras de Salém", de Arthur Miller, que é uma alegoria ao Macartismo. No cinema ainda há o destaque para "O Exército das Sombras" e "A Viúva", junto com Alain Delon. Um dos maiores símbolos de beleza do cinema e uma das mais prestigiadas atrizes italianas, muito pouco pode ser dito sobre Sophia Loren além do que não cansamos de dizer. Sua carreira começou muito cedo, com ainda 15 anos, atuando em papeis menores. Isso até poucos anos depois, quando foi para Hollywood e recebeu reconhecimento internacional quando assinou com a Paramount para fazer cinco filmes. Sua maior glória foi a dobradinha Cannes/ Oscar na temporada de 1961 por "Duas Mulheres", de Vittorio de Sica, seu sempre parceiro. No drama, uma viúva solitária e sua filha procuram distância dos horrores da 2ª Guerra Mundial. O que se viu depois foi Loren se tornar a atriz mais popular do mundo na década de 60, romper a barreira dos 1 milhão de dólares de salário para uma atriz e protagonizar os mais importantes filmes italianos da época. Por suas contribuições para o cinema, ela ainda recebeu o Bafta, o Leão de Ouro em Veneza, o Urso de Ouro em Berlim, prêmios honorários do Oscar, Globo de Ouro e César, além de ser a recordista do Prêmio David, maior honraria italiana, com cinco estatuetas. Destaques ainda para suas interpretações em "El Cid", com Charles Heston e "Um Dia Muito Especial", de Ettore Scola. Sally é muito querida em Hollywood e reconhecida por seu enorme talento, tanto que foi duas vezes ganhadora do Oscar: "Norma Rae" e "Um Lugar no Coração". Pelo primeiro ela conseguiu a grande conquista de ser vencedora também no Festival de Cannes, uma projeção e tanto de sua carreira que até o momento tinha como destaque pequenos papeis. Na produção de Martin Ritt, Sally dá vida a personagem título que é uma jovem solteira e trabalhadora em uma fábrica têxtil que concorda em ajudar a sindicalizar sua fábrica, apesar dos problemas e perigos envolvidos. A atriz tem uma carreira de momentos, dedicada a filmes independentes e pequenos, o que muitas vezes a afasta do grande público, contudo uma temporada ou outra, ela desponta em filmes de destaque como nos premiados "Forrest Gump: O Contador de Histórias", "Lincoln", "Flores de Aço" e "Uma Babá Quase Perfeita". Geralmente quando falamos no filme "O Piano", de Jane Campion, lembramos do desempenho de Anna Paquin, por se tornar a segunda atriz mais nova a receber um Oscar. Contudo, Holly Hunter também merece muito destaque e foi dela o maior feito da temporada por ganhar o Globo de Ouro, o Oscar e a Palma de Ouro, em Cannes, além de concorrer no mesmo ano como coadjuvante por "A Firma". A história, que também ganhou a Palma de Ouro por melhor filme, está centrada em uma mulher muda que é enviada para a Nova Zelândia em 1850 juntamente com sua filha para um casamento arranjado com um fazendeiro rico, mas se apaixona por um trabalhador local que compra o seu piano. Holly enfrentou um complicado processo para que pudesse interpretar Ada, superando Sigourney Weaver, Juliette Binoche e Jennifer Jason Leigh. Além do filme ser considerado um dos melhores filmes independentes já produzidos, esse mérito vai para as mulheres fortes que compõem a produção, Campion, Hunter e Paquin. A carreira da atriz é repleta de sucessos, no cinema e na tv, vale o destaque para as produções "Aos Treze", "Os Incríveis", "E aí, meu Irmão, Cadê Você?", "Arizona Nunca Mais" e "Nos Bastidores da Notícia". Juliana Leão - Equipe CETI!
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Mesmo criada há 20 anos, a Netflix teve seu grande boom quando decidiu explorar exclusivamente o streaming no ano de 2013, principalmente quando passou a produzir suas próprias séries e filmes. Muito premiada, ela ganha cada vez mais espaço dentro da sétima arte, o que faz com que muitos estúdios reajam pelo fato de que a plataforma disponibiliza suas produções direto na internet, sem precisar estar comercialmente em salas de cinema. Prestes a exibir dois filmes neste festival de Cannes, a Netflix, e também a Amazon, sofrerão sansões na próxima edição. Isso porque eles não aceitarão em sua seção competitiva filmes que não seja distribuído comercialmente nos cinemas franceses depois do festival. Os conflitos começaram quando a direção de Cannes tentou em vão negociar com a Netflix para que "Okja" e "The Meyerowitz Stories" , que concorrem a Palma de Ouro. A federação responsável pelas salas de cinema já tinha feito bastante barulho por filmes de streaming poderem concorrer na competição principal em Cannes, ainda mais por ser uma edição comemorativa, enquanto o festival festejou a entrada deles com boas-vindas públicas. No final da queda de braços, perdem ou ganham os dois lados. Para Reed Hastings, CEO da Netflix, "O sistema cerra fileiras contra nós". Ao que parece, será a primeira e única vez que veremos as plataformas concorrerem a Palma de Ouro. Acompanhe a cobertura da 70º Festival de Cannes no CETI! entre os dias 17 e 27 de maio! Juliana Leão - Equipe CETI!
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Faltam apenas 5 dias para o Festival de Cannes! Para controlar a ansiedade, chegou a hora de nossos especiais mostrar um pouco do que está por vir. É por isso que, no especial de hoje, juntamos 10 curiosidades da 70ª edição de Cannes - seja estreias peculiares, parcerias, recordes ou números da edição. Então, confira abaixo, 10 curiosidades do Festival de Cannes 2017:
Danilo Teixeira - equipe CETI!
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Cannes sempre teve tudo a ver com o Oscar, desde a sua primeira edição, em que seus vencedores saíram do mesmo filme, "Farrapo Humano". Inegavelmente o festival é um indicador para a premiação, porque se estrear bem na França, tem boas chances de conseguir indicação no Oscar. Mesmo se tratando de eventos de naturezas diferentes, afinal Cannes é um festival em que são exibidas produções de todos os tipos e dos mais diversos países durante dez dias, com variadas competições paralelas e o prêmio da Academia uma única celebração, dividida em categorias, não podemos negar que são os seus maiores exemplares. Cannes é o maior de todos os festivais e o Oscar a maior de todas as premiações. Durante setenta edições do festival, somente por cinco vezes o vencedor de melhor interpretação masculina ganhou o Oscar em categorias de atuação. Neste seletíssimo grupo, atores de grande projeção, primeiro dentro de seus países de origem e depois pelo mundo, tiveram suas carreiras mudadas. Ser reconhecido em Cannes e no Oscar são duas das maiores honrarias que um artista poderia receber, mais especial por ser pelo mesmo filme, pelo mesmo trabalho. Conheça esses atores no nosso especial e acompanhe toda a cobertura do 70ª Festival de Cannes, que acontece entre 17 e 27 de maio, aqui no CETI!. A trajetória de Ray Milland começou cedo no cinema, quase junto com a popularização dele. Depois de aparecer em personagens secundários nos anos 20, foram nas comédias malucas da década seguinte que ele alcançou o posto de galã. Contudo, o reconhecimento da crítica e das premiações chegou bem mais tarde, somente em 1946, no clássico de Billy Wilder, "Farrapo Humano". Não poderia ter sido em uma situação melhor, pois era primeira edição do Festival de Cannes e Ray saiu com a Palma de Ouro de Melhor Interpretação Masculina, definitivamente marcado na história do festival. Hoje estamos acostumados a ver um longa estrear em Cannes primeiro e especular sobre as possibilidades de vê-lo no Oscar no ano seguinte, mas nem sempre foi assim. "Farrapo Humano" estreou em novembro de 1945, passou arrasando pelo Oscar, onde ganhou Melhor Filme, e só depois estreou em Cannes. Ray tinha todos a seu favor, pois já tinha ganho o Globo de Ouro e o Oscar antes, não tinha como perder a Palma de Ouro. Depois dali, sua carreira ficaria marcada por participações em filmes de ficção científica, mas não há como não destacar ainda dois filmes memoráveis "Disque M para Matar" e "Love Story - Uma História de Amor". Uma das maravilhas do cinema é sempre refletir o seu tempo, o seu contexto, as vezes de forma direta ou mesmo implicitamente. "Amargo Regresso" é a representação da dor americana pelos seus mortos e desaparecidos na Guerra do Vietnã, principalmente sobre os efeitos de quem teve a família diretamente influenciada por ela. Jon Voight brilha em tela como o ex-soldado e agora paraplégico que desperta a paixão em uma enfermeira que tem seu marido oficial sumido no Vietnã. Lágrimas, conflitos e drama, muito drama. Voight foi um dos responsáveis por todo esse sucesso, tanto que naquela temporada não houve espaço para que outro ator pudesse despontar como favorito. Ganhou em Cannes, como melhor interpretação masculina, e repetiu o feito, tanto no Globo de Ouro como no Oscar. Em pensar que ele quase perdeu o papel para Sylverster Stallone, e ainda tinha como parceiros de tela os grandes atores Jane Fonda e Bruce Dern. Voight sem dúvidas tem seu nome na história de Cannes e do Oscar, na sua filmografia ainda estão "Fogo Contra Fogo", "Perdidos na Noite" e "Amargo Pesadelo". Pode-se dizer que o "Beijo da Mulher Aranha" foi um filme feito para atores. Toda a produção de Hector Babenco aliada ao texto poderosíssimo de Manuel Puig, adaptado por Leonard Schrader, colaboram para que William Hurt, Raul Julia e Sônia Braga pudessem brilhar nas telas. Entretanto foi Hurt que emocionou as plateias e a crítica pela interpretação de Luís Molina. Até aquele momento o ator não era tão conhecido do grande público, além de que só conseguiu o papel através de Julia, seu amigo, que convenceu Babenco a apostar nele. Muito do sucesso de Hurt como Molina foi o cuidado que teve para que o personagem, homossexual, não tivesse um tom superficial ou de deboche. Ele encontrou o equilíbrio de um homem preso a uma dor real, mas que ao mesmo tempo vivia em um mundo de fantasias e sonhos. O resultado foi tanto a Palma de Ouro de melhor interpretação masculina, como o Oscar no ano seguinte. A partir daqui, Hurt pode ser encontrado em muitos outros filmes de sucesso como "Na Natureza Selvagem", "Cidade das Sombras" e "Marcas da Violência". Se alguém fala em "Bastardos Inglórios", o longa de Tarantino, imediatamente um dos personagens de quem vai se lembra é o louco cel. Hans Landa. Todo o mérito disso vai para Christoph Waltz, excelente no personagem. O longa segue as características dos filmes do diretor, muita violência e muita comédia, o que os fãs adoram. Falando sobre dois planos de assassinar os líderes políticos da Alemanha nazista da Segunda Guerra Mundial, Landa é o personagem que movimenta a trama, o grande vilão, cheio de trejeitos. Muitas das reviews apontaram à época que não tinha para Brad Pitt ou Michael Fassbender, Waltz eclipsou todos os que estavam com ele em cena. Isso é um feito para poucos. Cannes não poderia deixar que o ator austríaco passasse pelo seu tapete sem o prêmio. E não foi o único, Bafta, Globo de Ouro e Oscar também o reconheceram na categoria de Melhor Ator Coadjuvante. A parceria com Tarantino ainda renderia o Oscar por "Django Livre". Na sua vitoriosa carreira ainda estão excelentes produções como "Deus da Carnificina" e "007 Contra Sprectre". Este ano, poderá ser visto no novo longa de Justin Chadweick, "Tulip Fever". No seu primeiro filme de projeção internacional, Jean Dujardin com certeza não esperava o que a temporada de 2011 reservava. Escolhido para dar vida a George Valentín na produção de Michael Hazanavicius sobre um ator de cinema mudo relutante a chegada do som ao cinema, ele foi festejado em Cannes. De lá saiu com a Palma de Ouro e somou no seleto grupo de atores conterrâneos que conquistaram o prêmio. "O Artista" fez uma boa bilheteria pelo mundo e conquistou cada vez mais a crítica, o que se tornou prêmios durante a temporada, principalmente para Dujardin que ganhou o Oscar.
Com todas estas conquistas, o ator se juntou a um prestigiada geração de artistas franceses como Juliette Binoche, Marion Cotillard, Audrey Tatou, Julie Delpy, Vincent Cassel, Charlotte Gainsbourg e Isabelle Huppert. Depois de todo o frisson, ele ganhou cada vez mais espaço em Hollywood, trabalhando em "O Lobo de Wall Street" e "Caçadores de Obras Primas", além de continuar em constantes produções do cinema francês. Este ano poderá ser visto em "Transformes: O Último Cavaleiro".
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E a Warner não para! Depois de divulgar o novo trailer de "Dunkirk", é a vez de "Blade Runner 2049" dar as caras e, ainda, com direito à uma primeira olhada no personagem de Jared Leto! Na filme, trinta anos após os eventos do primeiro filme, um novo blade runner, o policial de Los Angeles K (Ryan Gosling), descobre um segredo há muito tempo enterrado que tem o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta de K o leva a uma missão para buscar Rick Deckard (Harrison Ford), um ex-caçador de androides que está desaparecido há três décadas. Dennis Villeneuve está na direção do longa, que é uma das promessas para o Oscar 2018, principalmente nas categorias técnicas. Confira o trailer: "Blade Runner 2049" chegas ao cinemas americanos no dia 6 de outubro. Danilo Teixeira - equipe CETI!
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Em 2014, Nicole Kidman abriu o Festival de Cannes com o filme “Grace de Mônaco”. Entre tantas críticas negativas e polêmicas com a família real, a única certeza era de que Nicole teve uma atuação digna da princesa. Mas, nem mesmo a atriz foi capaz de salvar o filme do fiasco... Agora, 4 anos depois e na histórica edição de número 70, Nicole está de volta em Cannes e envolvida em tantos trabalhos e todos eles com tanta qualidade, que ninguém mais tem dúvida que ela passou de Princesa de Mônaco para Rainha de Cannes! As 4 passagens da atriz pelo tapete vermelho são as mais diversificadas possíveis! Duas na seleção oficial aonde ela pode vencer o prêmio de Melhor Atriz, uma como exibição especial e a outra em premiere fora de competição – mas que geralmente são algumas das estreias mais aguardadas da temporada! Confira então quais são esses trabalhos que fazem de Nicole a rainha de Cannes: - TOP OF THE LAKE: CHINA GIRL Exibição especial Pela primeira vez em 70 anos de festival serão exibidas séries! Mas, vamos concordar, que as duas séries foram escolhidas a dedo! A primeira delas é a volta de David Lynch com “Twin Peaks” – além do próprio diretor estar meio fora das telonas já faz algum tempo, a prometida terceira temporada sobre o caso de Laura Palmer está sendo muito comemorada por fãs do mundo inteiro. A segunda série selecionada foi “Top of the Lake”, de Jane Campion, vencedora da Palma de Ouro em 1993 por “O Piano”. “Top of the Lake: China Girl” é a segunda temporada da mini-série que terá seus 7 episódios exibidos em Cannes. A agenda oficial ainda não foi divulgada, mas provavelmente a série passará durante vários dias e não como maratona. A primeira temporada trazia a detetive Robin Griffin investigando a tentativa de suicídio de uma menina de 12 anos que estava grávida. Agora, nessa nova temporada, a detetive volta a Sydney para tentar reconstruir sua vida, mas o corpo de uma garota chinesa é encontrado numa praia e as pistas à levam direto para o lado mais sujo da cidade. A grande novidade dessa segunda temporada é Nicole Kidman, tanto que ainda sabemos muito pouco sobre sua personagem. Apenas algumas poucas fotos foram divulgadas, que na verdade só aumentam ainda mais as expectativas para a estreia em Cannes. - HOW TO TALK TO GIRLS AT PARTIES Exibição especial
- THE KILLING OF A SACRED DEER Seleção oficial
O longa está em competição, o que quer dizer que as atuações podem ser premiadas, assim como o filme pode levar a Palma de Ouro. Conhecendo os trabalhos anteriores de Yorgos, esse pode ser um dos filmes mais fortes no festival. - O ESTRANHO QUE NÓS AMAMOS Seleção oficial Longe de Cannes desde 2013, onde estreou na mostra Un Certain Regard com “Bling Ring”, Sofia Coppola está de volta em grande estilo! “O Estranho que Nós Amamos” é um remake do trabalho feito em 1971, pelo diretor Don Siegel. Se o elenco original já era muito bom e contava com nomes como Clint Eastwood e Geraldine Page, dessa vez parece que Sofia conseguiu juntar tantos atores incríveis para fazer jus ao original: Nicole Kidman, Colin Farrell, Elle Fanning, Angourie Rice e Kirsten Dunst. O longa fala sobre um soldado ferido durante a guerra da Secessão, que acaba se ferindo e encontrando refúgio dentro de um internato para mulheres localizado no território inimigo. Enquanto se recupera, o soldado acaba conquistando algumas mulheres e causando desavenças. Desde sua última passagem em Cannes, Sofia fez apenas um especial de natal da Netflix com Bill Murray. Então, desde quando esse filme foi anunciado, as expectativas só aumentam e muitos dizem que esse pode ser o melhor trabalho da diretora! Se assim for mesmo, não há dúvidas de que vai sair de Cannes direto para o Oscar! Danilo Teixeira - equipe CETI!
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Ao mesmo tempo em que nos preparamos para o Festival de Cannes, outros filmes grandiosos da temporada vão começando a se destacar e, pouco a pouco, a corrida Oscar 2018 começa a se desenhar. O caso agora é que a Warner acabou de divulgar um novo trailer de "Dunkirk", o filme de guerra de Christopher Nolan! O filme está sendo divulgado como uma experiência realmente próxima de como é estar na guerra, inclusive o próprio diretor já falou algumas vezes sobre a força de suas imagens e que não está em busca de mais um filme sangrento, seu objetivo é alcançar a emoção e mostrar o limite desses homens. Nolan disse também que a história terá três arcos principais, que seriam na terra, na água e no ar. Confira abaixo o novo trailer: "Dunkirk" estreia no dia 21 de julho no Estados Unidos. Danilo Teixeira - equipe CETI!
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O CETI! encontrou um espaço nos especiais sobre a 70º Festival de Cannes para falar sobre o Brasil. Existem vários textos dedicados a falar sobre o desempenho do país no Oscar, e de fato tivemos bons momentos na cerimônia da Academia, recebendo diversas indicações, seja para Melhor Filme ou mesmo espalhadas pelas diversas categorias. Contudo, precisamos destacar que a premiação internacional de relevância que mais deu retorno através de nomeações e vitórias para o Brasil é o Festival de Cannes, e se consideramos que ele é o mais notório dentre seu semelhantes, estamos indo bem. Desde a primeira nomeação a Palma de Ouro no longínquo ano de 1949 por "Sertão", de João G. Martin, o Brasil desfilou o seu melhor pelo tapete vermelho do balneário francês. Para a premiação principal, o país já foi indicado 33 vezes, levando uma somente com "O Pagador de Promessas", ou duas se consideramos a co-produção francesa e italiana "Orfeu Negro". Estes não são somente nossos maiores feitos, porque ainda tivemos a graça de ter premiados o notório diretor Glauber Rocha por "O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro" e as atrizes Fernanda Torres por "Eu Sei Que Vou Te Amar" e Sandra Corveloni por "Linha de Passe". O Brasil encontrou destaque nas mostras paralelas, com prêmios para grandes diretores como Nelson Pereira dos Santos e Walter Salles, além do nosso ator mais bem sucedido em Hollywood Rodrigo Santoro. Quando se observam os longas nacionais que participaram do festival, notamos que eles refletem muito da nossa história cinematográfica e artística, no geral. O Cinema Novo, a Embrafilme, a Retomada e a Pós-Retomada estão representadas através de "Vidas Secas", "Deus e o Diabo na Terra do Sol", "Terra em Transe", "Bye Bye Brasil", "Coração Iluminado", "Carandiru" e o recente e polêmico "Aquarius". Nossos mais icônicos diretores também, a saber: Nelson Pereira dos Santos, Glauber Rocha, Anselmo Duarte, Cacá Diegues, Héctor Babenco, Walter Hugo Khouri, Arnaldo Jabor, Ruy Guerra, Walter Salles e Fernando Meireles. Na celebrada 70º Festival de Cannes o Brasil não só marca presença, como tem tudo para fazer bonito. Não temos nenhum filme competindo pela Palma de Ouro, mas temos duas representações importantes. A primeira é o curta de Eduardo Brandão Pinto, chamado "Vazio do Lado de Fora", que concorre na mostra Cinéfondation, que é dedicada as produções de universitários. Outro destaque vai para Kleber Mendonça Filho que brilhou ano passado ao concorrer por "Aquarius", agora retorna como o presidente do júri da Semana da Crítica, que premia os cineastas emergentes. Acompanhe o nosso especial abaixo e conheça muitas das nossas maiores produções, vale a explicação que o CETI! relacionou todos os longas que foram produzidos ou co-produzidos pelo Brasil e também aqueles que tiveram diretores brasileiros. O 70º Festival de Cannes acontece entre 17 e 27 de Maio e você acompanha aqui no CETI! Vencedores da Palma de OuroFilme francês ou brasileiro? Apesar de ser uma produção compartilhada entre a França, a Itália e o Brasil, o cinema destacou "Orfeu Negro" como francês, principalmente por ele ter sido realizado sobre a batuta do lendário cineasta Marcel Camus. O interessante é que Camus traz em sua filmografia diversas produções que exploram e contam sobre a história, principalmente sobre a cultura brasileira, como "Os Bandeirantes" e "Otália da Bahia". Assim surgiu a mistura das histórias da mitologia grega com a mais importante festa brasileira, o Carnaval. A trama reconta o mito de Orfeu e Eurídice, contudo ambientado durante a época do Carnaval no Rio de Janeiro. Vale destacar que a obra se trata de uma adaptação da peça de teatro "Orfeu da Conceição" de autoria de nada menos que Vinícius de Moraes e que ele não gostou do que viu no cinema. O poeta pode não ter gostado, mas os espectadores e sobretudo a crítica adorou, e a produção não somente ganhou a Palma de Ouro, mas foi laureada com um Globo de Ouro e um Oscar. No elenco grandes nomes brasileiros como Breno Mello e Lourdes de Oliveira. Uma grande dificuldade dos fãs brasileiros é reconhecer seus grandes atores. As gerações mais recentes talvez não conheçam a importância de Leonardo Villar para o cinema nacional, o veterano ator que surgiu do teatro para brilhar não só como o Zé do Burro em "O Pagador de Promessas", mas também em "Lampião, o Rei do Cangaço", "A Hora e a Vez de Augusto Matraga" e "Chega de Saudade". Entretanto vale ainda destacar que a história nada mais é que de autoria do ícone da dramaturgia Dias Gomes, que junto com Anselmo Duarte, também o diretor, levaram a peça para as grandes telas. "O Pagador de Promessa" é o único filme exclusivamente brasileiro a alcançar a maior premiação, a Palma de Ouro. Ele ainda foi indicado ao Oscar no ano seguinte, a primeira do Brasil como único produtor, mas acabou perdendo para o francês "Sempre aos Domingos", de Serge Bourguignon. A história conta sobre Zé do Burro, que depois que seu burro de estimação ter sido atingido por um raio, faz a promessa de carregar nas costas uma imensa cruz de madeira até a igreja de Santa Bárbara. mas as pessoas com que ele encontra no caminho parecem determinadas a entender mal suas intenções Vencedor de Melhor DiretorO cinema brasileiro nos deu grandes diretores, profissionais reconhecidos em todo o mundo pelo seu talento, dedicação, técnica e estilo. Quando nos debruçamos para estudar um pouco sobre eles, um se destaca não somente por suas qualidades, mas também por ser a personificação de um movimento que revolucionou as artes no país, o Cinema Novo. O baiano Glauber Rocha teve infelizmente uma vida muito curta, porém repleta de préstimos a cultura e a história, pois esteve envolvido nas lutas contra o regime ditatorial militar. Partindo do princípio "uma câmera na mão e uma ideia na cabeça", ele captava com simplicidade a alma do brasileiro, tratava da tensa realidade brasileira a partir dos seus reflexos na sociedade, falando sobre temas relacionados ao subdesenvolvimento. Sob seu comando estão muitos dos mais clássicos filmes nacionais como "Deus e o Diabo na Terra do Sol", "Terra em Transe" e a "A Idade da Terra", foi premiado em Cannes por "O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro". Melhor Interpretação FemininaQuem vê Fernanda Torres fazendo a audiência e as plateias de todo o Brasil chorar de rir, muitas vezes não sabe que ela é a vencedora de uma Palma de Ouro por interpretação feminina. Por "Eu Sei Que Vou Te Amar", de Arnaldo Jabor, ela então com 20 anos fez o mundo aplaudir e elogiar sua interpretação entregue de uma mulher que reencontra o ex e em meio a discussão sobre os problemas que levaram ao fim do relacionamento vivem uma tórrida paixão. Se o velho ditado de que "filho de peixe, peixinho é" pudesse valer, Fernanda se tornou um bom exemplo. Filha dos memoráveis Fernando Torres e Fernanda Montenegro, indicada ao Oscar por "Central do Brasil". Fernanda Torres se espacializou no humor, mas sem deixar o cinema e o drama de lado, esteve em produções de importância como "Terra Estrangeira", "O Que é Isso Companheiro?" e "Casa de Areia". Sobre a produção ainda vale os destaques ao sempre saudoso e já falecido ator Thales Pan Chacon, a direção de fotografia de Lauro Escorel Filho, os figurinos de Glória Kalil e o cenário projetado por Oscar Niemeyer. Depois de 20 anos, o Brasil teve a felicidade de ver uma de nossas atrizes premiadas novamente em Cannes. Sandra Coverloni quase toda dedicada ao teatro e ao cinema, sempre presente em produções de destaque. Quando Walter Salles e Daniela Thomas, diretores de "Linha de Passe", começaram a procurar uma atriz para protagonizar o longa, deram preferência àquelas provenientes dos palcos. Sandra foi a última a fazer o teste ouviu de seus colegas de produção que ela era a pessoa perfeita para a produção, e deu certo. Com o roteiro dos brilhantes Bráulio Mantovani e George Moura, ela deu vida a uma mãe que precisa sustentar sozinha quatro filhos na Cidade Líder, periferia de São Paulo. Um deles, Dario, vê em seu talento como jogador de futebol a esperança de uma vida melhor. No elenco ainda estão João Baldasserini, Mateus Solano e Vinícius de Oliveira, que estrelou "Central do Brasil" com Fernanda Montenegro. Sandra ainda brilhou em "Oração do Amor Selvagem" e "Tudo o Que Aprendemos Juntos", além de poder ser vista este ano em "A Glória e a Graça". Outros vencedoresTodos os já nomeados a |
| É mais fácil de notar o desenvolvimento e a evolução da tecnologia e dos efeitos visuais por exemplo, mas esse é um momento aonde o mundo todo pode acompanhar o que talvez seja o futuro dos cinemas em termos de produção e distribuição. No ano passado a Amazon já havia emplacado 5 trabalhos no Festival de Cannes: "A Criada", "Paterson", "Demônio de Neon", o documentário "Gimme Danger" e o filme de abertura "Café Society", de Woody Allen. Esse ano o número está menor, apenas um longa com a Amazon envolvida, mas não é qualquer longa: "Wonderstruck" é o novo filme de Todd Haynes - depois do muito elogiado "Carol" - que ainda conta com Julianne Moore e Michelle Williams no elenco. |
A Netflix não esteve presente no ano passado, mas esse ano colocou dois filmes na seleção oficial! O primeiro deles é "Okja", que estava entre as especulações já que apresenta um dos elencos mais interessantes da temporada: Tilda Swinton, Jake Gyllenhaal, Lily Collins, Giancarlo Esposito e Paul Dano. A outra aposta era "War Machine" - com Brad Pitt - mas o segundo acerto acabou vindo de uma das novas aquisições: "The Meyerowitz Stories", de Noah Baumbach, que teve seus direitos comprados alguns dias antes da seleção oficial ser divulgada. Agora, além de promover a estreia de Noah no Festival, a Netflix também trouxe de volta Adam Sandler, que não pisa no tapete vermelho desde 2002 com "Embriago de Amor", de Paul Thomas Anderson. Mais do que Sandler, o filme de Noah vai trazer para o festival Emma Thompson, Ben Stiller e Dustin Hoffman. Lembrando dos trabalhos anteriores do diretor, a Netflix parece ter acertado em cheio!
O Festival de Cannes começa no dia 17 de maio e o CETI fará a cobertura completa! Mas, até lá, não deixe de acompanhar os especiais que lançaremos nessas duas semanas em homenagem aos 70 aos de festival!
Danilo Teixeira - equipe CETI!
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Entramos no mês de maio e o CETI! está de volta para cobrir o maior de todos os festivais, o Festival de Cannes. O ano de 2017 reserva uma edição especial, afinal esta é a 70º vez que o balneário francês recebe as maiores estrelas mundiais do cinema. Sem dúvidas o mais democrático, pois estreiam por lá produções de todos os cantos do mundo, seja na competição oficial ou nas mostras paralelas. Quem chega a Cannes garante visibilidade privilegiada e muitas chances de construir uma temporada vencedora.
A partir de hoje, o CETI! trará alguns especiais que ajudarão a entender o porquê e como que o tapete vermelho do Festival de Cannes se tornou o mais badalado, além de apresentar algumas novidades e curiosidades sobre a edição atual. Nosso primeiro diz respeito aos maiores vencedores da Palma de Ouro, representantes de todos os cantos e com produções excelentes.
Acompanhe no CETI! durante todo o mês a cobertura do 70º Festival de Cannes, que acontece entre os dias 17 e 27 de maio.
A partir de hoje, o CETI! trará alguns especiais que ajudarão a entender o porquê e como que o tapete vermelho do Festival de Cannes se tornou o mais badalado, além de apresentar algumas novidades e curiosidades sobre a edição atual. Nosso primeiro diz respeito aos maiores vencedores da Palma de Ouro, representantes de todos os cantos e com produções excelentes.
Acompanhe no CETI! durante todo o mês a cobertura do 70º Festival de Cannes, que acontece entre os dias 17 e 27 de maio.
Ken Loach
Loach é o mais recente vencedor da Palma de Ouro e se juntou a este seleto grupo entre os maiores vencedores. O inglês é conhecido por resistir as investidas de Hollywood em seu trabalho por acreditar que a grande indústria influenciaria negativamente na proposta de suas produções, notadamente dentro de uma perspectiva realista socialista. Essa marcas estão em "Kes", "Vida em Família", "Terra e Liberdade" e "Pão e Rosas", culminando em suas duas maiores obras, merecedoras da Palma de Ouro, "Ventos da Liberdade", em 2006 e "Eu, Daniel Blake", em 2016.
Ventos da Liberdade
Sinopse: Contra o pano de fundo da Guerra da Independência Irlandesa, em que dois irmãos lutam uma guerra de guerrilha contra as forças britânicas.
Eu, Daniel Blake
Sinopse: Depois de ter sofrido um ataque cardíaco, um carpinteiro de 59 anos de idade deve lutar contra as forças burocráticas do sistema, a fim de receber subsídio de Emprego e Suporte.
Ventos da Liberdade
Sinopse: Contra o pano de fundo da Guerra da Independência Irlandesa, em que dois irmãos lutam uma guerra de guerrilha contra as forças britânicas.
Eu, Daniel Blake
Sinopse: Depois de ter sofrido um ataque cardíaco, um carpinteiro de 59 anos de idade deve lutar contra as forças burocráticas do sistema, a fim de receber subsídio de Emprego e Suporte.
Alf Sjöberg
As contribuições da Suécia para o cinema mundial são dignas de aplausos, não somente pelo icônico Ingmar Bergman, mas por produções incríveis como a série "Millenium", a obra-prima do terror "Deixa Ela Entrar", de Tomas Alfredson, passando por misturas inusitadas como "Sound of Noise" e "Metropia". Junto com Bergman, o sueco Alf Sjöberg fez história em seu país dentre os grandes diretores, além de ganhar projeção internacional por dois longas: "Iris and the Lieutenant" e "Senhorita Júlia".
Iris and the Lieutenant
Sinopse: O oficial Robert Motander é convidado para um jantar com seus parentes de classe alta. Durante o jantar ele observa a bela e jovem donzela, Iris. Este é o começo da história de amor que os parentes de Robert farão qualquer coisa interromper por causa da diferença de classes.
Senhorita Júlia
Sinopse: A jovem Julia vive em uma mansão com seu pai. Ela recentemente rompeu seu noivado, mas é atraída por um dos criados, Jean. Eles passam a noite de verão juntos, contando suas memórias e seus sonhos. Percebendo que um caso entre um homem do povo e um aristocrata é impossível, eles planejam escapar para a Suíça.
Iris and the Lieutenant
Sinopse: O oficial Robert Motander é convidado para um jantar com seus parentes de classe alta. Durante o jantar ele observa a bela e jovem donzela, Iris. Este é o começo da história de amor que os parentes de Robert farão qualquer coisa interromper por causa da diferença de classes.
Senhorita Júlia
Sinopse: A jovem Julia vive em uma mansão com seu pai. Ela recentemente rompeu seu noivado, mas é atraída por um dos criados, Jean. Eles passam a noite de verão juntos, contando suas memórias e seus sonhos. Percebendo que um caso entre um homem do povo e um aristocrata é impossível, eles planejam escapar para a Suíça.
Emir Kusturica
A história de Emir com o cinema começou cedo, pois quando ainda era um estudante universitário de cinema ganhou seu primeiro prêmio importante. Com "Guernica", ele ganhou o Festival de Cinema do Estudante em Karlovy Vary, o que propiciou para que em 1981 ganhasse um Leão de Prata no Festival de Veneza por "Você se Lembra de Dolly Bell?". O filme seguinte "Quando Papai Saiu em Viagem de Negócios" ganhou a Palma de Ouro, além de uma indicação ao Oscar. Uma carreira vencedora com indicações e prêmios importantes para ele e para o elenco de suas produções, até culminar com a sua segunda Palma de Ouro por "Undergound - Mentiras de Guerra".
Quando Papai Saiu em Viagem de Negócios
Sinopse: O rompimentos dos comunistas iuguslavos com Stalin em 1948 marcou o início não só de anos confusos, mas também muito perigosos. Mesha, um comunista e pai de família vai preso e sua família agora é forçada a lidar com a situação e esperar por sua libertação. A história é contada a partir da perspectiva de Malik, o filho caçula que acredita a história da mãe sobre o pai estar "fora a negócios".
Undergound - Mentiras de Guerra
Sinopse: A história segue um fabricante de armas subterrâneas de Belgrado durante a Segunda Guerra Mundial e evolui para situações bastante surreais. Um comerciante negro que contrabandeia as armas aos partidários não menciona aos trabalhadores que a guerra acabou e eles continuam produzindo. Anos mais tarde, eles saem de seu "abrigo" subterrâneo --- apenas para convencer-se de que a guerra ainda está acontecendo.
Quando Papai Saiu em Viagem de Negócios
Sinopse: O rompimentos dos comunistas iuguslavos com Stalin em 1948 marcou o início não só de anos confusos, mas também muito perigosos. Mesha, um comunista e pai de família vai preso e sua família agora é forçada a lidar com a situação e esperar por sua libertação. A história é contada a partir da perspectiva de Malik, o filho caçula que acredita a história da mãe sobre o pai estar "fora a negócios".
Undergound - Mentiras de Guerra
Sinopse: A história segue um fabricante de armas subterrâneas de Belgrado durante a Segunda Guerra Mundial e evolui para situações bastante surreais. Um comerciante negro que contrabandeia as armas aos partidários não menciona aos trabalhadores que a guerra acabou e eles continuam produzindo. Anos mais tarde, eles saem de seu "abrigo" subterrâneo --- apenas para convencer-se de que a guerra ainda está acontecendo.
Bille August
Bille é um dedicado diretor dinamarquês focado em contar histórias que tem a Europa como pano de fundo, além de sempre ter em seu elenco grandes nomes do cinema. Em sua carreira de sucesso foi o responsável em adaptar dois clássicos da literatura mundial: "A Casa dos Espíritos", de Isabel Allende, que tinha no elenco Meryl Streep, Jeremy Irons, Glenn Close, Winona Wider e Antonio Banderas; e "Os Miseráveis", de Victor Hugo, com Liam Neeson, Geoffrey Rushe, Uma Thurman e Claire Danes. Contudo foi com os belos "Pelle, o Conquistador" e "As Melhores Intenções" que August ganhou suas duas Palmas de Ouro.
Pelle, o Conquistador
Sinopse: O fim do século XIX, Lasse e seu filho Pelle que se mudam para a Dinamarca para encontrar trabalho. Eles conseguem emprego em uma grande fazenda, mas são tratados como miseráveis. Mesmo falando dinamarquês, Pelle ainda é assediado como estrangeiro. Contudo, eles não querem desistir do sonho de encontrar uma vida melhor do que deixaram na Suécia.
As Melhores Intenções
Sinopse: A história dos pais do diretor Ingmar Bergman. Em 1909, o estudante de teologia idealista, Henrik Bergman se apaixona por Anna Åkerbloom, filha inteligente e educada de uma família rica em Uppsala. Após seu casamento, Henrik se torna sacerdote no norte da Suécia. Depois de alguns anos Anna não suporta viver no condado rural com as pessoas rudes. Ela retorna a Uppsala, Henrik fica no norte.
Pelle, o Conquistador
Sinopse: O fim do século XIX, Lasse e seu filho Pelle que se mudam para a Dinamarca para encontrar trabalho. Eles conseguem emprego em uma grande fazenda, mas são tratados como miseráveis. Mesmo falando dinamarquês, Pelle ainda é assediado como estrangeiro. Contudo, eles não querem desistir do sonho de encontrar uma vida melhor do que deixaram na Suécia.
As Melhores Intenções
Sinopse: A história dos pais do diretor Ingmar Bergman. Em 1909, o estudante de teologia idealista, Henrik Bergman se apaixona por Anna Åkerbloom, filha inteligente e educada de uma família rica em Uppsala. Após seu casamento, Henrik se torna sacerdote no norte da Suécia. Depois de alguns anos Anna não suporta viver no condado rural com as pessoas rudes. Ela retorna a Uppsala, Henrik fica no norte.
Shohei Imamura
Um dos maiores diretores japoneses, Imamura faz parte de uma geração de cineastas que revolucionou o país com um estilo que realçava os aspectos primitivos e espontâneos da vida japonesa, além de trazer uma energia sensual que beirava a irracionalidade, a New Wave. Para explorar esse nível de consciência da sociedade, ele retratava classes mais baixas com personagens que vão desde donas-de-casa a xamãs, trabalhando com produtores independentes e companhia de atores de viagem mais simplórias. Todo este talento resultou em uma carreira de sucesso, com passagem nos principais festivais de cinema pelo mundo, culminando com duas Palmas de Ouro por "A Balada de Narayama" e "A Enguia".
A Balada de Narayama
Sinopse: Em uma pobre aldeia rural japonesa do século XIX, todos os moradores que atingem a idade de 70 anos têm de escalar uma montanha próxima para morrer. Uma mulher idosa está chegando perto da idade de corte e nós seguimos seus últimos dias junto de sua família.
A Enguia
Sinopse: Um homem de negócios mata sua esposa adúltera e é enviado para a prisão. Após o cumprimento da pena, ele é libertado e abre uma barbearia e passa a se relacionar com novas pessoas, porém sem se aprofundar com quase com ninguém, exceto um homem que fez amizade enquanto estava na prisão.
A Balada de Narayama
Sinopse: Em uma pobre aldeia rural japonesa do século XIX, todos os moradores que atingem a idade de 70 anos têm de escalar uma montanha próxima para morrer. Uma mulher idosa está chegando perto da idade de corte e nós seguimos seus últimos dias junto de sua família.
A Enguia
Sinopse: Um homem de negócios mata sua esposa adúltera e é enviado para a prisão. Após o cumprimento da pena, ele é libertado e abre uma barbearia e passa a se relacionar com novas pessoas, porém sem se aprofundar com quase com ninguém, exceto um homem que fez amizade enquanto estava na prisão.
Francis Ford Coppola
Lendário. Este é o adjetivo mais apropriado para descrever o talento e as contribuições cinematográficas de Francis Ford Coppola. Responsável por pelo menos meia dúzia de clássicos da sétima arte, o diretor americano começou com roteirista, trabalhando em adaptações importantes como "Esta Mulher é Proibida?", de Tenesse Williams, e levada para as grandes telas por Sidney Pollock. Ele soma 5 vitórias no Oscar por seu trabalho como roteirista, diretor e produtor. A sua carreira conta com preciosidades como a trilogia "O Poderoso Chefão", "A Conversação", "Apocalypse Now", "Vidas sem Rumo", "Peggy Sue, Seu Passado a Espera" e "Dracula de Bram Stocker". Foi por "Apocalypse Now" e "A Conversação" que ganhou duas Palmas de Ouro.
A Conversação
Sinopse: Um especialista em vigilância paranóico e secreto tem uma crise de consciência quando suspeita que um casal que está espionando será assassinado.
Apocalypse Now
Sinopse: Durante a Guerra do Vietnã, o capitão Willard é enviado em uma missão perigosa no Camboja para assassinar um coronel renegado que se estabeleceu como um deus entre uma tribo local.
A Conversação
Sinopse: Um especialista em vigilância paranóico e secreto tem uma crise de consciência quando suspeita que um casal que está espionando será assassinado.
Apocalypse Now
Sinopse: Durante a Guerra do Vietnã, o capitão Willard é enviado em uma missão perigosa no Camboja para assassinar um coronel renegado que se estabeleceu como um deus entre uma tribo local.
Irmãos Dardenne
O frutífero cinema francês lançou durante toda a sua história inúmeros cineastas de enorme talento que conseguiram seu espaço junto com os mais proeminentes nomes internacionais. Dentre eles estão os irmão Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne, que desde a década de 70 apresentam trabalhos realistas, porém dotados de intensa sensibilidade e emoção. Mesclando estes aspectos, eles produziram "Dois Dias, Uma Noite", "O Garoto de Bicicleta" e "O Filho". Entretanto foi com os belíssimos "Rosetta" e "A Criança" que alcançaram a premiação máxima, duas Palmas de Ouro.
Rosetta
Sinopse: A jovem e impulsiva Rosetta vive com sua mãe alcoólatra e, movida pelo desespero e pelas dificuldades da vida, fará qualquer coisa para conseguir e se manter em um emprego.
A Criança
Sinopse: Bruno e Sonia formam um jovem casal que vive de pequenos delitos e os roubos cometidos por sua gangue, contudo eles têm uma nova fonte para ganhar dinheiro: seu filho recém-nascido.
Rosetta
Sinopse: A jovem e impulsiva Rosetta vive com sua mãe alcoólatra e, movida pelo desespero e pelas dificuldades da vida, fará qualquer coisa para conseguir e se manter em um emprego.
A Criança
Sinopse: Bruno e Sonia formam um jovem casal que vive de pequenos delitos e os roubos cometidos por sua gangue, contudo eles têm uma nova fonte para ganhar dinheiro: seu filho recém-nascido.
Michael Haneke
Nesta seleta lista, Haneke é o único que pode nesta festiva edição chegar a sua terceira Palma de Ouro. Apesar de mais de quatro décadas dedicadas ao cinema, foi somente nestes últimos anos que o cineasta alemão alcançou fama e reconhecimento mundial, tendo recebido duas indicações ao Oscar. Seu estilo tem características bem marcadas como os longos planos estáticos e o sua predileção por filmar sobre jovens psicóticos, violentos ou de personagens socialmente separados. Seus mais conhecidos trabalhos são "A Professora de Piano", "Caché", "A Fita Branca" e "Amor". Pelos dois últimos conquistou a Palma de Ouro.
A Fita Branca
Eventos estranhos acontecem em uma pequena aldeia no norte da Alemanha durante os anos anteriores à Primeira Guerra Mundial, que parecem ser punição ritual. A trama gira em torno sobre o mistério de quem é o resposável.
Amor
Georges e Anne são um casal octogenário. Eles são professores de música aposentados e cultos. Sua filha, também música, mora na Grã-Bretanha com sua família. Um dia, Anne tem um derrame e o vínculo de amor do casal é severamente testado.
A Fita Branca
Eventos estranhos acontecem em uma pequena aldeia no norte da Alemanha durante os anos anteriores à Primeira Guerra Mundial, que parecem ser punição ritual. A trama gira em torno sobre o mistério de quem é o resposável.
Amor
Georges e Anne são um casal octogenário. Eles são professores de música aposentados e cultos. Sua filha, também música, mora na Grã-Bretanha com sua família. Um dia, Anne tem um derrame e o vínculo de amor do casal é severamente testado.
Juliana Leão - Equipe CETI!
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